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Glam Magazine

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DJ Boring estreia-se em Portugal…

A súbita ascensão de DJ Boring não terá deixado ninguém indiferente no seio da cena da música de dança. À margem das discussões sobre a ironia do seu nome artístico ou sobre a nostalgia em torno de actrizes dos anos 90, a sua faixa “Winona” rapidamente passou de fenómeno do Youtube para uma espécie de hino de um movimento que, sob a designação de “lo-fi house”, reflecte uma geração de produtores que, sem complexos e com os meios possíveis, recria e questiona a própria cultura club.

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O colectivo No She Doesn't não é apenas uma editora, é também um movimento: os seus membros, representados nesta festa por DJ Spielberg, DJ Baywatch, DJ Legwarmer e DJ Permission, acreditam numa mentalidade aberta na qual a igualdade e a liberdade são prioridades. É essa atitude que orienta as suas faixas, as suas festas e os sentimentos que delas se podem extrair. A confiança na ideia de que uma sociedade sem preconceitos é possível guia-os neste caminho feito de música inspiradora, na qual se reflecte um carrossel de abordagens à música house, fazendo do hedonismo da dança o seu motor de expressão. A materializar tudo isto, é lançado no início de Dezembro, com o apoio da distribuidora Lobster, o seu primeiro EP, no qual se reúnem vários artistas representativos da estética da editor

 

DJ Boring estreia-se em Portugal, acompanhado pelos DJs da nova label de música electrónica, No She Doesn't dia 19 de Outubro no Musicbox em Lisboa

 

Moonshiners apresentam “Prohibition Edition”

Resultado de uma relação tumultuosa entre a inquietude da música e o luxo do ócio, os Moonshiners, constituídos por Gamblin’ Sam, Susie Filipe e Victor Hugo, surgem em Portugal no início de 2011. 

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Em 2017 tocam pela primeira vez fora do país, primeiro no Eurosonic na Holanda, depois em Veszprem na Hungria e por último em Espanha numa mini tour. Com três singles lançados, "Really Into You", "Songrider" e "Musicommentary", os Moonshiners, apresentam no Teatro Aveirense no próximo dia 21 de Outubro o seu 2º Álbum “Prohibition Edition”, com canções para homens sensíveis e mulheres de barba rija.

No fundo do seu copo: o outro lado do vidro da madrugada.

Três a Solo no Cine-Teatro Garrett na Póvoa de Varzim

Três a Solo é um concerto em três momentos, que tem lugar no dia 27 de Outubro, pelas 21h30, na sala principal do Cine-Teatro Garrett, na Póvoa de Varzim. Depois de Peixe, Homem em Catarse e de Turquoise, Norberto Lobo, emmy Curl e Captain Boy são os três músicos que vão marcar presença na “sala de estar” do Três a Solo, num concerto que se pretende intimista e de proximidade com o público, proporcionando a sensação de concerto privado, sem deixar de reconhecer que estão numa sala de espetáculos emblemática.

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Norberto Lobo é o cabeça de cartaz do espetáculo. O guitarrista é atualmente tido como uma das principais figuras da música Portuguesa. Apresenta-se como artista a solo, com seis álbuns editados, sendo o último, de nome Muxama, o seu disco mais elétrico até à data, com composições afinadas entregues a uma harmonia e uma musicalidade próprias de outras paragens, espaços impossíveis de situar onde o sonho e o mito fazem ouvir, em cada breve narrativa, a sua estranha e obsessiva voz.

 

Antes, o palco é tomado de assalto pela graciosa emmy Curl, também ela já com uma sólida e promissora carreira artística, que, no seu mundo de sonho, nunca deixa de surpreender-nos através da sua magia e composições etéreas. Está a preparar o sucessor de Navia, muito inspirado - segundo a artista - na cidade “invicta”, onde atualmente reside.

 

A primeira parte deste espetáculo está a cargo da nova aposta da música portuguesa: Captain Boy, alter-ego de Pedro Ribeiro, que nos traz o disco de estreia 1, editado em Janeiro deste ano, pela Moon Records. Da tour de apresentação do disco já fizeram parte eventos como Sons GMR, Festival Confluências, Bons Sons, Vodafone Paredes de Coura, entre outros

 

Três a Solo é um concerto promovido e programado pela MEMO, promotora que tem como objetivo dinamizar e contribuir para a diversidade artística e cultural, de proximidade com o público. É também objetivo da MEMO divulgar novos artistas e estimular a sua presença regular em espetáculos nas comunidades locais.

