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Glam Magazine

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Cantora brasileira Raquel Reis divulga “visualette” para faixa título do álbum "Quitinete"

O álbum de estreia de um artista costuma ser um registo único e pessoal de experiências acumuladas durante toda a vida. Isso não foi diferente para Raquel Reis, que prepara sua estreia com “Quitinete”, este mês de Novembro. Mas para representar as sensações e nuances do seu projeto, o disco inteiro será retratado em visualettes que expandem o conceito artístico do álbum para além da capa do disco. O primeiro a ser revelado é o da faixa título do álbum.

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Diferentemente de um video, o visualette tem a ideia de trabalhar imagens estáticas, como se fossem fotografias ou a arte do projeto. Esse é um conceito que bandas como The Neighbourhood e PVRIS têm usado e que Raquel seguirá de exemplo para todas as faixas do disco, trazendo uma experiência nova para a audição digital do projeto.

A fotografia é de Breno Galtier sobre direção de arte de Felipe Araújo. Yvã Santos fez a assistência de direção.

“Todo o Quitinete foi feito com muito carinho e atenção, e na parte da fotografia não foi diferente. O Breno Galtier e o Yvã Santos deram a ideia de transformar o Quitinete em um projeto audiovisual, levando a experiência de não só escutar mas entrar na casa e enxergar o que a música reflete. E os visualettes são os retratos visuais de cada música”, conta Raquel.

 

O álbum conta com 11 faixas e foi produzido por Adriano Pasqua juntamente com Fernando Vaz, que participa na faixa título do disco. “Quitinete” estará disponível nas plataformas de música digital em meados de novembro.

 

Festival Lux Interior… em Coimbra

O Festival Lux Interior é um projecto da editora Lux Records, que pretende promover os artistas do seu catálogo e imortalizar, ao mesmo tempo, uma das figuras mais emblemáticas e inspiradoras das bandas de rock conimbricense - Lux Interior, líder dos Cramps.

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A Lux Records foi fundada em 1996, e desde então tem dado a conhecer muita da melhor música com origem na cidade de Coimbra: Belle Chase Hotel, Tédio Boys, Legendary Tigerman, Sean Riley & The Slowriders, D3O, Wraygunn, Bunnyranch, Tiguana Bibles, Ruby Ann & The Boppin’ Boozers, É Mas Foi-se, Ghost Hunt, António Olaio & João Taborda, Azembla’s Quartet, Victor Torpedo, Tracy Vandal, Bodhi, The Walks, Millions, Raquel Ralha & Pedro Renato. O epicentro da sua acção continua a ser a cidade de Coimbra, e em breve juntar-se-ão ao catálogo, os nomes de Mancines, Birds Are Indie, Twist Connection e Wipeout Beat.

 

Mas nem só de Coimbra vive a história da Lux Records: Mão Morta de Braga, X-Wife do Porto, Unplayable Sofa Guitar e Madame Godard de Viana do Castelo, Born A Lion da Marinha Grande, Houdini Blues de Évora, e até os Swell de São Francisco (E.U.A.) têm a sua história marcada com o selo da vigenária editora.

 

Nos próximos dias 9, 10 e 11 de Novembro, no Convento de São Francisco, com organização da Câmara Municipal de Coimbra, e o apoio da Antena 3, o Festival Lux Interior não só será uma epítome da actividade da editora ao longo de mais de duas décadas, mas principalmente, uma nova oportunidade para a produção musical da cidade de Coimbra.

Festival Sons em Trânsito regressa ao Teatro Aveirense

Em 2017, o Festival Sons em Trânsito - VIII Festival de Músicas do Mundo de Aveiro decorre de 20 a 25 de Novembro, no Teatro Aveirense. Entre sessões de contos e actuações musicais, com o cartaz mais cosmopolita do Outono português, o festival cresce de quatro para cinco dias e acrescenta uma novidade à tradicional oferta: a tertúlia. Com o selo de qualidade da programação e produção da Sons em Trânsito e do Teatro Aveirense, em parceria com a Câmara Municipal de Aveiro, a oitava edição do Festival Sons em Trânsito mantém-se fiel à matriz da música tradicional de países como o Brasil, Cuba, Etiópia, Israel, Itália, Mali, Mongólia, Portugal ou Uruguai mas junta-lhe a abordagem contemporânea, reflexo do mundo actual, onde as fronteiras culturais tendem a esbater-se, cada vez mais.

