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Glam Magazine

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André Sampaio lança single “Alagbe”

O elo África-Brasil está presente no trabalho de André Sampaio de forma bastante contemporânea: a guitarra é o carro-chefe do som. O guitarrista, cantor e compositor está a finalizar o seu segundo álbum “Alagbe”, que será lançado a 3 de novembro. O primeiro single, homônimo, acaba de ser editado. O álbum sairá pela Sony Music.

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No disco “Alagbe”, André Sampaio juntou-se com outro guitarrista fundamental da cena musical afro-brasileira, Cris Scabello, do Bixiga 70.

O groove da música negra universal permeia o trabalho de André Sampaio desde quando integrou a banda de reggae Ponto de Equilíbrio. Em carreira solo, ele coloca o fuzz de sua guitarra no candomblé, no coco, no afro-funk.

“Alagbe é o guardião dos atabaques no culto do candomblé, é aquele ligado ao toque e à música ritual. Mas também pode ser o cara que está por aí, tocando percussão na festa ou na roda de samba no bar, construindo pontes entre o sagrado e o mundano”, explica André Sampaio.

Infected Fest de regresso para a 4ª edição

Música feita com o coração em ambiente super acolhedor. É este o lema do Infected Fest, festival organizado pela Infected Records, que nos dias 2, 3 e 4 de Novembro celebra a sua sexta edição. São nove excelentes bandas em três dias que prometem ficar na memória no Popular Alvalade 

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2 Novembro 2017


Sam Alone & The Gravediggers

Do Algarve para o Mundo. Poli aka Sam Alone e a sua banda não param e prometem muito sing-along, emoção, atitude positiva e músicas que tocam directamente no coração e que nos arrepiam.

Jackie D.

De regresso aos concertos em Lisboa, os Jackie D. trazem na bagagem 2 discos lançados em 3 anos e uma série de temas que são clássicos imediatos. Rock'n'Roll com influências Punk, muita intensidade e energia são garantias. 

Dope Calypso [Hungria]

Imaginem Buzzcocks e Sonic Youth, com um toque garage-rock e canções fantásticas. Os Dope Calypso vêm directamente de Budapeste apresentar-se ao público português. São responsáveis pela abertura do festival este ano.

 

3 Novembro 2017


TREVO

A "jogar em casa", os Trevo são daquelas bandas que não enganam: genuínos e cheios de canções cativantes, que nos agarram à primeira. O disco de estreia ainda está fresquinho e o encerramento do segundo dia vai ser, no mínimo, memorável.

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Enquanto preparam o segundo disco, os nossos punk-rockers favoritos regressam aos concertos em Lisboa para encerrar um ciclo de 3 anos fantásticos. Prometido um alinhamento especial, com algumas surpresas bem bonitas.

Pestox

Os Pestox nasceram na Margem Sul em 2002 e lançam o seu disco de estreia em 2003. Quinze anos depois, pisam o palco do Popular Alvalade para celebrar essa data, tocando o álbum na íntegra.

 

4 Novembro 2017


The Parkinsons

Punk, suor, atitude, honestidade, loucura. A história dos The Parkinsons é rica e fascinante. Os concertos são de uma intensidade difícil de igualar. O encerramento do festival está muito bem entregue.

Anarchicks

Riot Grrrl à portuguesa, a disparar música em todas as direcções e sem dar satisfações a ninguém. Quatro vozes dissidentes a semear discórdia e inquietar os ouvidos da multidão, que dão pelos nomes de Rita Sedas, Synthetique, Lola, e Katari.

Shut up Twist again [França]

Quem os apanhou ao vivo nas recentes visitas a Portugal sabe que a energia destes franceses é incrível. Punk-Rock influenciado por nomes como Against Me!, Anti-Flag ou Dead To Me que vai surpreender todos os presentes.

 

"Hello Again", o novo vídeo de Moonshiners

"Hello Again", agora apresentada em vídeo pelos Moonshiners, fará parte do novo álbum de Moonshiners, com edição prevista para o início de 2018. ​

Trovadores boémios do blues, Moonshiners têm um novo álbum por se anunciar e, para aguçar curiosidades, revelam o vídeo para o single "Hello Again". A canção, imbuída no negrume inevitável do blues, esboça tons mais claros e alegres nos seus refr​ões lânguidos e nos rasgos de sopros.

