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Glam Magazine

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União das Tribos convidam Tim, João Grande e Kalú

Depois de terem percorrido o país entre Fevereiro e Setembro com o álbum “Amanhã” na bagagem, a União das Tribos apresenta a “Tour de Inverno” com oito datas de Norte a Sul do país.

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Sozinhos ou acompanhados por Tim (Xutos & Pontapés), Miguel Angelo (Delfins), Anjos, Mafalda Arnauth ou António Manuel Ribeiro (UHF), o grupo impressiona pela qualidade do repertório e entrega dos músicos em palco. No dia 24 de Novembro a União das Tribos apresenta-se pela primeira vez ao vivo no Porto, na mítica sala do Hardclub. Nessa noite, estarão acompanhados por António Manuel Ribeiro (UHF) e os estreantes com a União, João Grande (Táxi) e Kalú (Xutos & Pontapés). Este é o primeiro concerto da “Tour de Inverno” que terminará a 8 de Dezembro em Cascais, passando por Azeitão, Portimão, Olhão, Guia, Faro e Oeiras.

 

"Sozinho" é a canção de abertura do álbum "Amanhã" da União das Tribos. Tim, a voz dos Xutos & Pontapés, participa com o grupo naquele que é o segundo single extraído do disco editado em Fevereiro passado. Na tradição dos grandes grupos históricos do rock Português, “Sozinho” é uma canção balanceada pela secção rítmica, guitarras potentes e interpretação das vozes de Mauro Carmo e Tim, captadas pela câmara do génio Zé Pinheiro.

 

“Jardim zoológico de vidro” de Tennessee Williams…

Jardim zoológico de vidro” foi o primeiro êxito de Tennessee Williams na Broadway chega no próximo dia 2 de Dezembro ao Auditório do Cine-Teatro de Estarreja com encenação de Jorge Silva Melo

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Trata-se de uma peça exemplar, sobretudo quando se pretende ficar a conhecer o modo como o autor traduz as disfunções da sociedade por meio de crises pessoais e familiares. O Jornal de Letras, fala de “uma colecção rara e excepcional de quatro actores” e de “uma encenação delicada e inspirada de Jorge Silva Melo”.

O Fascismo [Aqui] Nunca Existiu do Teatro Art’imagem…

Estreado no fim-de-semana passado, a 107.ª criação do Teatro Art’Imagem, na segunda apresentação do espectáculo ao público, numa co-produção do Teatro Diogo Bernardes para a temporada de estreia, O Fascismo [Aqui] Nunca Existiu! sobe à cena nesta sala, em Ponte de Lima, sexta-feira, dia 24 de Novembro.

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Da pequena história… Uma família numerosa, avôs, pais, tios, irmãos e a visita regular de familiares que vinham da terra à grande cidade. Uma casa portuguesa, pobre mas honrada, num país que a Igreja Católica velava e a ensinava a ser pobre e agradecido aos que nos governavam por desígnio divino.

A sua bênção meu pai, dizia o menino, beijando as costa da mão direita do seu progenitor. Deus te abençoe meu filho, era a resposta acompanhada de um toque de mão, também direita, na sua cabeça.

Eram os anos sessenta.

Sabe minha senhora, falava a mãe, o meu filho mais velho, é muito esperto e inteligente, podia falar dele ao senhor doutor. Sabe, com doze anos fez a comunhão solene e o crisma e passou nos exames de admissão para o ensino técnico e também para o liceu. Precisava tanto de lhe arranjar um emprego.

Foi para o Curso Comercial, o liceu era apenas para os filhos da patroa, no segundo ano lectivo, com 14 anos, passou para o curso nocturno, o senhor doutor tinha-lhe arranjado um emprego. Agradece ao senhor, dizia-me sempre a minha mãe. Eu agradecia corado, envergonhado.

Os primeiros tremores e amores, o pecado e o medo moravam sempre ao lado.

Só pecava depois de se confessar e comungar, esforçava-se o menino.

A reza diária do terço em casa e a visita da sagrada família. O senhor Padre Luís que apagava a televisão para que os rapazes não pecassem a ver as raparigas de fato de banho (os biquínis ainda não tinham aparecido) ou os beijos que os filmes mostravam.