Desencontros… com as Golden Slumbers

Em finais de 2013, as irmãs Catarina e Margarida Falcão começaram no seu quarto o projecto de folk Golden Slumbers, fazendo uso de harmonias de vozes e de guitarras para compor músicas que evocam uma sonoridade com ecos de Simon & Garfunkel, Fleetwood Mac e Laura Marling. No ano seguinte, apresentaram-se ao público nacional com o EP “I Found The Key” (de onde saiu o single “My Love is Drunk”) e, desde então, têm percorrido Portugal de Norte a Sul, mostrando a sua música - com David Santos no baixo, António Vasconcelos Dias na bateria e Zé Guilherme Vasconcelos Dias nas teclas.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

No início de 2016, as Golden Slumbers lançaram “The New Messiah”, o álbum de estreia, onde é perceptível a evolução e apuro da mesma sonoridade que lhes valeu uma nomeação para Artista Revelação na edição de 2015 dos Portugal Festival Awards.

2016 ficou marcado pela passagem por festivais como NOS Alive (onde regressarão em Julho de 2017), BONS SONS, Festas do Mar, Festival para Gente Sentada, NOS em D'Bandada e Vodafone Mexefest. Já em 2017, o duo participou no Festival da Canção, interpretando um tema escrito pelo Samuel Úria, e estreou-se em nome próprio no Centro Cultural de Belém.

 

Casa da Cultura (Setúbal)
28 de Outubro 2017 | 22.00h

Dope Calypso estreiam-se em Portugal

Já alguma vez imaginaram como seria um casamento entre bandas como Pixies, Buzzcocks ou Joy Division? Provavelmente não, mas facto é que na Hungria já. Assim surge Dope Calypso, grupo oriundo da mítica Budapeste que os Mão Morta tão bem descreveram no início dos anos 90.

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Donos de um garage rock que oscila entre os adjetivos enérgico, dançável e por vezes melancólico, nunca perdendo a irreverência caraterística que o punk outrora nos ensinou. Com três álbuns na bagagem lançados entre 2014 e 2017 e um alinhamento de duas guitarras, bateria e teclado - a simplicidade aliada à vontade de trabalhar espelham a sonoridade de Dope Calypso. Banda que tanto poderia integrar um alinhamento do Primavera Sounds Porto como de um Milhões de Festa e sem deixar ninguém desapontado, os Dope Calypso aterram em Portugal para cinco concertos confirmados. 

Esta primeira incursão por terras lusitanas, de 27 de Outubro a 4 de Novembro, promovida pela Infected Records em conjunto com a Oh Lee Music, promete mostrar aos presentes em cada concerto o que se faz do outro lado da Europa, uma vez que três mil quilómetros de distância, na verdade e à luz dos tempos, não é assim tanto

Doclisboa… 15.º Festival Internacional de Cinema

Ao longo de 15 anos, o Doclisboa definiu-se a uma escala global através da sua programação pioneira, promovendo a visibilidade de linguagens plásticas e programáticas livres e procurando os mais emergentes debates cinematográficos, na sua clara interligação entre o passado e a contemporaneidade. Este que é o único festival português membro da rede de festivais qualificados pela Academy of Motion Pictures Arts and Sciences para a pré-nomeação de candidatos aos Óscares, dedica em 2017 a sua retrospectiva de autor a obra da realizadora checa Věra Chytilová. A realizadora de Daisies (Sedmikrásky) e, em conjunto com Miloš Forman, Jirí Menzel ou Ján Kadár, uma referência na nova vaga do cinema checo da década de 1960.

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A retrospectiva Uma outra América – o singular cinema do Quebec desenha um percurso pelas manifestações cinematográficas com criação neste território francófono, fértil em gerações de cineastas de referência. Em foco na secção Heart Beat encontra-se a obra do alemão Andres Veiel, realizador de If Not Us, Who? e do biográfico Beuys.

 

As secções Da Terra a Lua, Verdes Anos, Cinema de Urgência e Riscos continuam as suas linhas de programação, e, em conjunto com o projecto educativo e o laboratório de actividades profissionais – Arche, completam uma programação pensada para um público cada vez mais amplo e diverso.

Trauma Lips + The Dust no Sabotage….

Os Trauma Lips são um power trio oriundo de Lisboa, formados por Pedro Lourenço - Voz/Guitarra, Emanuel Severino - Bateria e Inês Vicente - Baixo. Movimentando-se entre o Rock'n'roll e o Punk, com rápidas deslocações ao Indie e ao Stoner, a música dos Trauma Lips reflete vivências quotidianas, numa estética muito classic/vintage.

“Your Ghost” é o segundo EP da banda a ser apresentado dia 26 de Outubro no Sabotage.

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“Renegade (kick in the eye)”, a primeira amostra da banda, retirada do duplo single made in china já se encontra disponível. Renegade, nome retirado do jogo de computador dos anos 80, Target Renegade, liricamente compara a violência psicológica/emocional à violência física e faz uma pequena homenagem aos Bauhaus... Ao lançar o EP “It May Only Have Three Songs But This Is Our Extended Play”, os The Dust vão diretamente ao assunto. A capa e o título indicam logo que nos vão dar a escutar algo truculento: vem aí amor e ódio e, se calhar, feitiçaria. Ou então estaremos apenas a ser redundantes.