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Quatro noites de música, pautadas pela diversidade, tolerância e abertura à diferença, antecedidas por uma noite de tertúlia com o mote “Pode uma canção fazer uma revolução?”, que contará com os testemunhos e reflexões de Luaty Beirão e Pedro Abrunhosa, músicos e activistas, em contextos sócio-políticos distintos, é certo, mas muito próximos na visão inconformada do status quo e na vontade de fazer mais e melhor pelas sociedades em que vivem e criam. A tradição dos contadores de histórias volta a marcar presença no Festival SET ‘17 com a contribuição de Quico Cadaval na sexta-feira, dia 24, imediatamente a seguir aos concertos, e no dia seguinte, durante a tarde. Também no sábado, dia 25, mas de manhã, Ivo Prata conduzirá uma sessão de contos infantis para toda a família.

 

20 de Novembro 2017

21.30h - Tertúlia com Luaty Beirão (Angola) e Pedro Abrunhosa (Portugal)

Pode uma canção fazer uma revolução?” é a questão que dá o mote à reflexão acerca do activismo político e do papel que a música desempenha nesse âmbito. A estreia de um espaço de tertúlia no cartaz do Festival Sons Em Trânsito é de entrada gratuita, mediante a apresentação de um bilhete para um dos dias seguintes e a lotação do Teatro Aveirense.

 

22 de Novembro 2017

The Touré-Raichel Collective (Mali / Israel) e Egschiglen (Mongólia)

21.30h - Egschiglen, que em português significa “melodia harmoniosa” é um trio que utiliza instrumentos tradicionais como um violino com duas cordas feitas de crina de cavalo ou um alaúde feito com garganta de cisne. São exímios embaixadores do canto tradicional , “throat singing”, da distante Mongólia.

23.00h - The Touré-Raichel Collective, é a ponte construída entre o Mali, do cantor e guitarrista Vieux Farka Touré, e Israel, do cantor e pianista Idan Raichel. No currículo, dois álbuns: “The Tel Aviv Session”, de 2012, e “Paris Session”, de 2014.

 

23 de Novembro 2017

Roberto Fonseca (Cuba) e Vinicio Capossela (Itália)

21.30h - Roberto Fonseca, brilhante pianista cubano que chamou a atenção do mundo quando participou apenas com 15 anos no Festival Internacional de Jazz de Havana. Fez digressões mundiais com a Orquestra Buena Vista Social Club™ ou, mais tarde, com Omara Portuondo. Chega a Portugal com um disco novo, ABUC.

23.00h - Vinicio Capossela, cantautor, poeta e até ilusionosta este showman é perito em trazer à luz do dia a tradição esquecida do seu país, as suas lendas, contos e mitos ancestrais. Por muitos considerado o Tom Waits de Itália, chega a Aveiro com 25 anos de carreira e um álbum novo, “Canzoni della Cupa”.

 

24 de Novembro 2017

Jorge Drexler (Uruguai) e Júlio Resende (Portugal)

21.30h - Júlio Resende, um dos mais prestigiados e internacionais pianistas portugueses, interpreta o seu disco - Amália por Júlio Resende –, um disco singular no qual revisita, ao piano, algumas canções do repertório de Amália Rodrigues.

23.00h - Jorge Drexler, cantor e compositor uruguaio, autor do tema “Al Otro Lado Del Río”, a primeira canção em espanhol a vencer o Oscar de melhor canção original no filme “Diários de Che Guevara”, de Walter Salles.

 

25 de Novembro 2017

Mulatu Astatke (Etiópia) e Liniker & Os Caramelows (Brasil)

21.30h - Liniker & Os Caramelows, embaixadores do funzy – termo criado pela banda para definir a sua música, mistura da R&B e Soul americanas com as raízes da música brasileira e africana. Depois de este ano se terem estreado fora de portas no South by Southwest (SXSW), em Austin, no Texas, Estados Unidos, chegam agora à Europa.

