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Glam Magazine

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Misty Fest regressa ao Theatro Circo com Benjamin Francis Leftwich e Sivu

Em Novembro o Misty Fest regressa ao Theatro Circo com um concerto duplo de Benjamin Francis LetfTwich e Sivu, dia 5 de Novembro

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O The Guardian descreve “After The Rain”, o mais recente trabalho de Benjamin Francis Leftwich, como 'uma coisa delicada, preciosa e estranhamente reconfortante'. São palavras certeiras, a que a publicação britânica de referência dedica ao segundo álbum do cantautor criado no cenário campestre de Yorkshire e agora baseado na zona de Tottenham, em Londres. “After The Rain” é o som de Benjamin a encontrar paz dentro de si uma vez mais. Apesar de estar formalmente perto da folk, Benjamin não é alheio a influências exteriores e confessa admiração pelo hip hop e por artistas como Drake, usa electrónica na base de algumas das suas criações, como a extraordinária “Mayflies”. Extraordinária, aliás, é toda a sua música que em palco parece ganhar uma vida ainda mais incrível e densa, puxando quem a ouve para dentro de um dos mais intrigantes universos pessoais gerados pelos cantautores contemporâneos.

 

Sivu chega agora com o seu segundo álbum “ Sweet Sweet Silence” (novamente com a produção de Charlie Andrew) onde sentimos uma clara reflexão do músico em relação à doença que agora enfrenta: Doença de Ménière, que está a reduzir a sua condição auditiva.Assim, em Novembro o jovem britânico abraça pela primeira vez os palcos portugueses com um espectáculo que promete ser comovente, místico e acolhedor!

Joalharia portuguesa marca presença na 16º edição da Sieraad Art Fair

A 16 º edição da Sieraad Art Fair, realizada de 9 a 12 de novembro, em Amesterdão, conta com a presença de Portugal. São quatro os representantes que levam além fronteiras o que de melhor se faz em joalharia no nosso país.

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Cecília Ribeiro, Sopro, Carla Matos e Bruno da Rocha são as marcas nacionais que representam Portugal na Sieraad Art Fair. O evento, onde o design e a joalharia são os anfitriões da festa, vai atrair até à cidade holandesa aqueles que nutrem uma paixão especial por jóias e os que estão curiosos em conhecer as novidades da joalharia contemporânea.

 

O designer de jóias Bruno da Rocha não é novo nestas andanças, visto que é a segunda vez que se desloca até Amesterdão para participar no evento de joalharia. Este ano, o designer tem todos os motivos para festejar. Depois de, em janeiro, ver em destaque uma das suas criações no cartaz da feira internacional Bijorhca Paris, Bruno volta a repetir o feito, desta vez, com a imagem da sua campanha a figurar o cartaz de promoção da Sieraad. O designer reagiu com “surpresa” ao saber que a imagem da feira “será uma produção totalmente portuguesa e com jóias de um designer português”.

 

Liliana Pedro

Fink em Portugal…

O cantor que “emprestou” a sua música às séries Anatomia de Grey e The Walking Dead está de regresso a Portugal. Com um estilo único, variável e fluído entre sonoridades dub, blues, indie rock e trip hop, Fink tornou-se conhecido do grande público por temas de inquestionável sucesso como “This is the Thing”, “Warm Shadow” e a muito badalada “Looking Too Closely” – um tema amplamente reconhecido, principalmente pelos fãs da série Anatomia de Grey.

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Fink (Fin Grenall) é um talentoso e multifacetado artista inglês que conta já mais de 20 anos de carreira. Iniciou o seu percurso na música electrónica e esteve alguns anos na estrada, tendo actuado um pouco por todo o mundo enquanto DJ, antes de surgir a sua paixão pelo acústico com trejeitos experimentalistas. Na qualidade de importante e respeitada figura de bastidores na indústria musical, Fin(k) compôs música para artistas como Amy Winehouse e John Legend.

Em 2012, ano em que se estreou pela primeira vez em Portugal, Fink esgotou o seu concerto no Musicbox em apenas três horas.

