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Glam Magazine

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Insomnium ao Vivo em Lisboa e Porto

Não deixa de ser curioso que, nos tempos que correm, o melhor death metal melódico seja feito fora da Suécia. No caso dos Insomnium, na Finlândia. Oriundos de um país com uma paisagem incrivelmente evocativa – que nos faz ter de imediato visões de longas e frias noites invernosas e de uma desolação quase opressiva –, ao longo das últimas décadas o quarteto oriundo de Joensuu estabeleceu-se como porta-estandarte da tendência no novo milénio. Apoiados em composições exímias tão épicas quanto melódicas, tão melancólicas quanto majestosas e tão brutais quanto belas, o quarteto regressa ao nosso país nos dias 9 e 10 de Abril de 2018, para uma data-dupla a acontecer no Hard Club e no RCA Club, no Porto e em Lisboa, respetivamente. Os autores do aplaudido “Winter's Gate” não chegam, no entanto, sozinhos a Portugal, fazendo-se acompanhar pelos suecos Tribulation que, entretanto, terão editado o aguardado sucessor do incontornável “The Children Of The Night”, um dos melhores álbuns de 2015 no espectro da música extrema.

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Criados há exatamente duas décadas, os Insomnium são hoje líderes e fieis representantes de um som que, durante os anos 90, fazia de Gotemburgo o seu solo mais fértil. Foi, de resto, para chegar à primeira divisão do género que o quarteto muito tem trabalhado ao longo dos anos. Nascidos  já fora de época, em 1997 os metalheads já viviam num mundo pós “The Jester Race”, “The Gallery” e “Slaughter Of The Soul”, os talentosos músicos finlandeses pegaram nas regras básicas do género e, reinventando a roda da N.W.O.S.D.M., entre 2002 e 2016, fizeram uma sequência de sete álbuns a que ninguém, que goste deste tipo de som, poderá apontar o dedo. Depurando a fórmula e tornaram-na tão sólida quanto possível, desenvolveram uma capacidade imensa para a composição de canções desafiantes, e com tanto de pujante como de melódico, que atingiram o pináculo no ano passado com a edição do registo mais ambicioso de sempre da sua carreira. Composto por um tema único de 40 minutos, “Winter's Gate” revela a versatilidade dos quatro músicos e prova que, afinal, até num espectro em que tudo parecia ter sido já inventado é possível surpreender.
 

Emergindo da escuridão do movimento underground sueco em 2004, os Tribulation mostraram-se ao mundo como uma banda de death metal, mas afastaram-se rapidamente do que era já uma tendência lotada, revelando uma visão intransigente da música extrema, que recusa ser algemada por quaisquer estereótipos de estilo. Editado em 2009, o exultante álbum de estreia “The Horror” recuperou o espírito de mestres tão antigos como os Morbid Angel, enquanto soava absolutamente fresco, numa combinação contagiante de death, thrash e heavy metal que lhes valeu elogios. O sucessor “The Formulas Of Death”, de 2013, viu-os expandirem o seu vasto leque de referências, resultando em 75 minutos de música negra e épica, com toques progressivos e cinemáticos. Nada poderia, no entanto, ter preparado os seus seguidores para o enorme salto que deram no espaço de apenas dois anos. Editado em 2015, “The Children Of The Night” estabeleceu-os como um dos mais aventureiros projetos saídos do movimento escandinavo na última década e foi alvo de ótimas reações, sendo mencionado como um dos melhores discos do ano no espectro da música extrema. 

 

9 de Abril 2018 - Hard Club (Porto)

10 de Abril 2018 - RCA Club (Lisboa)

 

Band of Holy Joy de regresso a Portugal

Os Band Of Holy Joy estão de regresso a Portugal para 2 concertos (3 e 4 de novembro, Lisboa – Sabotage e Porto - Cave 45) com um novo album na bagagem, “Funambulist We Love You”.

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Com uma vitalidade invejável, os Band Of Holy Joy são hoje um elegante processo criativo que se instala na música Indie (no próprio sentido do Indie), como o faz com as conotações “brechtianas” tão presentes nas encarnações passadas da banda. Eles têm uma linhagem, mas nunca se vergam por ela, preferindo forjar para a frente. Eles têm uma história, mas nunca se deixaram absorver por ela. Nos últimos anos eles têm crescido em silêncio, surgindo agora totalmente renascidos e com um renovado propósito de som e de visão musical.