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O trio, feito quinteto para o álbum que deverá lançar no início de 2018, cresce nas novas canções do lado ritualístico do blues para a sua veia que melhor destila o bourbon, com um novo conjunto de dez canções perfeitas para homens sensíveis e mulheres de barba rija. O vídeo de "Hello Again" foi rodado no GrETUA, em Aveiro, e realizado pela La Casa Nostra; antecipa o novo álbum, "Prohibition Edition".

Os Moonshiners são um trio de blues de Aveiro, com dois EPs editados, a música "Man On Wire" parte da banda sonora do filme "Uma Vida Sublime" e concertos dados de Norte a Sul de Portugal e em países como Holanda, Hungria, ou Espanha. Em Outubro acrescentam mais quilómetros à sua carroçaria blues com actuações em Aveiro, no Teatro Aveirense no dia 21, e em Lisboa, no Sabotage no dia 29, com pós-festa assegurada por DJ sets de Victor Torpedo (Tédio Boys, The Parkinsons, The Blood Safari), Nuno do Roque e DJ A boy named Sue.

Depois de Aveiro… Moonshiners apresentam "Prohibition Edition" em Lisboa

Resultado de uma relação tumultuosa entre a inquietude da música e o luxo do seu ócio, os Moonshiners, constituídos por Gamblin' Sam (voz e harmónica), Susie Filipe (bateria) e Victor Hugo (voz e guitarra), surgem em Portugal no início de 2011. Sob a alçada de influências tão distintas como Robert Johnson e Amália Rodrigues, a sua música não podia deixar de ir buscar os seus ecos às esquinas mais meninas e aos seus velhos becos, a lupanares e botecos, às cidades baixas das águas-furtadas e aos tectos rentes das suas madrugadas.

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Em Outubro de 2013, após um longo perídodo de digressão desde o norte ao sul do país em que se dão em primeira mão à luz do público português, os Moonshiners lançam o seu primeiro EP, homónimo, constituído por seis faixas originais, gravado e masterizado por João Veludo. Conta com a participação de Alexandre Mano (no baixo) e Miguel Leitão (no saxofone). Neste Extended Play, em registo live, encontram-se canções sobre whisky e sobre cerveja, conversas entre Deus e o Diabo, réquiens de amor falhado, mas sobretudo eles próprios e a sua longa digressão: mais ao fim da noite do que ao do país. Malas e misturas feitas dos ritmos dos blues e do country, das harmónicas estridentes e dos riffs explosivos, os Moonshiners voltam à estrada com o seu primeiro registo discográfico no bolso, passando por festivais como Jardins Efémeros, OffBeatz, Fura e Vagueira Surf Fest.

2015 abre com boas notícias e o lançamento do seu primeiro álbum "Good News For Girls Who Have No Sex Appeal", abrilhantado pelo olho fotográfico de Paulo Moreira, da naked-fotografia. Contando com a presença dos músicos já anteriormente convidados e com a mesmíssima batuta técnica de João Veludo, este novo álbum conta também com a participação especial de Paulo Furtado (The Legendary Tiger Man). Constituído por sete faixas originais, este segundo trabalho deslinda uma banda mais madura consolidada e sobretudo viajada que alcança as mais novas e variadas direcções sem, apesar disso, perder o seu traço ou o seu destino original.

 

Em 2017 tocam pela primeira vez fora do país, primeiro no Eurosonic na Holanda, depois em Veszprem na Hungria e por último em Espanha numa mini tour. Com três singles lançados, "Really Into You", "Songrider" e "Musicommentary", os Moonshiners, anunciados viajados saltimbancos, traficando melodias e contrabandeando emoçôes, preparam

“Double or Nothing” de Frankie Chavez apresentado no Hard Club

Frankie Chavez apresentou no Hard Club o seu novo álbum “Double or Nothing”. O concerto, numa sala esgotada, contou também com a presença de Benjamim, Peixe e Sam Alone.

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Depois de “Heart & Spine”, em “Double or Nothing” vemos um Frankie Chavez mais maduro.