 

Sons à Sexta de regresso ao Fundão com WHITE HAUS

Uma vez por mês, o auditório d' A Moagem - Centro do Engenho e das Artes é palco da música portuguesa. Em parceria com a Antena 3, o Sons à Sexta apresenta as bandas mais tocadas e em destaque no atual panorama musical português. Com uma programação diversificada e para todos os gostos, pretende-se a divulgação, o convívio entre o público e a celebração da música.

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Dia 10 de Novembro o Sons à Sexta promete provar que a música electrónica portuguesa está de boa saúde com White Haus no palco d´A Moagem.  João Vieira é DJ, músico e produtor. Iniciou a sua carreira em Londres nos finais dos anos 90, onde trabalhou como DJ, músico e promotor de clubes. Em Portugal, editou 4 álbuns com X-Wife, banda que fundou e da qual é vocalista, guitarrista e co-produtor.

Com o alter-ego White Haus, deu início à aventura da composição e produção electrónica. O resultado deste processo foi a edição de um ep em 2013, o álbum de estreia "The White haus Album" em 2014 e "Modern Dancing" editado em finais de 2016. "Modern Dancing" revela uma abordagem renovada das sonoridades electro-pop, funk, disco sound que já estavam no disco de estreia e agora ressurgem actualizadas e com carácter festivo, claramente orientado para as pistas de dança tirando partido de apelativas linhas de sintetizadores e baixo.

Em dia de S. Martinho, faz magusto e prova o vinho…

Contrariando um Verão que não acaba, os Galgo ocupam a Casa Independente no próximo dia 11 de Novembro para mais uma edição da Festa Galgo.

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A par das castanhas e da água pé, o colectivo de Oeiras convidam para subir a palco os Galo Cant'às Duas, o duo que nos tem feito passear pelo um passeio imperdível pelas franjas mais experimentais do rock, e os já amigos Quelle Dead Gazelle, em formato djset.

 

André Barros & Myrra Rós… Misty Fest em Leiria

O universo nórdico foi sempre uma paixão para André Barros: o seu imaginário poético, a paisagem gelada, a música, claro, ou não tivessem os Sigur Rós conduzido o compositor português até à Islândia para concluir a sua formação técnica. Por isso mesmo, descobrir agora André Barros em palco com a cantora Myrra Rós e o multi-instrumentista Júlíus Óttar Björgvinsson não pode ser uma completa surpresa.

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Depois de se revelar ao mundo com a edição em 2013 do álbum “Circustances”, André Barros começou a viajar com a sua música. As melodias profundamente melancólicas e sofisticadas das suas composições têm um claro apelo global e por isso mesmo as cumplicidades não tardaram a surgir. “Soundtracks Vol. I” consolidou o estatuto de revelação de André Barros abrindo-lhe ainda mais portas internacionalmente, com o seu evocativo trabalho musical a provar-se especialmente compatível com narrativas para ecrãs de todos os tamanhos.

 

Nasce então a ligação a Myrra Rós, com quem colaborou em In Between e numa banda sonora para uma curta-metragem documental norte-americana. Esse foi o ponto de partida para uma colaboração mais próxima e intensa que resulta num espectáculo onde as melodias cinemáticas de Barros e a voz etérea de Rós se cruzam num encantatório todo, com piano, guitarra e percussões a servirem de base para uma voz que promete apaixonar quem a ela lhe dedique atenção. E a envolver tudo isto, evocativas imagens projectadas que tornam a imersão neste universo particular ainda mais mágica.

 

Teatro José Lúcio da Silva (Leiria)

9 de Novembro 2017 | 21.30h

Emergências… Birds Are Indie

Se fosse possível… ou se o mundo fosse um local justo, todos os meses era agendado um concerto com os Birds Are Indie em Setúbal, segundo os responsáveis da Casa da Cultura…

Passaram pela primeira vez em Setúbal numa das edições do festival FUMO e, depois disso, voltaram a encontra-se com a cidade por mais duas vezes.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

Agora regressam para dar a ouvir "Let's pretend the world has stopped", disco que tem aquele hino do verão que é "Partners in crime", e que é um espelho perfeito da música dos Birds Are Indie: pop viciante de refrões que se colam ao cérebro, melodias swingantes e harmonias vocais entre o doo wop, os Beach Boys e os Zombies.