 

Já este ano, editaram o EP “Brutalism Begin At Home”, com um som adocicado e pop, mas em melodicamente sintonizado com o percurso da banda. Recentemente assinaram com a Tiny Global, provavelmente a mais adequada editora para garantir uma boa cumplicidade em termos de roster e de visão estratégica, tanto para a banda como para o seu público, tendo o lançamento do novo álbum “Funambulist We Love You” ocorrido na passada sexta-feira, e que servirá de mote neste seu regresso a terras lusas.

“Os Dias da Madredeus”… finalmente restaurado na sua íntegra

A 10 de Novembro de 2017, precisamente 30 anos após a sua edição, o primeiro álbum dos Madredeus, “Os Dias da Madredeus”, vai ser publicado num duplo LP de vinil e num CD simples de edição limitada fac-similados, que reproduzem ao pormenor o luxuoso LP original de 1987 e repõem na íntegra o alinhamento original. Nessa altura, não se adivinhava ainda o triunfo internacional que tornaria o grupo no grande embaixador global da música portuguesa dos anos 1990. Os Madredeus eram o projecto paralelo que Pedro Ayres Magalhães, então nos Heróis do Mar, e Rodrigo Leão, dos Sétima Legião, haviam criado como “um grupo de música portátil”, que pudesse viajar facilmente pelo mundo com instrumentos acústicos. E não tinham ainda nome.

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O disco vinha assinado individualmente pelos cinco integrantes do grupo – Pedro Ayres à guitarra clássica, Rodrigo Leão ao teclado, Gabriel Gomes (também dos Sétima Legião) ao acordeão, Francisco Ribeiro ao violoncelo e Teresa Salgueiro, então uma jovem e desconhecida cantora com apenas 18 anos de idade. O título do LP, Os Dias da Madredeus, referia-se à zona do bairro da Madre de Deus, onde ficava o Teatro Ibérico que era a sala de ensaios do projecto; e ao facto do álbum aí ter sido gravado ao longo de três dias, a 28, 29 e 30 de Julho de 1987.

 

Na verdade, “Os Dias da Madredeus” foi gravado de madrugada, inteiramente ao vivo, com um gravador digital de duas pistas, depois dos eléctricos deixarem de passar e com os músicos a tocar descalços em cima de almofadas. Não houve pós-produção e todas as misturas foram feitas no momento durante cada take. A nova edição marca o primeiro verdadeiro restauro sonoro que “Os Dias da Madredeus” vê em 30 anos, desde o lançamento original em 1987. Nessa altura, a primeira tiragem esgotou rapidamente, “A Vaca de Fogo” tornou-se num êxito, os Madredeus foram o grupo revelação do ano.

 

E, pela primeira vez, a edição em CD repõe a íntegra dos 16 temas do alinhamento original do LP. Em 1987 a tecnologia limitava um compact-disc aos 70 minutos de música, o que implicou que, para caber num único CD, Os Dias da Madredeus fosse amputado de um tema. “A Estrada do Monte”, por isso, ficou de fora da edição em CD. Com o avanço da tecnologia, esta é a primeira vez que em 30 anos que o CD volta a incluír aquele que se tornou num dos temas mais queridos dos Madredeus.

 

A nova edição, quer em LP quer em CD, reproduz na íntegra o arranjo gráfico original da pintura de José Alexandre Gonefrey, em capa dupla texturizada com badanas. 30 anos depois, é um grande momento da música portuguesa que reencontramos, como novo, como se fosse hoje. Os Dias da Madredeus será reeditado a 10 de Novembro em duplo LP e CD simples restaurados, remasterizados e fac-similados da edição original.

 

26ª edição do Guimarães Jazz evoca 100 anos de discos de jazz

De 8 a 18 de novembro, Guimarães recebe mais uma edição do seu festival de jazz. Este ano, o mundo celebra os 100 anos decorridos desde a gravação do primeiro registo discográfico de jazz, um momento simbólico que mudaria para sempre a história desta música. É precisamente esta efeméride que orienta o conceito programático da 26ª edição do Guimarães Jazz.

Nels Cline & Michael Leonhart (1)

 

Um dos traços distintivos do Guimarães Jazz é o facto de este ser um festival com um conceito: um conceito primacial e transversal a todas as edições que todos os anos se ramifica em sub-conceitos e ideias de programação subjacentes ao alinhamento em causa. Na sua edição transata, o festival cumpriu vinte e cinco anos de um percurso de reconhecida coerência e vitalidade artística e, nessa ocasião, a organização enfatizou a importância de um festival questionar permanentemente a sua própria história, partindo da ideia segundo a qual pensar a História é, em certo sentido, uma das estratégias possíveis de fazer História.