E deu provas disso em palco, com um concerto muito seguro, com uma boa intercalação entre ritmos apresentado num crescendo energético. Benjamim, um dos convidados, acompanhou Frankie pela quase totalidade do concerto, com a sua faceta multi-instrumental e incrível boa disposição. Peixe também subiu ao palco para tocar 2 músicas em formato mais intimista.

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A sala esgotada e a energia e boa disposição do público portuense  surpreendeu o artista e não houve margem para dúvidas de que ambas as partes se divertiram bastante. O encore foi prova disso mesmo, onde a energia que ainda restava foi esgotada em 4 músicas.DSC_6289 (Cópia)

Um concerto que vai ficar certamente na memória de todos os que fizeram parte e de quem assistiu.

 

Todas as fotografias podem ser vistas nas galerias do facebook da Glam Magazine.

Texto e imagens de Vasco Coimbra

Vodafone Mexefest… Novas confirmações: Sevdaliza, Mahalia e Paulo Bragança

Num cartaz que conta com nomes como Cigarettes After Sex, Destroyer, Oddisee, Manel Cruz, entre tantos outros, há sempre espaço para surpreender. A cantora iraniana-holandesa Sevdaliza, a jovem britânica Mahalia e o fadista português Paulo Bragança também têm presença marcada no Vodafone Mexefest.

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Com ecos de diferentes músicas e pronúncias, a voz de Sevdaliza só poderia ser deste tempo. Nasceu no Irão, mas a Holanda acabou por ser o destino dos pais, refugiados políticos, quando Sevdaliza tinha apenas 5 anos. É verdade que chegou a ser basquetebolista de alta competição, mas a música falou mais alto. Do desporto talvez tenha ficado a ética de trabalho. Sevda (é assim que todos a tratam) é obsessiva com a sua arte, controlando todos os processos da música que produz. O resultado é uma eletrónica capaz de emocionar, próxima do trip hop de bandas como os Portishead ou os Massive Attack, mas sem deixar de lado as influências de géneros como o grime ou o dubstep. Depois dos EPs “The Suspended” ou “Children of Silk”, ambos editados em 2015, o primeiro longa duração chegou em abril deste ano. “Ison” confirma Sevda como uma das vozes mais interessantes da atualidade. Ao vivo, não há expectativas frustradas: Sevdaliza continua a diluir as suas sombras na beleza da sua voz.

 

Mahalia Burkmar nasceu em Leicester, no ano de 1998. As primeiras canções chegaram bem cedo, “My Angel”, foi escrita com apenas oito anos de idade. Quando completou 13 anos, a jovem cantora assinou o seu primeiro contrato, com a editora Asylum Records. Apesar deste percurso, Mahalia não teve pressa para gravar, privilegiando o conhecimento de si própria e do mundo. Colaborou com a banda eletrónica Rudimental e já acompanhou estrelas como Ed Sheeran ou Kendrick Lamar. A simplicidade das suas canções serve a suavidade e delicadeza da sua voz. Com a ajuda de produtores do calibre de Steve Fitzmaurice ou Nineteen85, Mahalia não dá passos em falso neste início de carreira. “Diary of Me” é o primeiro álbum, com uma irresistível atmosfera pop, mas também com vontade de explorar outras linguagens, mais próximas do hip hop (ouça-se, por exemplo, o single “Sober”). O futuro é todo de Mahalia.

 

Paulo Bragança começou a sua carreira em 1986 e gravou o primeiro disco em 1992: “Notas sobre a Alma". David Byrne, líder dos Talking Heads, impulsionou-o para uma carreira internacional que viria a ser invejável. Apelidado pela imprensa internacional de “fadista punk”, Paulo Bragança foi uma das caras mais identificativas de um novo tempo da história do Fado. Depois do sucesso, viveu em absoluta e austera reclusão durante quatro anos. Pensar o pensamento era a rotina exaustiva diária desses tempos. E depois de seis anos sem qualquer contacto com Portugal, encontra-se agora no nosso país com Carlos Maria Trindade, seu editor e amigo de sempre, e já começaram a trabalhar juntos num novo álbum.