Em suma, canções que salvam vidas!

 

Casa da Cultura (Setúbal)

10 de Novembro 2017 |  22.00h

Moullinex… Concerto de hoje na Casa da Música esgotado…

É já hoje, dia 3 de Novembro, praticamente um mês depois de apresentar e lançar o seu novo álbum em Lisboa que Luis Clara Gomes, AKA Moullinex, chega ao Porto, à Casa da Música para mostrar o seu novo trabalho numa sala esgotada à semelhança do que aconteceu no MAAT e no Razzmatazz, em Barcelona. 

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A fazer companhia a Moullinex, para além da sua super banda, estará Ghetthoven que vestirá a pele de vários personagens num momento que cruza a tecnologia de Realidade Virtual e Realidade Aumentada com a história da pista de dança.

Na primeira parte, o inevitável Xinobi fará também o seu espetáculo Live para apresentar na cidade invicta "On The Quiet" lançado também este ano. Depois do CCB em Lisboa se ter levantado das cadeiras à primeira música, hoje é a vez da Casa da Música dançar com Bruno Cardoso.

"Portucalis" o novo álbum de Ana Laíns já à venda…

Portucalis” é o país dos sonhos de Ana Laíns!

E é também o 3º álbum da uma cantora, que dedica integralmente o seu trabalho à Portugalidade que lhe define a identidade há mais de 18 anos. Depois de “Sentidos” (2006) e “Quatro Caminhos” (2010), “Portucalis” surge no tempo certo, sem atrasos, e com a certeza de uma Missão por cumprir – Passar a Mensagem: “Este disco é dedicado a todos que gostam de Pessoas, que gostam de ser Pessoas do seu País, e compreendem que a Vida é uma Missão. É dedicado a todos que compreendem que desta Missão faz parte o Lugar onde nascemos!”

Alheio a rótulos, regras e conotações, Portucalis é um disco transversal, que viaja por todo o vasto Universo de cores da Música, Etnografia e Língua Portuguesa.

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Do galaico-português ao Mirandês, passando pelo português actual, do Fado à Música de cariz Tradicional das Beiras e Trás-os-Montes, passando, paralelamente, pelas influências dos diferentes géneros que foram a escola no seu início de carreira (Jazz, Bossa Nova, Músicas do Mundo Ocidental e Oriental), este disco é uma viagem entre o Passado e o Futuro, que tem ao leme Ana Laíns, a “Cantora Colorida”.

O álbum conta com palavras de Ana Laíns, Mafalda Arnauth, Sophia de Mello Breyner, Fernando Pessoa, José Afonso, Sebastião Antunes, Carlos Leitão, D. Dinis, D. António de Bragança, e alguns temas populares de recolha. Nas melodias a cantora contou com Ivan Lins, Fernando Alvim (a título póstumo), Paulo Loureiro, Filipe Raposo, Luís Caracol, Helena Del Alfonso e José Lara Gruñeiro.

Este álbum conta ainda com as participações especiais de Ivan Lins, Mafalda Arnauth, Luis Represas e Filipe Raposo.

Maria Ana Bobone de regresso aos palcos…

Maria Ana Bobone no regresso aos palcos de Lisboa, trazendo mais um concerto único, desta vez, à sala onde se estreou. A fadista/pianista e compositora, promete já revelar alguns dos novos fados do seu próximo trabalho a ser lançado em 2018. Conta ainda com a presença do fadista Camané, a quem se junta num dueto surpreendente.

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Como convidados estarão ainda a violinista Maria Balbi, o cantor Manuel Rebelo  e o guitarrista Artur Caldeira. A acompanhá-los estará o trio: Bruno Mira (guitarra portuguesa), Pedro Pinhal (viola de fado) e Rodrigo Serrão (contrabaixo e direcção músical).