 

O primeiro trabalho da banda lisboeta, lançado dia 4 de Setembro, embora bastante melódico, contém material mais pesado – em todos os sentidos - fruto de uma inconformidade (e imperfeição?) emocional polvilhada aqui e ali por uma enorme fonte de influências. Os The Dust foram até essas paisagens sonoras, sentindo o chamamento sem ganhar sotaque. E é mesmo por este motivo que o som do trio é facilmente reconhecível: torna-se possível viajar por diferentes estilos e sensações sem sair da assinatura do rock. Está lá o reggae (e o mojo) jamaicano sem os contratempos, os blues sem a repetição das escalas e a crueza do rock moderno sem a fanfarronice adolescente.

 

 

 

 

Teatro de Marionetas do Porto apresenta… “Arcano”…

O insólito universo de Franz Kafka é explorado em “Arcano” com toda a sua imagética soturna, conduzindo o espectador ao recôndito da mente humana.

É um espetáculo fragmentado, que através do espaço, do ator, da marioneta e da palavra, procura um equilíbrio entre a realidade e a alucinação, o orgânico e o mecânico, a metafisica e a necessidade de a solucionar. “O animal arranca o chicote das mãos do dono e chicoteia-se a si mesmo, sem saber que isso é apenas uma fantasia produzida por um novo nó na correia.” (Franz Kafka).

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O Teatro de Marionetas do Porto constitui-se em 1988. A prática teatral da companhia revela uma visão não convencional da marioneta, conceito aliás continuamente atualizado, e o entendimento do teatro de marionetas como uma linguagem poética e imagética evocativa da contemporaneidade. Procuram-se encontrar novas formas de conceção das marionetas, no limite objetos cinéticos, e novas possibilidades de explorar a gramática desta linguagem teatral, no que diz respeito à interpretação e à relação transversal com outras áreas de expressão, como a dança, as artes plásticas, a música ea imagem.

A companhia divide a sua atividade entre a cidade do Porto, na qual criou uma forte corrente de público, e uma intensa atividade de itinerância no país e no estrangeiro.

 

Festival Internacional de Marionetas do Porto 2017

Auditório Campo Alegre (Porto)

20 e 21 de Outubro 2017 | 21.30h / 17.00h

Jazz Ao Centro - Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra… Programação

O Jazz Ao Centro - Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra assinalam este ano a sua 15ª edição. Ficou reservado para o Convento São Francisco um dos momentos altos do Festival, a 21 de outubro, dia em que será possível assistir a quatro concertos, três showcases e uma masterclass. O Festival Jazz ao Centro ocupará vários espaços do Convento - Grande Auditório, Antiga Igreja, Black Box e Café-Concerto - com propostas que exprimem a riqueza do Jazz actual. A diversidade é a chave para entender as escolhas artísticas, que promovem as infusões da música de vários pontos. No dia 26 de outubro, o Jazz ao Centro regressa ao Grande Auditório do Convento, cujo palco receberá Marcelo D2, figura maior do hip-hop brasileiro que, neste concerto, apresentará o seu projeto SambaDrive, onde o jazz encontra o samba e as rimas acutilantes de D2.

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21 de Outubro 2017

 

Masterclass Com Carlos Bica & Azul

11.30h | Grande Auditório

 

Nils Berg Cinemascope

Autodefinem-se como uma pequena banda com as maiores oportunidades. No youtube encontram os seus músicos preferidos - um cantor da Malásia, um músico do Gana ou os vizinhos de Estocolmo captados em vídeo – e a partir daí criam composições integrando os sons dos filmes com a sua música. Assim nasce uma orquestra colorida!

15.00h | Black Box

 

Camões/Lemaire/Arques

Os últimos dois anos têm cimentado as parcerias artísticas entre músicos portugueses (do eixo Coimbra-Lisboa) e a associação de músicos franceses Tricollectif, nascida na cidade de Orleans mas, hoje em dia, baseada em Paris. O projeto recente do trio é em grande parte resultado deste percurso e da estadia do músico de Coimbra, João Camões, na capital francesa durante cerca de dois anos. Este concerto será o culminar de uma residência artística de quatro dias no Salão Brazil e duas apresentações públicas subsequentes, uma delas tendo como convidado o contrabaixista Alvaro Rosso. Tal como as sessões de trabalho, também estes concertos serão gravados, dando origem à nova edição discográfica com o selo JACC Records agora lançada.