Os primeiros teatros na catequese de peças só com meninos. As revistas aos quadradinhos que seu pai lhe comprava. O cavaleiro andante, o mundo de aventuras, o condor popular, ansiosamente lidos e partilhados...

Depois os livros maiores que começaram com Verne e Salgari, as sessões duplas no Carlos Alberto no Central-Cine ou no Cine-Foz com idas a pé ao domingo do Palácio à foz do Douro, sempre com medo de não entrar porque o filme nunca era para a sua idade. A descoberta do TEP-Teatro Experimental do Porto...

Da grande história.

As eleições com Delgado, o movimento sindical e as lutas da oposição, a tropa e a ida para a guerra colonial. A pide e tudo...

A história do país, do mundo.

 

Texto, Dramaturgia e Encenação: José Leitão

Assistente de Encenação: Daniela Pêgo

Interpretação: Flávio Hamilton, Inês Marques, Luís Duarte Moreira, Patrícia Garcez e Susana Paiva

Direção Técnica, Desenho de Luz e Vídeo: André Rabaça

Direção de Movimento: Daniela Cruz e Constanza Givone

Figurinos: Luísa Pinto

Espaço Cénico: José Leitão e José Lopes

Direção Musical e Sonoplastia: Pedro ´Peixe` Cardoso

Fotografia: Paulo Pimenta

Produção: Sofia Leal e Daniela Pêgo

 

Deolinda anunciam pausa na carreira…

Após dez anos de profunda atividade os Deolinda anunciam uma pausa na carreira por tempo indeterminado. A banda de Ana Bacalhau, Luís José Martins, Pedro da Silva Martins e Zé Pedro Leitão encerra assim um ciclo de uma década que permitiu editar quatro discos de estúdio e um CD/DVD ao vivo, para além de cerca de mil concertos espalhados por 31 países e quatro continentes. Esta pausa servirá para que os elementos do grupo se dediquem a outros projetos artísticos que neste momento necessitam da sua total atenção.

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Os Deolinda desejam ainda agradecer a todas as pessoas que os ajudaram a cumprir o seu projeto ao longo de todos estes anos, com especial destaque para o público que acarinhou a banda de uma forma única e inesquecível.

Jorge Drexler, Mulatu Astatke e sessões de contos encerram Festival Sons em Trânsito

Em 2017, o Festival Sons em Trânsito volta a incluir na programação os contadores de histórias. Com entrada gratuita, no sábado durante a manhã, às 11h00, Ivo Prata conduz uma sessão de contos infantis para toda a família. Na véspera, à noite, para os maiores de 6 anos, Quico Cadaval dinamiza uma sessão logo após o concerto de Jorge Drexler, e, no dia seguinte, após o concerto de Mulatu Astatke.

 

Hoje a programação é composta por Roberto Fonseca, brilhante pianista cubano que fez digressões mundiais com Orquesta Buena Vista Social Club, e Vinicio Capossela, mítico cantautor e poeta italiano, que nos apresenta o novo álbum; Amanhã, Júlio Resende interpreta “Amália por Júlio Resende”, seguindo-se Jorge Drexler, o multi-galardoado (Óscar, Latin Grammy, Goya) artista urugaio, terminando com um set de Colorau Som Sistema; A noite de sábado começa com o projecto brasileiro embaixador do funzy, Liniker & os Caramelows e culmina com concerto de Mulatu Astatke, conhecido como o pai do Ethio-Jazz, da Etiópia, estando o encerramento, em tom de festa, a cargo do casal de Djs do Porto, Ohxalá.

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 Contos Infantis, dia 25, sábado às 11h00 na Sala Estúdio.

 

“Sessão de histórias e contos do mundo, pouco mundanas mas bem voadoras. Acompanhados por energias sonoras e corpóreas, vão proporcionar às pessoas pequenas e suas acompanhantes, uma viagem de imaginação e descoberta cultural.
Sessão de leitura expressiva dirigida ao público infantil e familiar com a duração aproximada de 40min (a não ser que o público obrigue a mais). Obrigatório trazer sorrisos grandes e sentidos atentos (e quem sabe, até um livro lá de casa para ser lido).
Alegria, energia e boa disposição, onde as palavras e ilustrações se misturam com saltos, caretas e gargalhadas do mundo!”
Ivo Prata

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Quico Cadaval teve aulas com um professor entusiasta de castigos físicos e da literatura barroca. Dirigiu espectáculos com a presença de bêbedos, traficantes, imigrantes ilegais e ciganas vingativas. Escreveu peças protagonizadas por traficantes mudos, piratas (mulheres), pintores aristocratas, músicos ambulantes e vendedoras de amor ao pormenor.