 

"(..)A voz e o piano de Maria Ana transcendem-se atingindo por vezes o sublime(..)capaz de transformar tristeza em alegria, fazendo da matéria-prima do sofrimento o cristal sonoro da mais pura e resplandecente beleza. E isto, que faz parte da essência mais íntima do fado, está e estará sempre para lá do fado" Fernando A. Pinto do Amaral (Poeta, in prefácio do CD Fado e Piano)

 

São Luiz Teatro Municipal (Lisboa)

9 de Dezembro 2017 | 21.00h

“Happy Christmas, Beatle People!”

A tradição anual que os Beatles tinham de gravar mensagens de Natal para os membros do seu clube de fãs foi uma parte importante da relação da banda com os seus apoiantes mais fevrosos, carinhosamente denominados de “Beatle People”. Entre 1963 e 1969, as gravações de Natal dos Beatles eram impressas em discos flexi e enviadas por correio aos membros do clube de fãs, todos os dezembros. Nunca lançadas fora do clube de fãs, estas sete mensagens de Natal dos Beatles foram novamente impressas numa seleção de sete singles coloridos de 7” para a caixa “The Christmas Records”, a ser lançada mundialmente a 15 de dezembro.

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A edição limitada desta caixa inclui o artwork original em cada single, acompanhado de um livreto de 16 páginas com notas sobre as gravações, bem como com as newsletters que todos os Natais eram enviadas aos membros do clube de fãs.

 

Também a 15 de dezembro, a edição Deluxe de Aniversário da obra-prima de 1967 dos Beatles, “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, será lançada mundialmente em alta definição áudio digital. A edição Deluxe de Aniversário inclui a aclamada mistura em stereo de 2017 do álbum, mais 18 temas adicionais, incluindo versões alterativas completas das 13 canções deste álbum inovador, novamente misturadas em stereo. A edição alargada inclui ainda a mistura em stereo de 2017 e a versão instrumental de “Penny Lane”, a mistura em stereo de 2015 e duas versões alternativas de “Strawberry Fields Forever”.

 

No mesmo dia, a mistura em stereo de 2017 de “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” será lançada em duas versões em vinil: num vinil LP de 180 gramas e numa edição limitada em picture disc. Produzida por Giles Martin para as várias versões comemorativas de “Sgt. Pepper”, esta nova mistura em stereo do álbum foi concebida a partir das gravações originais em fita e guiadas pela mistura em mono produzida pelo pai de Giles, George Martin. Elogiada por fãs e pela crítica em todo o mundo, a edição de aniversário de “Sgt. Pepper” é um dos lançamentos históricos mais celebrados do ano de 2017 e uma prenda ideal para todas as “Beatle People”.

 

 

 

 

Ana Moura… O primeiro Best Of é editado a 17 de novembro

É a mais amada artista nacional da atualidade. Os números falam por si: “Moura”, o seu mais recente disco é Tripla Platina, “Desfado”, de 2014, 6xPlatina, é o disco português mais vendido da década e mantém-se na tabela de vendas há mais de 250 semanas consecutivas. Todos os anos, a artista viaja pelo mundo atuando para milhares de pessoas. Em 2017, passou por 3 continentes dando mais de 150 concertos. Recentemente regressou aos Coliseus de Lisboa e Porto, onde deslumbrou em salas esgotadas, num concerto especial onde revisitou toda a sua carreira.

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No seguimento destes concertos, é editado o seu primeiro Best Of, uma autêntica visita guiada por uma carreira que, em 15 anos, tomou proporções internacionais fazendo dela um dos maiores expoentes da cultura e do Fado no mundo.

 

Neste disco poderão ser encontradas canções de todos os seus álbuns, organizadas por ordem cronológica, e ainda temas que foram gravados para outros registos, como “Valentim” (com Bonga) editado para a homenagem a Amália Rodrigues em “As Vozes do Fado” ou “Sabe Deus” (com o israelita Idan Raichel).