16.45h | Antiga Igreja

 

Ambiq

Projeto experimental berlinense de Max Loderbauer, Samuel Rohrer e Claudio Puntin. Bebendo de uma rica e profunda rede de influências que cruza a espontaneidade da improvisação livre do jazz com a liberdade exploratória da música eletrónica, o trio é muito mais do que a soma das suas partes. É um organismo vivo que se complementa, com um vocabulário expressivo e abordagem únicos, capazes de criar estruturas sonoras tão terrenas quanto flexíveis e, como resultado, inventam paisagens sonoras electroacústicas que se posicionam na vanguarda da pesquisa sonora. Para além dos instrumentos e da experiência pessoal de cada um dos elementos, as apresentações ao vivo não são preparadas e cada composição surge em tempo real.

19.00h | Black Box

 

Carlos Bica & Azul

Vinte anos passados desde a edição de Azul, o primeiro disco com Frank Möbus e Jim Black, eis que o trio de Carlos Bica está de regresso. Com a solidez de projeto que o tempo lhe foi conferindo, mas também com a frescura decorrente de os três músicos quererem ir mais longe, não se repetindo nem se contentando com o que já fizeram – e foi, como se pode imaginar, muito. Com o Trio Azul de agora reconhecemos a identidade da escrita de Bica e do som construído por estes três mestres do jazz do século XXI, mas descobrimos algo mais entre o que estava já anunciado nos álbuns anteriores e o que não esperávamos de todo.

22.00h | Grande Auditório

 

Showcase com alunos de Escolas de Música da região

16.00h | Orquestra de Jazz da Escola de Música do CAE - Figueira da Foz (OJEAC)

18.00h | Alunos do Curso Profissional de Jazz do Conservatório de Música de Coimbra

21.15h I Tone Music School

 

 

26 de Outubro 2017

 

Marcelo D2 & Samba Drive

22.00h | Grande Auditório

Gonçalo edita "Boavista" a 17 de Novembro

Gonçalo é humano, “Boavista” camaleão.

Há pessoas e coisas estanques, com receio ou incapazes de mudar, incolores e sem vida aparente. “Boavista” é a antítese de tudo isso. É a luz matinal e a comunhão que daí advém; a noite e a sua solidão e introspeção; são memórias de sempre cruzadas com o viver do presente; é a constante mutação e a prova de que devemos experimentar ser tudo para realmente ser algo.

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O normal seria redigir uma tão habitual lista de influências para enclausurar Gonçalo. Más notícias para os que se ajeitam nestes caminhos: quem ouve este disco desistirá desse exercício pelo suceder das músicas em catadupa ao pisarem universos tão díspares acabando por confundir os devotos. Há quem sonhe mudar o mundo e há quem sonhe mudar o seu. “Boavista” alcança-o com graciosidade.

Boavista” é a primeira incursão longa duração de Gonçalo, longe dos seus Long Way to Alaska. Sucede a QUIM, o EP do bracarense lançado em 2014 pela Lovers & Lollypops. O disco chega após uma recente participação com Castello Branco, com o nome de "Mar Nenhum", colaboração proposta e promovida pela webzine Bodyspace, com participações entre músicos lusófonos.

 

Com lançamento digital agendado para dia 13 de Novembro e lançamento físico agendado para dia 17 de Novembro pela Lovers & Lollypops, “Boavista” foi gravado e produzido por Gonçalo e João Moreira e conta a participação de André Simão (La La La Ressonance), Filipe Azevedo (Sensible Soccers), João Moreira, João Pereira (Guilty Ones), Jorge Queijo (Torto), Pedro Oliveira (peixe : avião)  Sérgio Alves (Marta Ren). O primeiro single de avanço de Gonçalo, "Champagna”, é uma pequena brisa de Verão neste Outono que se inicia e o respectivo vídeo é realizado por Vasco Mendes.

 

WHY Portugal marca presença no MaMa Festival & Convention e pela primeira vez no ADE - Amsterdam Dance Event

No seguimento da apresentação do calendário de eventos e feiras profissionais em que a Associação WHY Portugal estará presente ao longo do ano de 2017, confirma-se a presença no MaMa Festival & Convention e no ADE - Amsterdam Dance Event.

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photo: Paulo Homem de Melo


O MaMa Festival & Convention acontece em Paris entre os dias 18 e 20 de outubro e tem lugar no coração da capital francesa, mais concretamente entre as zonas de Pigalle e Montmartre, reunindo inúmeros profissionais da indústria internacional da música assim como artistas. Tal como outros showcase festivals e feiras profissionais da indústria, o MaMa Festival & Convention inclui a vertente artística ("festival") e profissional ("convention") sendo que inclui no seu programa, para além de concertos, meetings internacionais, conferências, workshops, open talks e sessões de networking (cocktails e almoços) vocacionadas para profissionais, momentos estes altamente benéficos para o fortalecimento de contactos em prole da exportação da música portuguesa. Os artistas nacionais selecionados pela organização do evento para integrarem a sua programação artística são Surma (atua dia 20, às 21h50, na sala "L'Atalante"), White Haus (dia 20, às 19h30, na sala "Folie's Pigalle"), Selma Uamusse (dia 20, às 22h35, na sala "Backstage By The Mill") e Stone Dead (dia 18, às 20h30, na sala "La Boule Noire").  