Em 2017, a matriz programática do festival passa pela sinalização dos 100 anos decorridos desde a gravação do primeiro registo discográfico de um género musical, até aí quase absolutamente desconhecido e ainda impreciso terminologicamente, a que se convencionou chamar “jazz”. Apesar da irrelevância do acontecimento em termos estritamente musicais, a gravação da Original Dixieland Jass Band corresponde, numa dimensão simbólica, à fundação de uma linguagem musical autónoma. A partir desse momento, a história do jazz mudaria para sempre, até porque a documentação em registo sonoro teve importantes implicações no desenvolvimento de uma música intrinsecamente volátil e que foi sempre, desde a sua génese, baseado na improvisação e na execução em tempo real.

 

Assinalar esta efeméride corresponde, portanto, a questionar e problematizar a noção de património, tanto a um nível narrativo como musical, sugerindo assim uma nova organização da história. É a partir desta ideia de programação que se entretecem as relações entre os diferentes projetos presentes no alinhamento e é também ela que justifica, em parte, a transversalidade de gerações e idiomas musicais presentes nesta edição. Inserido num contexto marcado pela multidisciplinaridade, politemporalidade e polissemia dos fenómenos musicais, o Guimarães Jazz propõe-se captar uma visão panorâmica do passado para, assim, operar uma transformação cultural, o que implica olhar com a mesma atenção para os diferentes estratos temporais que sedimentam a contemporaneidade e identificar neles os sinais que apontam para o futuro, ainda desconhecido, desta música. Cartografar a memória é radiografar o presente.

 

Eclético, aberto e transversal, o Guimarães Jazz pretende afirmar-se como polo difusor de uma reflexão alargada sobre o futuro do jazz e, em sentido mais lato, das práticas musicais e artísticas do século XXI. No entanto, pretendemos sobretudo que nem esse desígnio discursivo, nem o conceito que lhe subjaz, nos distraiam da nossa missão fundamental de divulgação do jazz, através de projetos nos quais, além da pertinência dos seus pressupostos artísticos (um critério fundamental de programação), seja também ponderada a importância de dar a conhecer ao público músicos de grande qualidade, mesmo quando não são eles os líderes das formações.

Nels Cline (1)

O concerto inaugural da edição de 2017 do Guimarães Jazz será protagonizado pelo extraordinário guitarrista Nels Cline (08 novembro), que apresentará o seu muito celebrado projeto “Lovers” acompanhado da Orquestra de Guimarães. Os 100 anos da primeira edição discográfica de jazz são celebrados explicitamente no segundo momento do festival, que apresentará o espetáculo “Jazz – The Story” (09 novembro), desenvolvido pela All Star Orchestra, um ensemble de músicos notáveis onde pontificam, entre outros, os saxofonistas Vincent Herring e James Carter e o contrabaixista Kenny Davis. Seguem-se dois momentos fortes da edição de 2017, reveladores da amplitude geracional e estilística presente neste alinhamento: o vanguardista e histórico baterista do free jazz Andrew Cyrille (10 novembro), que interpretará o álbum “The Declaration of Musical Independence”, considerado um dos grandes discos de jazz de 2016, e a banda Mostly Other People Do The Killing (11 novembro) – um dos mais relevantes e desafiantes projetos de jazz do segundo milénio, o qual se apresentará em septeto pela primeira vez em Portugal.

Jan Garbarek (3)

A segunda semana será preenchida pelo regresso a Guimarães do incontornável Jan Garbarek a 16 de novembro (num concerto que contará com a presença do percussionista indiano Trilok Gurtu), pela atuação da baterista norte-americana Allison Miller (acompanhada por músicos de grande qualidade, como Myra Melford, Ben Goldberg e Kirk Knuffke, entre outros) a 17 de novembro e, finalmente, pela apresentação do espetáculo “Real Enemies”, liderado pelo idiossincrático Darcy James Argue (18 novembro) e executado pela sua big band Secret Society (também uma estreia em solo nacional), um projeto musical inovador com uma dimensão de reflexão política sobre o mundo de vigilância e paranoia digital em que vivemos hoje.