 

Ricardo Ribeiro esgota CCB com tributo a José Afonso…

Ricardo Ribeiro idealizou um Tributo a José Afonso em resposta à Carta Branca dada pelo Centro Cultural de Belém. O concerto teve lugar na passada quinta-feira, dia 26 de outubro, numa abordagem muito própria e única!

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Foi com enorme entusiasmo e uma sala esgotada que ao longo de uma hora e meia Ricardo Ribeiro acompanhado por Filipe Raposo (direção musical e piano), Mário Delgado (guitarras), Ricardo Toscano (saxofone), António Quintino (contrabaixo) e Jarrod Cagwin (percussões), apresentaram temas emblemáticos de José Afonso como Maria Faia, Maio Maduro Maio, Canção de Embalar ou Senhora do Almortão, entre tantas outras canções, selecionadas para este espetáculo por Ricardo Ribeiro e o pianista Filipe Raposo.

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Os rasgados elogios do público anónimo não se fizeram esperar, os quais são visíveis nas redes sociais e na crítica especializada.

 

Fotografias: Hugo Moura

“LUCKY” de John Carroll Lynch

LUCKY” tem antestreia marcada no Lisbon & Sintra Film Festival, com a presença do realizador John Carroll Lynch, e estreia nos cinemas a 7 de Dezembro.

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LUCKY” ilustra a jornada espiritual de um ateu com 90 anos e as personagens peculiares que habitam na sua cidade desértica, no meio de nenhures. Tendo sobrevivido aos seus contemporâneos, o tempestuoso e independente Lucky encontra-se no precipício da vida, enveredando numa jornada de auto-exploração, em direcção ao que costuma ser inatingível: a iluminação.

LUCKY” marca a estreia como realizador do aclamado actor John Carroll Lynch, sendo uma carta de amor à vida e à carreira de Harry Dean Stanton, bem como uma reflexão acerca de mortalidade, solidão, espiritualidade e relações humanas.

Maroon 5… Novo álbum “Red Pill Blues” já disponivel

Os Maroon 5 acabam de lançar o seu muito aguardado sexto álbum de estúdio, “Red Pill  Blues”. Com produção executiva de J. Kash, e contando com participações especiais de SZA, Julia Michaels, A$AP Rocky e LunchMoney Lewis, o álbum chega agora às lojas em duas versões: standard (14 temas) e deluxe, que inclui um segundo CD com seis temas gravados ao vivo em Manchester, em 2015. A edição física da versão deluxe dá acesso a temas exclusivos dos Maroon 5, bem como a outros conteúdos criados especialmente para esta edição.

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Os Maroon 5 estrearam recentemente o vídeo do seu novo single, “What Lovers  Do”, que conta com a colaboração da artista SZA. “What Lovers Do” é a mais recente canção de uma série de singles que os Maroon 5 têm lançado ao longo do último ano. Em fevereiro, a banda lançou o hipnótico “Cold”, com Future. A “Cold” sucedeu-se outro grande êxito para o grupo, “Don’t Wanna Know”, com Kendrick Lamar.

 

Ambos os temas seguem os passos do single “Sugar”, que já conquistou 6 Galardões de Platina, foi nomeado para um Grammy e ultrapassou os 2 mil milhões de visualizações no YouTube/VEVO. O tema faz parte do aclamado álbum dos Maroon 5V”, que conquistou o Galardão de Platina nos EUA e que inclui outros singles de sucesso como “Maps” e “Animals”.

Clã editam banda sonora do musical “FÔ

“Super Superstição” é o primeiro single extraído do disco que reúne as canções do musical “” que chega às lojas no dia 24 de Novembro. O álbum “” é o registo em estúdio da banda sonora original do espectáculo com o mesmo nome, estreado em Janeiro de 2017 no Teatro Carlos Alberto no Porto.

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Os Clã e os actores João Monteiro, Maria Quintelas e Pedro Frias dão corpo aos temas compostos por Hélder Gonçalves, com letras de Regina Guimarães – que assinou também as canções de “Disco Voador”, o primeiro registo em estúdio da banda dedicado ao público mais jovem. “” parte de um espectáculo pensado para os supernovos com composições que tocam também (e profundamente) os adultos.