Na vertente profissional e, após uma convocatória aberta aos profissionais da indústria da música portuguesa via WHY Portugal, vão estar no terreno dez profissionais portugueses, como é o caso, por exemplo, de Mário Pato (diretor internacional Altafonte Portugal), Felícia Silva (Agência Ao Sul do Mundo, CRL) e João Brilhante (Freelancer em Relações Públicas & Assessoria de Imprensa). No dia 19 às 19h00, a WHY Portugal promove também um "Appero Pró", um encontro informal de livre acesso dirigido a todos os delegados internacionais presentes de forma a que possam contactar, mais de perto, com a comitiva nacional no terreno e, eventualmente, proporcionar maiores oportunidades reais de negócio.

De 18 a 22 de outubro, a WHY Portugal marca também presença no ADE - Amsterdam Dance Event, um evento de referência para a música eletrónica e dance music na Europa. Com contornos semelhantes ao MaMa Festival & Convention, o ADE inclui uma programação artística assim como uma programação mais dedicada a profissionais da indústria. Rui Murka, manager de DJ Ride, será o representante da Associação neste evento onde a WHY Portugal estará pela primeira vez.  

Estas presenças continuam a reforçar a posição do cluster de música portuguesa em vários mercados internacionais, salientando-se as presenças passadas no Reeperbahn Festival, na Alemanha, e a ação "Portugal Country Focus" no Eurosonic Nooderslag, na Holanda, em Janeiro deste ano.  

“Camané Canta Marceneiro” entra directamente para o 1º Lugar do Top de Vendas

Camané Canta Marceneiro”, o novo disco de Camané, entrou directamente para o 1º lugar do top nacional de vendas. Uma entrada fulgurante que faz com que lidere não só o top geral, como também o top digital de vendas de álbuns. Editado no passado dia 6 de Outubro, “Camané Canta Marceneiro” concretiza uma vontade antiga de Camané em realizar uma homenagem a uma das suas maiores referências. “Queria entrar naqueles fados de forma verdadeira, sem imitar o Marceneiro. Mas tive primeiro de fazer o meu caminho. De criar o meu repertório. Só agora chegou o momento em que me consigo identificar tanto com os sentimentos vividos, como com os acontecimentos passados.”

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Recorde-se que o disco conta com a participação especial de Carlos do Carmo e capa desenhada por Siza, o mais prestigiado dos arquitectos portugueses. A participação especial de Carlos do Carmo no espantoso dueto com Camané em “A Lucinda Camareira”, está registada tanto na gravação de estúdio quanto no DVD gravado ao vivo no palco da Culturgest (perante uma assistência de 100 pessoas), incluído na edição especial. Assinale-se ainda que este é o primeiro dueto que Camané regista num dos seus discos.

 

Sucessor de “Infinito Presente”, editado em Maio de 2015, “Camané canta Marceneiro”, o seu oitavo registo de estúdio, conta, como os discos anteriores, com a produção, arranjos e direcção musical de José Mário Branco que co-assina com Manuela de Freitas a supervisão artística.

 

“Reflexo”… com Marlene Barreto e Hugo Sequeira estreia dia 20 de Outubro no Auditório da Biblioteca de Marvila

Marlene Barreto estreia “Reflexo”, dia 20 de Outubro no Auditório da Biblioteca de Marvila. Encenada por Lucinda Loureiro e com movimento de Félix Lozano, a peça conta com o desempenho da própria actriz e do actor Hugo Sequeira. E ainda, com a música ao vivo da cantora e atriz brasileira, Brina Ribeiro que juntamente com o também músico brasileiro, Marcelo Scafi, compôs toda a banda sonora do espectáculo.

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"Reflexo" surgiu durante uma viagem de avião entre Rio de Janeiro - Lisboa. Uma história que começou quase em formato de sonho, com imagens que foram aparecendo como flashes na mente da autora, Marlene Barreto (actriz, apresentadora, escritora). Imagens essas que, inicialmente, apareceram quase sem nexo e/ou ligação mas que, com o passar das horas, dias, meses foram-se ligando numa história que tinha urgência em ser contada. Daí, foi preciso algum tempo para construir uma linha de raciocínio que fizesse jus à história que surgia, como um acto de magia, acreditando que ela era tão mais bela do que qualquer coisa que se escrevesse sobre ela. Mesmo assim, Marlene, arriscou pegar na ideia, criando a oportunidade, e o que considera, o privilégio, de contar a história de Alice e Gabriel, acreditando que as ideias têm uma espécie de vida própria e que procuram um corpo e uma mente que as possa concretizar. No entanto, diz-nos, "elas não ficam para sempre à espera de serem desenvolvidas. Se aquele corpo não estiver à altura, outro estará e assim passam as ideias de corpo para corpo, de mente para mente". "Querendo a todo o custo que esta história, não se farte de mim, decidi, pura e simplesmente, escrevê-la e pedir ajuda para colocá-la em cima do palco." confessa Marlene.