 

Cafe Republica apresentam álbum “Caravana”…

Após os singles "Um", "Jardim dos Olhos" e a faixa-título, chegou a hora de conhecer o álbum do Cafe República, "Caravana". A banda brasileira, que chega a Portugal para se apresentar na próxima semana, explora a psicodelia de suas influências, desta vez cantando em português em uma verdadeira viagem sonora.  O seu primeiro álbum de longa duração vem para apresentar um grupo amadurecido, focado e pronto a experimentar. Entre as novidades, as letras surgem em Português - ao invés do Inglês -, mas uma audição mais cuidadosa mostra uma viagem sonora ainda mais profunda.

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Chegar ao projeto do primeiro álbum traz novas visões para a reflexão de que existem inúmeras vertentes e épocas da psicodelia. Se antes o foco estava em viagens sonoras, letras abstratas e efeitos sintéticos, hoje o viés é outro: a sonoridade elegante, enxuta e com respiros entre os instrumentos. Bem diferente dos arranjos do EP “Ludere Occultant”, carregados de misturas. Em “Caravana”, olha-se muito em favor da canção, daquilo que se pretende dizer através das letras, antes de qualquer arranjo. A música é, portanto, quem coordena a criação, diferentemente de outros momentos em que a estrutura estética possuía a mesma relevância no momento de composição.

“A psicodelia nesse álbum está principalmente na interligação entre estilos e temas musicais diversos, sempre respeitando a canção. Está nos caminhos improváveis por onde as canções nos fizeram trilhar. No baião que evolui para folk, num circo que atravessa um pensamento sobre o que é sonhar. É uma psicodelia menos estética e mais voltada à linguagem”, revela Anderson Ferreira, o “Cabs” (teclado e sintetizador).

Além dele, a banda é formada por Octavio Peral (guitarra e voz), Barbanjo Reis (bateria e voz), Juca Sodré (baixo) e Ygor “Big” (guitarra).

“Chill Wild Life”… o álbum de estreia de George Marvinson já editado

George Marvinson é o pseudónimo criado por Tiago Vilhena (músico dos Savanna) para nos mostrar a sua visão do mundo em forma de canções. “Chill Wild Life”, o álbum de estreia, permite-nos acompanhar George nos seus dilemas, paixões e devaneios sob a forma de letras simples e honestas acompanhadas de uma musicalidade ora divertida ora nostálgica, sempre com um descomprometimento fora do vulgar.

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O disco foi gravado em família, no estúdio da Pontiaq, e é editado a 20 de Outubro de 2017, também pela Pontiaq. O primeiro single deste álbum, “Beni”, mostra uma faceta sedutora e romântica do músico. “My Summer” mostra-nos um espírito lutador e insistente, agressivo mas, ao mesmo tempo, divertido. “Lazy”, o terceiro single, desvenda uma opinião irónica sobre a realidade confusa dos dias de hoje.

Apesar de ter influências bem presentes de décadas passadas, George Marvinson não tem medo de dar uso a elementos e técnicas mais modernas. As músicas de “Chill Wild Life” começam a revelar ser uma composição quase autobiográfica de uma fase de vida atribulada de um jovem comum. "Chill Wild Life", com estas e outras músicas, sintetiza uma personalidade em mutação que, na sua confusão e diversidade de sons e inspirações, consegue mostrar também uma direcção bem vincada. Composto um quarto da cidade lisboeta, este álbum junta as experiências de uma mente consciente, mas que adora fantasiar.

 

Liam Payne lança novo single: “Bedroom Floor”

Liam Payne acaba de lançar o seu muito aguardado novo single, “Bedroom Floor”. Esta nova e provocadora canção é o seu segundo single a solo, sucedendo-se à sua estreia com o êxito mundial “Strip that Down feat. Quavo”.

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O tema foi composto em parceria com Charlie Puth, Noel Zancanella (OneRepublic, Taylor Swift), J Kash (Maroon 5, Nicki Minaj), Ammar Malik (Kesha, Jessie J), Aaron Jennings e Steve Mac – o aclamado compositor que coescreveu o single de estreia de Liam, “Strip That Down”.