As Golden Slumbers estreiam-se em Barcelona em Dezembro

Depois de uma pequena digressão por Espanha no Outono do ano passado, as Golden Slumbers actuam em Barcelona, no dia 2 de Dezembro, no Centre de Cultura Contemporània de Barcelona (CCCB), a convite do Consulado-Geral de Portugal naquela cidade.

Na mesma noite, actuam Medeiros/ Lucas e Duquesa.

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Antes da estreia em Barcelona, a banda passa hoje, 23 de Novembro pelo Porto ("Quintas de Leitura" no Teatro Municipal do Porto - Rivoli) e no dia 26 de Novembro por Évora (na inauguração nova loja da FNAC).

Depois do Mexefest e antes do South By Southwest, Surma vai ao Eurosonic

Em Outubro lançou o seu disco de estreia e, desde então, já o mostrou em mais de 20 salas, foi confirmada para a edição de 2018 do festival norte-americano South By Southwest e amanhã actua no Vodafone Mexefest.

Entretanto, a edição de "Antwerpen" também ganhou a forma de vinil.

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Mas as novidades não ficam por aqui. Surma acaba de ser anunciada para o próximo Eurosonic (de 17 a 20 de Janeiro), com direito a dois showcases na cidade holandesa de Groningen.

Depois de em 2017 Portugal ter sido o country focus, a edição de 2018 do Eurosonic vai contar com seis presenças nacionais (Xinobi, TT Syndicate, Surma, Serushiô, Omiri e Diron Animal).

 

A presença de Surma no Eurosonic fica também marcada como ponto alto no meio de uma digressão europeia de cinco datas - entre 17 e 21 de Janeiro - que tem início em Bruxelas e que acaba em Antuérpia (no clube de Klaas Janzoons, dos dEUS), passando por Groningen e Courtrai.

Shawn Mendes eleito Artista Favorito nos American Music Awards

Shawn Mendes foi recentemente eleito o Artista Favorito Adulto Contemporâneo nos American Music Awards, vencendo contra Bruno Mars e Ed Sheeran. Este foi o primeiro American Music Award conquistado pelo jovem lusodescendente, que subiu ao palco do Microsoft Theater para interpretar o sucesso “There’s Nothing Holdin’ Me Back”.

ShawnMendesAmasRecentemente, Shawn Mendes lançou o disco ao vivo “MTV Unplugged”, que reúne os seus maiores êxitos em versões intimistas, interpretadas no The Theatre do Ace Hotel, em Los Angeles, concerto este integrado na icónica série de espetáculos “Unplugged” da MTV.

Além de Shawn Mendes, muitos outros artistas saíram vencedores da última edição dos American Music Awards.

O grande êxito do ano, “Despacito”, de Luis Fonsi & Daddy Yankee, foi distinguido com os prémios de Colaboração do Ano e Canção Favorita Pop/Rock pela versão com Justin Bieber.Niall Horan, que se estreou recentemente a solo com o álbum “Flicker” e que a 12 de maio atua no Coliseu de Lisboa, foi premiado como Artista Revelação. O músico tocou ao vivo o single “Slow Hands”.

 

Lady Gaga, que interpretou o tema “The Cure” na cerimónia, saiu também vencedora, tendo sido eleita a Artista Feminina Favorita Pop/Rock, enquanto os Imagine Dragons receberam o prémio de Grupo Favorito no mesmo género musical.

Kendrick Lamar levou para casa o prémio de Álbum Favorito de Hip Hop e Drake o de Artista Favorito de Hip Hop.

Nick Jonas, Demi Lovato, Selena Gomez e Alessia Cara foram outros dos artistas que este ano também atuaram nos American Music Awards.

 

 

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