O lançamento do disco antecede a reposição do espectáculo que estará em cena de 13 a 22 de Dezembro, no Teatro Nacional São João.

Lisboa Dance Festival 2018… 9 e 10 Março no Hub Criativo Beato

A 3ª edição do Lisboa Dance Festival está aí! Depois de 2 edições muito bem-sucedidas, tendo sido reconhecido como Best New Festival e Best Indoor Festival nos Iberian Festival Awards 2017, o novo festival de música urbana continua a dar passos na vanguarda da criatividade, associando-se a um dos espaços mais efervescentes em Lisboa: o Hub Criativo do Beato. Nos dias 9 e 10 de Março, o Lisboa Dance Festival vai espalhar-se por várias salas deste novo espaço na zona oriental de Lisboa, criando diferentes ambientes para receber os novos artistas, sempre tendo em mente a máxima do festival: um olhar 360º sobre a música electrónica.

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A britânica NAO é a confirmação absoluta da diferenciação do festival. Inspirando-se em vários géneros musicais, todos eles ancorados à raiz da dança, Neo Jessica Joshua (aka NAO) vem a Portugal apresentar o trabalho que tem estado a desenvolver e que, muito recentemente, desvendou através do primeiro single: “Nostalgia”. Da electrónica ao R&B, passando pelo funk e com um tremendo bom gosto e vibe. É precisamente a “vibe” que distingue Nosaj Thing. Norte-americano de ascendência coreana, o produtor que já trabalhou com Kendrick Lamar, Chance the Rapper e Kid Cudi, apresenta-se em Lisboa com o seu espectáculo conceptual que muito espelha o requinte do seu álbum “Parallels”, “um exercício de exploração e de procura de outros universos (…) da electrónica, passando pela ambient music e hip hop”, um link total entre alma e máquina.

 

Quem também tem um currículo invejável de colaborações é Joe Goddard. O músico dos Hot Chip e 2 Bears já remisturou Kraftwerk, New Order, Disclosure, Dirty Projectors, The Chemical Brothers, e produziu para Franz Ferdinand e Bernard Sumner. O produtor que, muito recentemente, andou em tour com os LCD Soundsystem, vem a Lisboa apresentar “Electric Lines”, o seu novo álbum, um retrato panorâmico da sua carreira musical, passando pelo house, techno e disco até ao UK garage, R&B and electro-pop. Midland é outro dos nomes confirmados. Sem rodeios, um DJ de house sempre em constantes aproximações ao funk e ao techno. Recentemente, editou um verdadeiro clássico, “FabricLive94”, apresentando o trabalho no reaberto Fabric (Londres), casa-mãe do que mais inspira a música electrónica na Europa.

 

Quem nos deixa às voltas com o nome é a irlandesa Saoirse. Quando o soubermos pronunciar corretamente, vamos ouvir dub, ambient, house, jazz, electro, garage, techno e algumas surpresas. Dona duma extensa e diversificada discografia em vinil, Saoirse tanto está como peixe na água lado-a-lado com Ricardo Vilallobos, em Ibiza, como com Objekt, em Paris. Radicada, atualmente, em Londres, a progressão musical da DJ foi premiada recentemente com um “RA mix of the day”. Saoirse, um nome a reter

 

Antigo complexo fabril, situado na parte oriental de Lisboa, foi durante a Guerra Colonial um centro de produção e armazenagem de bens alimentares para as Forças Armadas. O Hub Creativo do Beato propõe-se ser um dos maiores pólos de empreendedorismo e inovação na Europa, um ecossistema tecnológico-criativo com serviços diferenciados que vão desde a área do empreendedorismo (incubadoras, aceleradoras, coworks e investidores), às indústrias criativas (cinema, audiovisual e multimédia, publicidade e marketing digital, música, moda, arquitetura, design e arte urbana), não deixando de parte centros de investigação e desenvolvimento e centros de competências.