 

A edição de 2017 do Guimarães Jazz incluirá também, para além do programa principal de grandes concertos, duas atuações no Pequeno Auditório do CCVF – a banda VEIN, que contará com a colaboração do reputado saxofonista Rick Margitza (11 novembro), e o quarteto de Jeff Lederer e Joe Fiedler, acompanhado pela vocalista Mary LaRose (18 novembro), grupo que será responsável pelas tradicionais jam sessions e oficinas de jazz, bem como pela direção da Big Band e do Ensemble de Cordas da ESMAE. Por fim, o projeto de parceria entre o Guimarães Jazz e a Porta-Jazz (12 novembro) volta a conhecer um novo capítulo, desta vez incidindo numa relação de cruzamento disciplinar entre música e teatro, que contará com a colaboração do dramaturgo Jorge Louraço Figueira, da atriz Catarina Lacerda e dos músicos Nuno Trocado, Tom Ward, Sérgio Tavares e Acácio Salero.

Octa Push ao vivo na Casa da Cultura em Setúbal…

Os Octa Push são um projeto formado pelos irmãos Leo e Bruno que funde música lusófona (com ligações aos PALOP) e eletrónica, tendo passado pelos palcos do Sonar Festival, Fabric, Amsterdam Dance Event e NOS Alive, entre muitos outros.

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O mais recente álbum, “Língua”, constitui uma homenagem à música lusófona feita nos últimos 40 anos, cruzando influências e ritmos contemporâneos e de diferentes latitudes, e conta com a participação de nomes como Tó Trips, Batida, Cachupa Psicadélica, Ary (Blasted Mechanism), João Gomes (Orelha Negra), Braima Galissa e Gospel Collective

 

Casa da Cultura (Setúbal)

4 de Novembro 2017 |  22.00h

“Action Lekking”… novo álbum do Brasileiro Negro Leo

O cantor e compositor Negro Leo, uma das novas vozes da MPB, lançou recentemente o disco "Action Lekking", que aborda vários temas sociais e culturais, destacando fenômenos Brasileiros como os “rolezinhos”, as “cotas”, os “leks” - vozes que surgem do caos urbano, emergentes, resistentes e urgentes.

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Em 2015, o tema “Você Não Vai Passar”, interpretada e gravada por Ava Rocha, foi vencedor da categoria “Novo Hit do Prêmio Multishow” de Música Brasileira. No mesmo ano, o lendário Iggy Pop incluiu a faixa “Underground Impossible Hit” no seu programa Iggy Confidential para a rádio BBC 6 de Londres.

A sua experiência nos palcos acontece pelo mundo fora, em lugares tão diferentes como Cafe Oto (Londres), Counterflows Festival (Glasgow), Festival NRMAL (Cidade do México), Festival Novas Frequências (Rio de Janeiro) Virada Cultural Paulista (São Paulo), entre outros. 

The Last Internationale… dia 10 novembro em Portugal

Os The Last Internationale passam pelo teatro da Associação Socorros Mútuos em Freamunde, num concerto exclusivo em Portugal.

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Com passagem pelo palcos principais do Alive'14 e Paredes de Coura'16, a banda norte-americana regressa à Europa em novembro para alguns concertos. A passagem por Portugal seria obrigatória - e com saudades dos palcos portugueses.

A sala da Associação Socorros Mútuos Freamundense é a escolhida para um único concerto agendado, com a organização da associação The New Party Makers.

Patrícia Candoso ao vivo no Auditório Carlos Paredes

Depois de ter lançado “Frenética” em janeiro deste ano, Patrícia Candoso continua a fazer chegar a sua música ao público através de espetáculos intimistas.

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Assim, Patrícia Candoso estará em concerto dia 10 de novembro, pelas 22h, no Auditório Carlos Paredes, em Lisboa, apresentando ao vivo temas como “Em bruto” e “Só Sei Que Nada Sei”. Esta é a oportunidade perfeita para escutar o mais recente trabalho de Patrícia Candoso, produzido pelo cantor/compositor Mikkel Solnado e editado pela Music In My Soul.

 

Auditório Carlos Paredes (Lisboa)

10 de Novembro 2017 | 22.00h

 

Migos lançam primeiro single de “Culture 2”… “Motor Sport (feat. Nicki Minaj & Cardi B)”

O supergrupo do hip hop do ano, Migos, acabam de lançar “Motor Sport (feat. Nicki Minaj & Cardi B)”, o primeiro single do próximo álbum, o muito aguardado “Culture 2”. O trio constituído por Quavo, Offset e Takeoff convidaram Nicki Minaj e Cardi B a participar no tema, dando as rappers rimas ferozes sobre a produção de Murda Beatz (Drake, Gucci Mane) e CuBeatz (Lil Uzi Vert). “Motor Sport” é um momento crucial na música moderna, juntando no mesmo tema duas das maiores rappers femininas do momento.