 

Alice e Gabriel são dois estranhos que se encontram, diariamente, no mesmo lugar: o café – livraria “A Travessia”. Alice é uma jovem escritora, muito comprometida com os seus textos e com a sua rotina de escrita. Gabriel, um homem cheio de charme, um bon vivant que frequenta todos os dias aquele lugar, não consegue ficar indiferente à jovem que parece ignorar tudo e todos à sua volta, apenas tendo olhos para uma simples máquina de escrever.

Gabriel, confiante dos seus atributos, acredita que, com algum glamour, chamará a atenção da jovem. Tarefa nada bem sucedida quando ela o expulsa, argumentando que este está a atrapalhar a sua atenção. O jovem não desiste da escritora e convence-a a ler um dos seus textos. Inicialmente, Alice resiste, desculpando-se com todos os argumentos, mas a tamanha insistência do jovem, fá-la render-se com a condicionante de que Gabriel se vire de costas sempre que ela ler um texto seu. Os dias vão passando e os dois passam a ter encontro reservado, todos os dias, à mesma hora, no mesmo lugar. A cumplicidade torna-se inevitável e a paixão vai cercando todos os limites. Um amor imenso que será ameaçado pela verdadeira identidade de Alice.

Uma história de amor, onde só o amor, não é suficiente.

 

Auditório da Biblioteca de Marvila (Lisboa)

20, 21, 22, 23 e 24 de Outubro 2017 | 21.30h / 16.30h

Linda Martini assinam com Sony Music e encontra-se em estúdio na Catalunha a gravar

Os Linda Martini de Cláudia Guerreiro, André Henriques, Pedro Geraldes e Hélio Morais, acabam de assinar com a Sony Music Entertainment.

O grupo encontra-se neste momento num estúdio na Catalunha a gravar o sucessor de “Sirumba”, o quinto trabalho discográfico que tem edição agendada prevista para o início de 2018.

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photo: Angelo Lourenço

 

Entre 29 de Novembro e 10 de Dezembro, os Linda Martini estarão em digressão nacional conjunta com The Legendary Tigerman.

Rumble in The Jungle” será uma digressão de clubes passará por Cascais, Braga, Viseu, Leiria, Porto, Coimbra, Alpedrinha, Évora e Torres Vedras e antecipa o muito aguardado novo álbum.

Robert Aiki Aubrey Lowe | Margarida Garcia & Filipe Felizardo na ZDB

Robert Aiki Aubrey Lowe é um explorador destemido, um inquieto criador que não acredita em fronteiras, em limites, em impossibilidades. Talvez seja isso que justifica que navegue com perfeita naturalidade os diferentes oceanos de som que se estendem do metal à new age. Em 2004, Aubrey Lowe criou o alter-ego Lichens, uma identidade que se define pelo seu carácter improvisacional e pela utilização da voz e do sintetizador modular como ferramentas expressivas. “The Psychic Nature of Being” marcou a estreia deste projecto na Kranky e desde então a discografia tem crescido, tanto como Lichens como com o nome próprio de Robert Aiki Aubrey Lowe.

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Com esta designação, por exemplo, lançou em 2015 na ultra-respeitada Rvng Intl. o álbum “We Know Each Other Somehow”, projecto colaborativo com o lendário Ariel Kalma, um dos pilares da cena new age. Na More Than Human, enquanto Robert Aiki Aubrey Lowe, acaba de lançar “Two Orb Reel”, um álbum em que explora – uma vez mais através do altamente inspirado uso de sintetizadores modulares, uma ideia muito própria de ficção científica e a sua intersecção com África: tal como Craig Leon que se inspirou na tribo Dogon de África – que acreditava comunicar com extra-terrestres – para a criação do mítico álbum Nommos (originalmente lançado na Takoma de John Fahey em 1981 e entretanto reeditado na Superior Viaduct e regravado – como Anthology of Interplanetary Folk Music Vol. 1 – na… Rvng Intl.), também Lowe viu nas criações artísticas dessa mesma tribo e numa série de escritos de autores africanos modernos uma inescapável fonte de inspiração que lhe permite aliás lidar com questões fundas da sua própria identidade cultural: “enquanto pessoa de cor, acho que muita da ficção científica é muito anglo, muito branca”, explica.