 

A sua arquitectura Estado Novo é bem representativa dessa época - linhas austeras e industriais que vão de encontro não só à emergente tendência trash como ao ADN do Lisboa Dance Festival: o despertar do que outrora estaria obsoleto e o reconhecer do encanto e potencial do que seria visto como apenas degredo. O Beato, uma das zonas da cidade mais efervescentes, com um forte cunho underground e muito pouco tocada pelo lado mainstream, é a evolução natural do Lisboa Dance Festival, evento que, desde a primeira edição, tem demonstrado uma visão vanguardista e ditado tendências.

Benjamin Clementine lança video do single “Jupiter”

Benjamin Clementine acaba de lançar o novo vídeo para o single “Jupiter”, retirado do seu aclamado novo álbum “I Tell A Fly”, já disponível nas lojas e plataformas digitais. Filmado no Novo México por Lola Schnabel (filha do pintor e cineasta Julian Schnabel), o vídeo chega nas vésperas do músico iniciar uma longa digressão pelo Reino Unido e pela Europa.

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O vídeo de Schnabel mostra-nos Benjamin envergando um casaco Pearly King, nas paisagens deslumbrante de Albuquerque. Sobre “Jupiter”, tema influenciado pelo facto do visto de segurança dos EUA o ter descrito como um “alien”, Clementine diz: “Dizer ‘Jupiter’ era como dizer ‘Europa’ ou ‘Inglaterra’ ou ‘Edmonton’. Enquanto vagueava pela América… havia o Trump e a Clinton, deu-se o ataque de Orlando, o ataque em New Orleans. Pensava eu que estava a viver num lugar seguro, mas já nada era seguro. É uma provocação às pessoas a quem chamam de aliens por outras pessoas, como se fossemos doutro planeta. Acho que todos seremos para sempre aliens”.

Se com o álbum de estreia, “At Least For Now”, olhou para dentro de si e para o seu passado, agora no sucessor “I Tell A Fly” (composto, produzido e gravado por Benjamin no Studio 13 de Damon Albarn) olha em frente e para fora de si, para um mundo em constante mudança, para lutas anciãs e para uma resposta individual.

 

Um alien de habilidades extraordinárias” começou tudo. À primeira vista, uma descrição incomum emitida pelo visto americano, mas rapidamente tornou-se inspiração para uma peça de teatro (que se tornou num álbum narrativo) explorando de forma abrangente o conceito de alienígena, de migrante, de estranho ou de refugiado. Em “I Tell A FlyBenjamin recorre à sua história pessoal como um prisma através do qual analisa o mundo ao seu redor (tentando assim dar um sentido a ambos), explorando musicalmente territórios desconhecidos enquanto mantém uma vitalidade que não pode ser confundida com o trabalho de outro sem ser ele próprio.

The Legendary Tigerman e Linda Martini levam ronda final de Rumble In The Jungle ao Coliseu dos Recreios

No dia 21 de Dezembro, o Coliseu dos Recreios, em Lisboa, recebe o último concerto-combate de Rumble In The Jungle, a digressão inédita que junta os dois pesos-pesados do rock português – The Legendary Tigerman e Linda Martini.

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De 29 de Novembro a 21 de Dezembro, Rumble In The Jungle percorre o país de norte a sul, com 8 rondas em clubes e uma última na arena do Coliseu de Lisboa. Cascais, Braga, Viseu, Leiria, Porto, Coimbra, Alpendrinha, Évora e Torres Vedras são as cidades que acolhem Rumble in The Jungle, com vários concertos prestes a esgotar.

Rumble in The Jungle foi imortalizado na história do Boxe como o combate entre Muhammad Ali e George Foreman, no Zaire, a 29 de Outubro de 1974, que após 8 rounds finalmente consagrou Muhammed Ali vencedor. Nesta tour, Linda Martini e The Legendary Tigerman homenageiam cada um desses assaltos, não jogando boxe, mas sim rock - suado, com a vertigem e o peso que caracterizam as duas Bandas.