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O tema sucede-se ao platinado álbum “Culture”, um ponto de viragem para o trio de Atlanta e para o hip hop em geral, tendo o disco entrado diretamente para o 1.º lugar lugar do top 200 da Billboard. Este feito confirmou o esforço do grupo em se manter sempre na vanguarda, um esforço que solidificou o seu papel como os artistas mais influentes do ano. Os seus flows idiossincráticos são agora ubíquos no espectro musical, enquanto o grupo se mantém no zeitgeist do hip hop. Este álbum seminal produziu singles platinados como “Bad and Boujee feat. Lil Uzi Vert", "T-Shirt" e “Slippery feat. Gucci Mane”. Com "Culture" os Migos passaram de um fenómeno da internet para as páginas da GQ, Rolling Stone, Atlantic Monthly ou para os palcos de programas como Saturday Night Live, The Tonight Show with Jimmy Fallon, Ellen e Jimmy Kimmel Live.

 

Donald Glover comparou os Migos aos “Beatles desta geração” e o canal BET elegeu os Migos o Melhor Grupo do Ano nos BET Hip Hop Awards. Este fenómeno indubitavelmente entra em alta velocidade com o lançamento iminente do terceiro álbum de estúdio do grupo , que promete ser mais um sucesso de hip-hop, “Culture 2”.

Novembro é prenúncio de nova exposição, visitas, conversas e oficina alusiva às Nicolinas na Casa da Memória de Guimarães

O mês de novembro reserva especiais novidades na Casa da Memória de Guimarães (CDMG). Logo no dia 4, às 16h00, a Casa abre portas para nos desvendar uma mostra fascinante, preservada por um dedicado colecionador vimaranense. “Raimundo Fernandes, Um Colecionador de Guimarães” é o título desta mostra programada no âmbito do ciclo de exposições temporárias “Memento”, cuja primeira edição (“Jantar de Domingo à Tarde”) terminou em finais de outubro. No dia da inauguração da sua exposição, Raimundo Fernandes será igualmente o protagonista do Guia de Visita deste mês. No dia 10, a Casa da Memória acolhe uma nova sessão no âmbito do ciclo de conversas “Têxtil: A Memória do Futuro”, e a fechar a programação, no dia 19, o Domingos em Casa propõe uma oficina de construção de instrumentos de percussão com materiais inusitados, numa alusão ao Pinheiro, número que abre as tradicionais Festas Nicolinas.

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No primeiro sábado do mês, dia 4, às 16h00, a CDMG dá a conhecer, em primeira mão, a exposição “Raimundo Fernandes, Um Colecionador de Guimarães”. Ao longo de toda a sua vida, Raimundo Fernandes colecionou centenas de objetos ligados a Guimarães e à sua região. Acumulou moedas, pintura, escultura, fotografia, medalhística e demais artefactos de temática vimaranense, com especial incidência na figura de Afonso Henriques. Este é o momento em que o espólio de Raimundo Fernandes – ou melhor, parte dele – se mostra e partilha nesta mesma forma e condição, um gabinete de curiosidades onde cabe Guimarães, em si e no mundo, uma causa persistente, obsessiva e memorialista: um atlas de todas as coisas Guimarães. A exposição tem entrada livre e ficará patente na Casa da Memória até 04 de março de 2018.

 

No mesmo dia, às 16h00, coincidindo com a inauguração da sua exposição, a Casa da Memória convida Raimundo Fernandes para ser o Guia de Visita do mês de novembro. Nascido em Guimarães, em 1943, Raimundo Fernandes, profissional do setor têxtil, é um colecionador de referência de Guimarães. Em dia de inauguração do “Memento – Raimundo Fernandes, Um Colecionador de Guimarães” – que melhor Guia de Visita que não o próprio colecionador: da exposição “Território e Comunidade” para o seu próprio (e espantoso) gabinete de curiosidades, Raimundo Fernandes partilhará e explicará as suas memórias de colecionador e vimaranensista.