Strip That Down feat. Quavo” é o melhor single a solo de um membro dos One Direction, e um enorme êxito global, tendo vendido mais de 5 milhões de unidades a nível mundial. Sobre o novo single, “Bedroom Floor”, Liam diz: “Estou muito entusiasmado por finalmente lançar esta canção. Tenho vindo a trabalhar nela há algum tempo e estou muito feliz de como soa. É um pouco diferente do que já ouviram de mim, mas mostra o caminho que estou a seguir com o álbum. É muito importante continuar a desafiar-me e a experimentar novas áreas.”

‘Coros do Anoitecer’ vence Grande Prémio CineEco 2017

O filme italiano ‘Coros do Anoitecer’, de Nika Saravanja e Alessandro D’Emilia, sobre as experiências do compositor eco-acústico David Monarch, na sua busca para registar uma paisagem sonora pura e contínua em 3D, no mundo distante e esquecido das florestas tropicais é o vencedor do CineEco 2017.

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Palmarés CineEco 2017

Competição Internacional Longas-Metragens

 

Grande Prémio CineEco 2017

Coros do Anoitecer (Dusk Chorus), de Nika Saravanja e Alessandro D’Emilia, com David Monarch, (Italy), 2016

Prémio Antropologia Ambiental / Liberty Seguros

Como Deixar o Mundo Seguir em Frente e Amar Todas as Coisas que o Clima não Pode Mudar? (How to Let Go of the World and Love All The Things Climate Can’t Change?), de Josh Fox, (EUA), 2016

Prémio Educação Ambiental / Associação Mares Navegados

Perseguindo Corais (Chasing Corals), de Jeff Orlowski (EUA), 2017

Menção Honrosa

Rio Azul: Pode a Moda Salvar o Planeta? (Riverblue: Can Fashion Save the Planet?), deDavid McIlvride, Roger Williams (Canada), 2016

 

Competição de Curtas-Metragens Internacionais, Documentários e Reportagens para Televisão

 

Prémio Internacional de Curtas-Metragens / Turistrela

Sob o Véu da Vida Oceânica (Unravelling the Ocean's Veil), de Quico Meirelles (Brazil), 201

Menções Honrosas:

Film Cego (Blind Film), de Jae Hyung Oh (Corea do Sul), 2016

Coração Limpo (Clean Heart), de Dina (Rússia), 2017

 

Prémio Internacional Água / Comissariado Português para o Fórum Mundial da Água – Brasília 2018

O Fim da Neve (The End of Snow), de Morgan Heim (EUA), 2016

 

Prémio Documentários e Reportagens para Televisão / Casas do Vidoeiro

Monopólio dos Oceanos (Oceans Monopoly), de Alexander Lahl, Max Mönch (Alemanha), 2016, ZDF/ARTE

Menção Honrosa:

Longyearbyen, Um Cidade Bipolar (Longyearbyen, Ville Bipolaire), de Manuel Deiller, (França), 2016

 

Competição de Filmes de Língua Portuguesa

 

Grande Prémio Lusofonia / Camacho Costa

Baía Urbana (Urban Bay), de Ricardo Gomes, (Brasil), 2017

Prémio Panorama Regional / Casa da Passarella:

Criados Na Serra (Raised In The Mountains), de Maria Inês Santos Mesquita, (Portugal), 2016

Menção Honrosa:

Nyo Vweta Nafta, de Ico Costa (Portugal), 2017

 

Prémio Júri da Juventude

 

Grande Prémio da Juventude:

Como Deixar o Mundo Seguir em Frente e Amar Todas as Coisas que o Clima não Pode Mudar? (How to Let Go of the World and Love All The Things Climate Can’t Change?), de Josh Fox, (EUA), 2016’

Menções Honrosas:

Rio Azul: Pode a Moda Salvar o Planeta? (Riverblue: Can Fashion Save the Planet?), de David McIlvride, Roger Williams (Canadá), 2016

Hamoun Outra Vez (Once Hamoun), de Mohammad Ehsani (Irão), 2016

Plantae, de Guilherme Gehr (Brasil), 2017

Criados Na Serra (Raised In The Mountains), de Maria Inês Santos Mesquita, (Portugal), 2016

 

O CineEco 2017, é organizado como habitualmente pelo município de Seia sendo este ano reforçado pela valorização dos recursos naturais preconizada pelo Festival iNATURE Serra da Estrela e que estará bem patente as atividades paralelas do Festival, como nas comemorações que antecedem a semana do CineEco.