Linda Martini e The Legendary Tigerman editam novos trabalhos em 2018, até lá, senhoras e senhores, sejam bem-vindos a Rumble in The Jungle.

Façam as vossas apostas. Quem ganha somos nós.

 

Os bilhetes para um dos grandes e últimos concertos de 2017 encontram-se esta sexta-feira, 3 de Novembro, à venda, nos locais habituais.

“A pele que tenho em mim”… Novartis leva a Estarreja peça de teatro com histórias de superação de psoríase

Com o objetivo de sensibilizar para a psoríase, a Novartis, em colaboração com a PSOPortugal, leva aos palcos de todo o país a peça A Pele que Tenho em Mim. Desenvolvida e produzida pela ACE Teatro do Bolhão, esta é uma peça feita de histórias reais, que levam o espectador a vestir a pele de um psoriático que enfrenta os desafios de aprender a conviver com a doença. Ao longo de sete meses, a peça A Pele que Tenho em Mim sobe a 14 palcos, numa digressão que passa por cidades de norte a sul de Portugal. A digressão nacional chega agora a Estarreja, subindo ao palco do Cine Teatro de Estarreja, a 17 de novembro, às 21h30. A sessão é de entrada livre, mediante inscrição prévia através do site Uma Pele para a Vida (www.umapeleparaavida.pt), onde pode ser também consultado o calendário completo.

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Para Cristina Campos, Diretora-Geral da Novartis Portugal, esta iniciativa “é o resultado da responsabilidade social que a Novartis assume numa perspetiva de sensibilização e informação sobre algumas doenças ainda pouco conhecidas. Existe um enorme desconhecimento sobre a psoríase em Portugal nas comunidades onde as pessoas com Psoríase vivem e trabalham. As próprias pessoas com Psoríase têm muitas vezes informação insuficiente sobre a doença. Com A Pele que Tenho em Mim e esta colaboração com a PSOPortugal procuramos sensibilizar para a psoríase, desmistificando a doença, através de uma iniciativa que vai além dos principais centros urbanos”.

 

Jaime Melancia, Presidente da PSOPortugal, refere os fatores que levaram a associação a abraçar o projeto: “Esta peça expõe de uma forma humana o grande impacto que a psoríase tem na qualidade de vida dos doentes, nos vários aspetos do seu quotidiano. O que nos parece muito importante é o facto de, com histórias inspiradas em vidas reais, mostrar que é possível controlar a psoríase, superar a doença. E o papel que a compreensão da sociedade tem nessa superação. Ir onde estão os doentes, as pessoas que com eles convivem diariamente, é, a nosso ver, um aspeto fundamental que nos levou a colaborar nesta iniciativa”.

 

A produção da peça está a cargo da ACE Teatro do Bolhão, companhia de teatro formada em 2002 e com uma relação sinergética de mais de 25 anos com a ACE Escola de Artes na formação de novos talentos da representação nacional. A direção de produção da peça A Pele que Tenho em Mim está a cargo de Glória Cheio, com texto/encenação de Pedro Fiúza. Sobem ao palco Bernardo Gavina, João Tarrafa, Clara Gondim, Joana Mont’Alverne e Pedro Couto.

 

“O palco é sempre um lugar privilegiado para as emoções. O desafio que nos foi feito foi o de aproveitar esse lugar para dar cara e corpo às vontades, inseguranças e vivências de quem vive todos os dias por esta doença. Estamos muito satisfeitos com esta parceria – com o facto de nos ter permitido criar histórias muito diferentes entre si, mas que se ligam na superação e na esperança. São historias carregadas de humanidade com as quais esperamos contribuir para que se veja a psoríase de uma forma diferente”, afirma António Capelo, Diretor Artístico da ACE Teatro do Bolhão.

 

Apoio fundamental na divulgação e disseminação da digressão A Pele que Tenho em Mim é o das Infraestruturas de Portugal, que se associa à Novartis e à PSOPortugal na promoção da informação e sensibilização para a Psoríase pelo segundo ano consecutivo.