23.00h - Mulatu Astatke, conhecido como o pai do Ethio-Jazz compõe e toca vários instrumentos, do piano à percussão, e mistura no seu estilo único pop e jazz moderno com música tradicional da Etiópia.

 

A primeira edição do Festival Sons Em Trânsito - Músicas do Mundo de Aveiro decorreu em 2002 durante 5 dias e trouxe à cidade uma programação eclética, esgotando com facilidade o Centro Cultural e de Congressos de Aveiro. No ano seguinte, o festival mudou-se para o recém-inaugurado Teatro Aveirense e a adesão do público foi de tal forma que obrigou a organização a pedir autorização aos bombeiros para abrir as frisas técnicas do Teatro. Em 2004, e já em processo de consagração, foram muitos os concertos que esgotaram antes do dia, destacando-se o emocionante concerto da multi-premiada Omara Portuondo. Na sua quarta edição o festival saiu de casa e, através do apoio do Programa Operacional Cultura, uniu-se a mais três cidades do norte do país, Vila Real, Bragança e Vila Nova de Famalicão. Em 2006 e 2007, o festival volta a fixar-se no Teatro Aveirense que esgotou sempre mas, reflexo da crise, foi forçado a um hiato de nove anos, tendo regressado no ano passado. O público respondeu fielmente à chamada da edição de 2016 e é por isso que, este ano, o Teatro Aveirense volta a ser um palco do tamanho do Mundo.

Em Novembro… o SOM de GMR faz-se ouvir no palco do CCVF com o projeto Ana

No dia 3 de novembro, o Café Concerto do Centro Cultural Vila Flor recebe o projeto Ana, naquela que será a penúltima atuação do ciclo de concertos SOM de GMR. No arranque do segundo tomo de espetáculos no âmbito deste ciclo, o Café Concerto do CCVF apresentou ao público This Penguin Can Fly (em outubro), encerrando o mesmo, em dezembro, com os Smartini. Entretanto, é tempo de dar o palco à música de Ana, que esta sexta-feira reúne o mentor do projeto, Gabriel Salgado, com o seu amigo de longa data, Diogo Alves Pinto, mais conhecido como Gobi Bear.

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Ana não é uma mulher. Apesar do nome feminino, quem se apresenta ao público é Gabriel Salgado que, acompanhado da sua guitarra, cria universos delicados. O músico esconde-se assim por trás do nome que gera graça nos trocadilhos quando surge frente à plateia. Gabriel Sagado, ainda novato nestas andanças, vai vendo a sua qualidade reconhecida a cada atuação ao vivo pela forma delicada e assertiva como maneja a guitarra que sempre o acompanha. A cada nota expõe o seu ainda tímido talento e embala quem o ouve numa suavidade que entorpece e faz querer mais. Gobi Bear, foi quem o desafiou a gravar umas músicas e começar a tocar.

 

Dezembro encerra o ano e também este ciclo, que ao longo de 2017 rastreou a melhor música que se faz em Guimarães e na região. Para o fecho do SOM de GMR, o Café Concerto do CCVF recebe, no dia 1 de dezembro, os Smartini. Este quarteto, junto desde 1992 (ainda que se apresentassem com outro nome), começou a tocar sob a influência do grunge de Seattle, género que se tornou símbolo de uma geração que berrava um descontentamento com a sociedade do momento. Os Smartini cresceram e buscaram outras inspirações com sonoridades mais harmónicas e em 2016 regressaram, confirmando toda a sua vitalidade com o EP “Liquid Peace”.

 

 

Meifumado Takeover #3 no Plano B

A noite começa com um concerto de NERVE, que marca o início da colaboração da editora com um dos mais desconcertantes artistas do Rap nacional. Rap a sério, onde a riqueza das palavras e a precisão das rimas são capazes de nos assombrar e de levar longe a sua música, que pesa hoje aquilo que pesará no futuro, por oposição a isso que alguns chamam de Rap mas que não passa da mais estéril e instantânea Pop disfarçada, que apenas pretende explorar, levianamente, o despertar das hormonas que domina a puberdade.

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A celebração continua na Sala Palco, com a contagiante energia Funky de John Player Special e o génio performativo de Stereossauro - digger, gira-disquista e DJ de excepção, reconhecido internacionalmente como um dos grandes da sua área, como o confirmam os prémios que tem coleccionado enquanto metade dos Beatbombers.