 

No dia 10, às 21h30, terá lugar uma nova conversa inserida no ciclo “Têxtil: A Memória do Futuro”. Para trás ficam as memórias da Revolução Industrial do séc. XIX e as lembranças mais recentes do Estado Novo – e a sua relação com a indústria – para se embarcar numa nova etapa deste conjunto de conversas. É chegado o tempo em que ciência e técnica penetram naturalmente na indústria. Socialmente, a cultura científica e tecnológica, bem como a sensibilização para a ciência são ainda insuficientes. Num mundo em transformação política, económica, a queda de muros, o mercado global e o aparecimento de novas moedas, transformou um paradigma com décadas de existência. E a mudança repercutiu-se numa crise sem paralelo. É o tempo dos paradoxos: as grandes fábricas encerram, milhares de operários ficam desempregados, inicia-se o processo de desindustrialização e desmantelamento. Uma parte da história começa a apagar-se da memória daqueles que a viveram. Ao mesmo tempo, surgem novas universidades e o mundo parece oferecer oportunidades de mudança com a ciência e tecnologia no centro desta nova era. Nesta sessão vai tentar perceber-se de que forma a indústria têxtil se tornou uma espécie de Fénix.

 

No penúltimo domingo do mês, 19 de novembro, às 11h00, uma das oficinas previstas na mediação da Casa da Memória abre-se ao público geral. Em mês de Festas Nicolinas, o Domingos em Casa convida os participantes a replicar o ritmo e som de uma caixa. Vão-se construir instrumentos de percussão com materiais inusitados e experimentar ritmos com as mãos, com os pés e com a boca

 

Vítor Bacalhau apresenta novo Álbum em Braga

Depois de 2 anos de tour com o seu álbum de estreia “Brand New Dawn”, Vítor Bacalhau lança agora seu segundo álbum, “Cosmic Attraction”. “Dirty Little Girl” foi o primeiro single lançado em Junho deste ano. Neste mês de Outubro lançou o segundo single intitulado "Old Soul" com a participação especial de Budda Guedes.

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O concerto de lançamento de “Cosmic Attraction” já tem dia e hora marcada. Será em Braga no Theatro Circo no dia 3 de Novembro. O concerto está inserido no 1.º Festival Internacional de Blues de Braga, o "Nova Arcada Braga Blues".

 

 

De forma a capturar toda a energia deste Power Trio, “Cosmic Attraction” foi gravado sem overdubs, sem metrónomo e sem munição. Este novo trabalho de Vítor Bacalhau é sem dúvida um reflexo dos inúmeros concertos tocados pela banda nos últimos anos, e também de novas experiências e vivências na vida do músico.

Cosmic Attraction” foi gravado nos Estúdios da Mobydick Records e conta com a produção, gravação e mistura de Budda Guedes. Masterizado por Frederico Cristiano, no Mechanical Heart - Mastering Sessions.

O Álbum estará disponível nas plataformas digitais no dia 3 de Novembro.

John Maus estreia “Screen Memories” em Portugal

O 4º álbum de John Maus, “Screen Memories”, foi editado na passada sexta feira, 27 de Outubro via Domino Recordings. Este trabalho é o primeiro a ser editado depois de um hiato de 6 anos.

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O disco vai ser apresentado em Portugal já nos próximos dias 31 de Outubro no Maus Hábitos no Porto, e dia 1 de Novembro é a vez da ZDB, já esgotada, receber o artista.

 

Quid apresenta “Ex-Passos” ao vivo e em edição digital

Os Quid são projeto de originais em português que, a ter de ser catalogado, fica confortavelmente "incluído na cena pop/rock/alternativo em formato acústico". Têm a sua origem em Alcântara, Lisboa, e há um ano editaram o EP “Gramática de Ser”, que rodou em showcases e concertos pelo país.

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Agora é a vez do single "Ex-Passo" chegar às plataformas digitais e dar a conhecer melhor a nossa música de Quid. Com edição mundial, via plataformas digitais, marcada para 3 de novembro, "Ex-Passos" é apresentado ao vivo no dia seguinte, pelas 19h00, nas Escadinhas de Santo Amaro (Alcântara).

"Sem Filtros" será o primeiro álbum dos Quid, um projecto de originais, em português, esboçado há cerca de 10 anos e que, agora, avança convicto na cena musical Pop/Rock/Alternativo. Anabela Tomás dá voz às letras intimistas e às melodias que ecoam  dos acordes das violas de Luís Santos.

Na sua equipa, os Quid conta ainda com Margarida Moser - Cello; Rui Hopffer Bateria/percussão e Humberto Silva - Baixo. “Analepse”, “Ego” , “Veludo Azul” e “Recordo o Dia” serão alguns dos temas que farão parte deste primeiro longa-duração, para além do cartão de visita “Ex-Passos”.