 

Robert Aiki Aubrey Lowe chega à Galeria Zé dos Bois dia 18 de Outubro. Margarida Garcia & Filipe Felizardo completam a noite.

Vodafone Mexefest… Everything Everything, Moullinex e Benjamim & Barnaby Keen

Já falta pouco para mais uma edição do Vodafone Mexefest e a contagem decrescente continua a ser feita da melhor maneira possível. Enquanto contamos os dias, acrescentamos motivos que tornam o cartaz que vai animar a Avenida da Liberdade nos dias 24 e 25 de novembro, cada vez mais imperdível. Estão confirmados os britânicos Everything Everything, o português Moullinex e ainda uma dupla que, curiosamente, junta as duas nacionalidades anteriores, Benjamim & Barnaby Keen.

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Quando nasceram em Manchester no ano de 2007, os Everything Everything já eram uma banda ambiciosa, com vontade de produzir um som futurista, em sintonia com um mundo em mudança. Nos primeiros tempos a vida de estrada exigia da banda um som mais punk e direto, mas não demorou muito até que Jonathan Higgs, Jeremy Pritchard, Michael Spearman e Alex Robertshaw concretizassem essa ambição, encontrando uma linguagem muito própria, onde indie rock, R&B, dream pop e até rock progressivo são influências que não se atropelam. Depois de três discos bem recebidos pelo público e pela crítica (com nomeações para o Mercury Prize, por exemplo), os Everything Everything acabam de lançar “Fever Dream”. É mais um disco desconcertante, com letras aguçadas e sintetizadores usados com a mestria de sempre. Com estas novidades na bagagem e a comemorar dez anos de carreira, os Everything Everything prometem animar a edição deste ano do Vodafone Mexefest.

 

É difícil falar de música eletrónica em Portugal sem referir o nome de Moullinex, o alter ego do viseense Luís Clara Gomes. Assume-se, cada vez mais, como umas das mentes mais irrequietas e criativas do panorama musical português, convidando vários géneros musicais para a sua música: soul, funk, garage rock e até MPB, tudo serve para enriquecer a eletrónica de Moullinex. Remisturas de nomes como Röyksopp e Robyn, Cut Copy ou Two Door Cinema Club são um dos fatores que explicam a fama internacional do músico português, requisitado para atuar nos palcos de todo o mundo. Sendo um talento irrequieto, Moullinex divide o seu tempo entre vários projetos: em conjunto com Xinobi é também responsável pela editora Discotexas, que pretende dar a conhecer a melhor música eletrónica que se vai fazendo em Portugal. Em nome próprio, e depois de dois discos aclamados pela crítica, “Flora” (2012) e “Elsewhere” (2015), Moullinex regressa agora com “Hypersex”, um registo que presta homenagem à cultura de dança. "Open House", "Love Love Love" e "Work It Out” são alguns dos temas novos que vamos poder ouvir em novembro, na Avenida da Liberdade em Lisboa.

 

Já se sabe que Benjamim é um dos songwriters de maior talento na nova música portuguesa. O disco “Auto Radio”, editado em 2015, é a melhor prova disso – canções carregadas da história do próprio Benjamim, uma história também nossa, com influências que vão desde o conjunto Duo Ouro Negro até aos incontornáveis Beach Boys. No tempo em que morava em Londres e ainda assinava como Walter Benjamin, o português conheceu Barnaby Keen, músico britânico, mais conhecido pelo seu projeto Flying Ibex, mas também por ser membro do coletivo Electric Jalaaba. Muito por causa do facto de Keen também saber falar português (uma namorada fixou-o no Brasil, durante um tempo), os dois músicos depressa encontraram afinidades musicais. A paixão que ambos têm pelo disco “Construção” de Chico Buarque fez com que Bejamim & Barnaby Keen começassem a fazer música juntos. Esta partilha resultou no disco “1986”, editado este ano. Com a bossa nova no horizonte, mas sem esquecer as influências pop anglo-saxónicas dos anos 80, Benjamim & Barnaby Keen fizeram um dos discos mais interessantes do ano. “Dança Com Os Tubarões”, “All I Want” e “Terra Firme” são algumas das belíssimas canções que subirão ao palco no Vodafone Mexefest.

 

Fado ao Centro " De Coimbra com Amor"

O amor. O mesmo amor que Pedro deu a Inês e que ficou enredado nas águas de um rio que nunca quis levá-lo. Esse amor que haveria de dar voz a poetas e a cantores, que cantaram de novo e sempre o amor maior, o mais puro, o que fica para lá da morte e da crueldade. O amor que tudo vence e que volta a espraiar-se pelas águas do rio, a dançar nas cordas de uma guitarra, a brilhar na voz de um cantor. Pedro e Inês. E o amor. E as águas do Mondego. E o fado que lhe dá pranto, que lhe dá voz, que lhe dá razão. De Coimbra, com Amor.