Na Sala Cubo, Trol 2000 abre as hostilidades - senhor de todas as coisas Disco, activista da Rádio Quântica, mentor da Onda Onda Music e dono da Peekaboo Records, uma bela loja para todos os que gostam de ir mais longe e de frequentar as paisagens mais exóticas e periféricas da música de dança.
A fechar, Tiago - o mais respeitado DJ Português além fronteiras, com trabalhos de culto editados em marcas como a DFA, a Italians do it Better, a Disco Devil ou a sua Interzona 13 - conduzirá a pista, com sua mestria habitual e personalidade única, a níveis de delírio difíceis de prever.

MIMO Festival leva Manel Cruz e Capicua pela primeira vez ao Brasil

Após a segunda edição em Portugal, a relação do MIMO Festival com o nosso país é cada vez mais estreita e são muitas as pontes que se têm vindo a criar entre os dois países. De Amarante, o MIMO Festival regressou ao Brasil para um edição em Tiradentes, Ouro Preto e Paraty, onde actuou Teresa Salgueiro. Na próxima semana, de 10 a 12, é a vez do Rio de Janeiro. A representar Portugal estará Capicua que ao lado de Emicida e Rael - ambos recém-indicados ao Grammy Latino - vão estrear “Língua Franca” no Brasil, dia 11 de Novembro, no palco Marina da Glória. Com repertório inédito, este projecto celebra a língua portuguesa num disco onde se cruzam os diferentes sotaques, rimas e cadências. O single “Ela”, por exemplo, já ultrapassou um milhão de visualizações e o reconhecimento chegou com a nomeação para o Grammy Latino na categoria “Melhor Canção Urbana” com “A Chapa é Quente!”.

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Quem também se vai estrear no Brasil a convite do MIMO é Manel Cruz. O ex-vocalista dos Ornatos Violeta apresenta o seu novo projecto em nome próprio, "Extensão de Serviço – Rumo à Idade Mídia”, no dia 11, no Rio de Janeiro, também no palco Marina da Glória. No dia 12, Capicua e Manel Cruz juntam-se para um Fórum de Ideias, no Museu da República, onde vão falar sobre "A aventura solitária das palavras e rimas", onde irão abordar o processo de criação e o uso da palavra na composição.

Da programação do MIMO na Cidade Maravilhosa, fazem ainda parte Emir Kusturica & The No Smocking Orchestra, Konono n.º1, Criolo, Vieux Farka Touré, Russo Passapusso, Ondatrópica, entre outros artistas. Do Rio de Janeiro, o MIMO parte para Olinda, cidade onde nasceu o festival em 2004. Lá, na Praça do Carmo, Manel Cruz volta a subir ao palco para apresentar algumas das músicas novas acompanhado por Edú Silva (baixo e teclados), Nicot Tricot (flauta transversal, teclados, guitarra elétrica) e António Serginho (percussão e teclados).

No berço da arquitetura colonial actuam ainda Emir Kusturica & The No Smocking Orchestra, Konono n.º1, Vieux Farka Touré, Otto, Ondatrópica e Paulo Flores.

 

Como é habitual, da programação do MIMO no Rio de Janeiro e em Olinda fazem ainda parte o Festival de Cinema, a Etapa Educativa e a Chuva de Poesia. Depois do Brasil, o MIMO Festival regressa a Amarante em 2018 nos dias 20, 21 e 22 de Julho

“Se houvesse vida aqui” é o tema que dá a conhecer não Simão

Os não simão escrevem canções em português. Canções que se passeiam entre o intimismo e o optimismo.

Afirmam-se na negação. Uma negação do enfado, do prosaico, da previsibilidade. Mas é na certeza da sua inevitabilidade que esta afirmação ganha a forma descomprometida e ao mesmo tempo séria, que é por eles traduzida para as palavras, voz, cordas, sopros e bombos.

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photo: Graça Ezequiel


Os não simão são Simão Palmeirim (voz e guitarra), José Anjos (bateria), Pedro Fernandes (baixo), Ana Raquel (saxo barítono) e Marco Alves (trombone de vara).

Preparam-se para lançar "Se houvesse vida aqui", o primeiro trabalho discográfico, gravado entre o Porto e Lisboa, que conta com a participação especial de Carlos Barretto. O lançamento será a 18 de Novembro, no Teatro do Bairro, em Lisboa, e conta com o apoio da Sociedade Portuguesa de Autores e da Gerador.

Antecipando esse momento, os não simão revelam hoje o tema que dá nome ao disco: "Se houvesse vida aqui".

Jarboe + Father Murphy no Understage…

A vocalista, compositora e artista norte-americana Jarboe tem vindo a conjugar expressões díspares como o rock, o gospel, o blues, a no-wave e os recantos menos explorados da música extrema ao longo de uma arrojadacarreira a solo que tem início nos anos noventa – coincidindo com a extinção da primeira vida dos Swans, a lendária banda que liderou ao lado de Michael Gira durante catorze anos.

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Dona de uma extensa e caleidoscópica discografia, onde sobressai também a sua enigmática personalidade e o seusobre-humano alcance vocal, Jarboe conta ainda com colaborações com nomes tão diversos e essenciais como Neurosis, Merzbow, Blixa Bargeld ou PanSonic. Jarboe tomará o palco do Understage acompanhada pelo duo italiano de folk/industrial Father Murphy, reconhecido pelo carácter ritualista e intenso das suas apresentações ao vivo.

O espetáculo, ininterrupto, terá início com uma atuação dos Father Murphy; Jarboe juntar-se-á de seguida aos italianos para, em trio, interpretarem temas compostos em colaboração e ainda clássicos da discografia de Jarboe.

Dia 3 de Novembro a partir das 23.30h no Understage do Rivoli

"O Quadrado (The Square)" de Ruben Östlund

“O QUADRADO” recebeu a Palma de Ouro na última edição do Festival de Cannes. Vai ser apresentado em antestreia no Lisbon & Sintra Film Festival, e tem estreia marcada nos cinemas a 23 de Novembro.

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Christian é o respeitado curador de um museu de arte contemporânea; homem divorciado e bom pai dos seus dois filhos, conduz um carro eléctrico e apoia boas causas.

A sua próxima exposição, "O Quadrado", é uma instalação que pretende evocar o altruísmo em quem a vê, recordando-nos o nosso papel enquanto seres humanos responsáveis pelos nossos congéneres. Mas às vezes é difícil viver à altura dos nossos ideais: a resposta incauta de Christian ao roubo do seu telefone vai conduzi-lo a situações das quais ele se envergonha. Entretanto, os Relações Públicas do museu criam uma campanha inesperada para "O Quadrado". A reacção é inflamada e lança Christian, bem como o próprio museu, numa crise existencial.

100 anos de história de Macau em exposição no Museu do Oriente

Edifícios e bairros, entretanto desaparecidos ou profundamente alterados, os grandes acontecimentos locais e nacionais e as vivências quotidianas das comunidades macaenses, as suas tradições e costumes, estão retratados em “Macau. 100 anos de fotografia”, a exposição que o Museu do Oriente inaugura a 9 de Novembro.

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Reunidas por Rogério Beltrão Coelho, jornalista com larga experiência em Macau e comissário da exposição, a colecção de cerca de 120 imagens integra o vasto acervo fotográfico do Museu do Oriente e aborda a história social e política de um território que esteve sob administração portuguesa durante 450 anos.

 

Neste século de imagens recorda-se a passagem por Macau de figuras políticas como Henrique Galvão e Gomes da Costa, ou do cinema, como Orson Welles e Clark Gable. São ainda lembrados acontecimentos como as celebrações do IV Centenário da Descoberta do Caminho Marítimo para a Índia (1898), as primeiras travessias aéreas de Lisboa a Macau (1924 e 1931), a trágica explosão do paiol da Flora (1931) e o bombardeamento do hangar da aviação civil, pelos americanos, durante a Guerra do Pacífico (1945).