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Que ninguém se iluda. A experiência de ouvir uma voz e uma guitarra a cantarem, em uníssono, tudo o que é belo, tudo o que é triste, tudo o que é único, tudo o que é livre, tudo o que é nosso. Essa experiência é de quase sagrado. E é Coimbra que a guarda, como a guardam os seus cantores e os seus músicos, para depois a poderem partilhar, no milagre da música, no fado de Coimbra. Por isso, ouvi-los, ouvi-los assim, num encontro de poetas e músicos, num encontro de amigos com tantos caminhos já partilhados, com tantos palcos já cruzados, a apontarem ao Fado ao Centro. Ouvi-los assim, é um privilégio. Em Lisboa. No Porto. Em Coimbra. No CCB. Na Casa da Música. No TAGV. A 24 e a 26 de novembro. E a 9 de dezembro. De Coimbra, com amor.

Em palco, nos concertos de Lisboa (no CCB, a 24 de novembro, às 21H00), do Porto (na Casa da Música, a 26 de novembro, às 18H00) e de Coimbra (no TAGV, a 9 de dezembro, às 21H30), os músicos do Fado ao Centro – João Farinha (voz), Hugo Gamboias (guitarra), Luís Barroso (guitarra), Luís Carlos Santos (viola), Luís Pedro Madeira (baixo) – vão fazer-se acompanhar por um grupo de convidados especiais, onde irão figurar algumas vozes e o quarteto de cordas Opus Quatro. Em Coimbra, no TAGV, um lugar onde todos regressam sempre, irá ainda marcar presença especial o Coro dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra, Alma Mater que a todos acolhe, agora e sempre, uma e outra vez, enquanto houver poetas, guitarras e cantores.

 

A oportunidade é para levar mais longe e a mais gente – não esquecendo de o lembrar de novo aos muitos amigos – um repertório todo feito à volta do que Coimbra significa para a música em Portugal, alicerçado nas raízes fundas do fado e a procurar sempre novas vozes e novos desafios. Exatamente o que tem sido o Fado ao Centro, que dará a conhecer alguns dos novos temas, que irá reunir num disco a sair no início de 2018.

Lídia Pereira

A Literatura no Cinema… Caminhos Film Festival

Virgílio Ferreira, ao contrário daquilo que era defendido por Ingmar Bergman, considerava que o Filme poderia ser um meio de projecção das ideias literárias de um escritor. Do livro ao filme, pouco se perde quanto ao conceito que fundamenta a Obra, mudando apenas o seu formato e meio para apreensão do leitor-espectador. Consideramos que o que une a Literatura ao Cinema é a participação activa daquele que lê e que assiste ao filme. Seja transformar palavras em quadros imagético-imaginários pela mente do leitor, ou a transformação de imagem fixa em movimento pelo cérebro do espectador, há uma necessidade premente da mente daquele que se submete à recepção da Obra.

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Mais que um meio de comunicação de texto, através do argumento por exemplo, o Filme que se baseia no Livro é uma oportunidade de mudança de perspectiva. O que o Filme consegue fornecer, é a capacidade de ver com olhos abertos a forma como o Realizador montou mentalmente o texto que leu e assim o explorou. Na prática, o que o Realizador faz é desviar o olhar do leitor convencional, que olha para baixo, levando-o a erguer os olhos para a tela, ouvindo e vendo o esqueleto narrativo deixado pelo Escritor, enriquecido com elementos técnicos e estéticos cinematográficos para uma apreensão do cerne argumentativo.

 

Neste ciclo, pretende-se que o típico espectador seja arrastado para o mundo da Literatura, deixando-lhe a semente da curiosidade literária, ao mesmo tempo que aproximamos os apaixonados pelos clássicos a uma nova forma de ver o texto em movimento. Viajando pelo mundo criativo de diversos autores, o espectador terá a oportunidade de ver o Texto e o Escritor em tela, deixando-se marcar pela capacidade criativa num sentido duplo: da Escrita e da Realização. É a oportunidade de juntar leitores e cinéfilos, ambos com o desejo de assimilação da arte pela sua contribuição activa: sem leitor, o escrito não ganha vida; sem espectador, a tela apresenta meras imagens sem movimento.

 

Programação

12 de Outubro | 22h00 - Comboio de Sal e Açúcar de Licínio Azevedo

19 de Outubro | 22h00 - Longe dos homens de David Oelhoffen

26 de Outubro | 22h00 - Estive em Lisboa e Lembrei de Você de José Barahona

31 de Outubro | 00h00 - A Instalação do Medo de Ricardo Leite / O Barão de Edgar Pêra

2 de Novembro | 22h00 - Filme do Desassossego de João Botelho

9 de Novembro | 22h00 - Ensaio sobre a Cegueira de Fernando Meirelles