 

Como em muitos outros domínios, Macau esteve à frente do seu tempo também na fotografia, datando de 1844 os daguerreótipos do fotógrafo amador Jules Itier, que são as mais antigas imagens da região que se conhecem. A obra fotográfica produzida desde então, por amadores e profissionais sobre a temática Macau, anda dispersa pelo mundo integrando colecções particulares para além dos espólios de museus e instituições. “Em Portugal, o Museu do Oriente detém, seguramente, uma das melhores colecções de imagens de Macau. Com esta exposição traz agora a público parte do seu acervo, franqueando-nos as portas para uma viagem de estudo e lazer pelo passado histórico de Macau”, afirma Rogério Beltrão Coelho.

Nos dias 10, 17 e 24 de Novembro, pelas 18.30, o comissário fará visitas guiadas à exposição

 

“Macau. 100 anos de fotografia” está patente até 7 de Janeiro de 2018.

 

 

 

Ana Bacalhau estreia “Nome Próprio” na estrada e anuncia a primeira parte da sua extensa digressão nacional…

2 semanas após o lançamento do seu disco de estreia, Ana Bacalhau dá o pontapé de saída na sua longa digressão nacional. Amanhã, dia 3 de Novembro, será a cidade algarvia de Loulé, no Cine-Teatro Louletano, a assistir à estreia de “Nome Próprio” em palco, num concerto que está já praticamente esgotado. Após a viagem ao Algarve, Ana Bacalhau passará por todas as regiões do país numa digressão que arranca neste final de 2017 e prosseguirá ao longo do próximo ano, com destaque para os espectáculos já anunciados para Lisboa (Teatro Tivoli BBVA a 26 de janeiro) e para o Porto (Casa da Música a 31 de janeiro).

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Simultaneamente, Ana Bacalhau está também de assalto aos primeiros lugares do top nacional de vendas e ao coração da melhor crítica nacional. “Nome Próprio” instalou-se logo à primeira semana no quinto lugar do top nacional da AFP e tem merecido os mais rasgados elogios da esmagadora maioria da imprensa especializada.

 

Datas já anunciadas:

 

3 de Novembro 2017 - Teatro Louletano (Loulé)

25 de Novembro 2017 - Teatro Municipal de Vila do Conde

1 Dezembro 2017 - Teatro Aveirense (Aveiro)

2 Dezembro 2017 - Casa das Artes (Famalicão)

9 Dezembro 2017 - Teatro Diogo Bernardes (Ponte de Lima)

26 Janeiro 2018 - Teatro Tivoli BBVA (Lisboa)

31 Janeiro 2018 - Casa da Música (Porto)

8 Fevereiro 2018 - Teatro José Lúcio da Silva (Leiria)

14 Fevereiro 2018 - Casino da Póvoa (Póvoa de Varzim)

24 Março 2018 - Cineteatro de Estarreja

8 Abril 2018 - CAE Figueira

21 Abril 2018 - CAE de Portalegre

18 Maio 2018 - Teatro Vila Real

26 Maio 2018 - Teatro Municipal da Guarda

22 Junho 2018 - Theatro Circo (Braga)

13 Outubro 2018 - Cineteatro Alba (Albergaria-a-Velha)

19 Janeiro 2019 - Auditório Municipal da Lousada

 

The Gift levam "Altar" aos Coliseus

The Gift apresentam dia 2 de março no Coliseu do Porto e dia 3 de março no Coliseu dos Recreios “Altar”, o mais recente álbum de estúdio, editado em abril deste ano. A banda celebra o lançamento do sétimo disco da sua carreira com dois concertos únicos nas duas mais emblemáticas salas do país.

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Altar”, editado a 7 de abril de 2017, tem sido reconhecido como um álbum de referência na carreira do quarteto de Alcobaça. Porto e Lisboa preparam-se para receber The Gift, num espetáculo que conta com todas as músicas que compõem o mais recente disco, incluindo os singles “Love Without Violins”, “Clinic Hope” e "Big Fish", que marcou o verão dos portugueses.

"Altar" foi dado a conhecer a públicos na Holanda (Eurosonic Noorderslag), nos EUA (SXSW e SummerStage em Nova Iorque), na Alemanha (Berlim), no Reino Unido (Great Escape e Bush Hall, Londres) e mais recentemente em Espanha, numa digressão com mais de nove datas incluindo uma noite memorável no Barts, em Barcelona, no passado dia 31 de outubro.  

 

Os bilhetes serão colocados à venda já este sábado, dia 4 de novembro, nos pontos de venda oficiais. 

Miguel Araújo ao Vivo nos Coliseus

O grande final da digressão de Miguel Araújo está a chegar e o músico brindará assim os fãs do músico português com dois concertos em Lisboa e dois no Porto.

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Os concertos do Porto e de Lisboa de Miguel Araújo vão ter a participação de mais de uma dezena de convidados especiais, que tornarão estes espetáculos únicos. Ana Moura e Rui Veloso, confirmados recentemente para dois destes concertos, e agora Jorge Palma juntam-se a um elenco de luxo que conta com Os Azeitonas, grupo do qual Miguel Araújo foi membro fundador, Ana Bacalhau, João Só, os Kapas, Catarina Salinas, André Tentugal, entre outros.

 

Os concertos dos Coliseus serão o momento alto da maior digressão de sempre do músico do Porto. Aos êxitos que fazem parte já do grande espólio de canções portuguesas da última década - alguma das quais escritas para outros músicos portugueses - Miguel Araújo irá igualmente levar para o palco as canções do seu último trabalho a solo, “Giesta”, lançado em abril, de onde saíram até à data os singles "1987" e "Axl Rose". Miguel Araújo é considerado unanimemente pela crítica como um dos mais importantes e completo artista da nova geração e um dos grandes nomes da música em Portugal. Compositor, letrista, músico e cantor, reúne um talento genuíno, incomparável entre os artistas da sua geração. Em menos de uma década conseguiu escrever mais de uma dezena de grandes êxitos que fazem já parte das grandes canções populares portuguesas deste século: "Anda Comigo Ver os Aviões", "Os Maridos das Outras", "Reader's Digest", "Recantiga", "Balada Astral", "Será Amor", entre tantas outras.

 

Os espetáculos dos coliseus serão pois uma boa oportunidade para ver e ouvir algumas dessas canções cantadas pelo seu autor mas também por artistas para quem escreveu, ou que o inspiraram. A genialidade e o talento de Miguel Araújo e dos músicos que o acompanham nestes espetáculos serão motivo de sobra para celebrar a curta mas bem sucedida carreira.

 

Participações especiais:

Coliseu Porto - 3 de novembro

Convidados especiais: Rui Veloso, Kapas, André Tentugal, Catarina Salinas

 

Coliseu Porto - 4 de novembro

Convidados especiais: Rui Veloso, Kapas, Os Azeitonas, Ana Bacalhau

 

Coliseu Lisboa - 10 de novembro

Convidados especiais: Jorge Palma, Kapas, Os Azeitonas, e João Só

 

Coliseu Lisboa - 11 de novembro

Convidados especiais: João Só, Kapas, Ana Moura, Ana Bacalhau

100 anos da Declaração Balfour… Passo decisivo para a criação do Estado de Israel

Hoje, dia 2 de Novembro, o Estado de Israel e o povo judeu celebra os 100 anos da Declaração Balfour, que constituiu um marco fundamental na caminhada do povo judeu para a criação um lar judaico na Palestina através da legitimação das aspirações sionistas por uma grande potência, a Grã-Bretanha.

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O texto desta declaração que tem o nome do seu autor, Arthur James Balfour, ministro britânico dos Negócios Estrangeiros, é dirigida a Lord Rothschild a 2 de Novembro de 1917, afirmando que “O governo de Sua Majestade encara favoravelmente o estabelecimento na Palestina de um lar nacional para o povo judeu e empregará os seus melhores esforços no sentido de facilitar a realização deste fim (…)” Para as massas judaicas a declaração representou uma imensa esperança e foi recebida com manifestações de júbilo e fervor. Por todo o lado, na Europa e na América, saúda-se efusivamente o acontecimento com manifestações imensas onde são cantados os hinos Hatikvá – futuro hino do Estado de Israel – e o God Save The Queen.

 

O principal obreiro desta declaração foi Haim Weitzmann. O seu nome está indissoluvelmente ligado à Declaração Balfour e a partir daí a todas as etapas decisivas da história do sionismo, até à sua eleição como primeiro presidente do Estado de Israel em 1948.

 

Uma edição: A esfera dos livros