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Glam Magazine

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Captain Boy ao vivo nos Paços da Cultura em S.João da Madeira

Captain Boy é o alter ego do músico Vimaranense Pedro Ribeiro. Vagabundo com voz rouca e guitarra a tiracolo, canta histórias que transcendem o tempo com uma sonoridade ferrugenta que o acompanha em todas as actuações remetendo-nos para um ambiente como se nós próprios estivéssemos a bordo de um barco imaginário. Assim como o mar, Captain Boy é imprevisível, transformando todos os concertos numa viagem distinta.

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O nome “Captain Boy” surge inspirado numa história de Júlio Verne, escrita em 1878. Dick Sands, com 15 anos, torna-se comandante de um navio que ruma da Nova Zelândia a Valparaíso. De alguma forma somos todos capitães, putos… com pés grandes. O primeiro EP foi editado em 2015, com a distribuição digital da Universal Music Portugal. No mesmo ano, e resultado da parceria com a plataforma Tradiio, Captain Boy chegou ao primeiro lugar do Top 50 das mais de 1200 bandas a votação no Tradiio e foi o primeiro Artista a ser escolhido para abrir o palco EDP do Festival Super Bock Super Rock (na foto) em Julho de 2015.


Sailorman”, o segundo single de “1”, foi o segundo single do álbum. O tema é uma conversa interior, como tantas que Captain Boy tem com o subconsciente. "Uma conversa para limpar as manchas dos vidros que por vezes não nos deixam ter uma visão clara do que somos."

O novo single de “1”, "Diablo" vai ser apresentado nos Paços da Cultura em São João da Madeira já no próximo dia 11 de Novembro.

de Turquoise apresenta “Camomila” no Plano B

Se a música fosse uma cor, a de André Júlio Teixeira seria turquesa. de Turquoise é o nome do seu mais recente projecto a solo, uma tentativa de encontrar na música, talvez, essa mesma frequência harmónica de azul, que apazigua, que sugere um lugar pleno para se estar. Um lugar sempre novo, reconfortante e vibrante. Um abrigo do vazio do mundo, onde a percepção de tempo e espaço se expande sem noções, onde o pensar perde o contexto e se silencia, e de onde nascem forças motrizes que nos contam histórias concretas, abstratas, a começar pelo ponto mais infinitamente distante de nós, para acabar no mais íntimo.

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Com uma formação e experiência profissional em música e teatro, André Júlio Teixeira, músico multi-instrumentista, procura com de Turquoise, fazer essa descoberta a solo. “Camomila”, o seu mais recente EP, é uma delas, onde explora o potencial da simplicidade e elasticidade da guitarra e da voz, por vezes subtilmente modeladas com pedais de efeitos, mas sem se desfocar da qualidade acústica que os  aracteriza, procurando uma versatilidade rica em elementos sonoros.

Este trabalho será oficialmente apresentado no Plano B, no próximo dia 10 de Novembro.

Teresa Salgueiro na Aula Magna apresenta “O Horizonte”

Teresa Salgueiro renova-se e surge com uma maturidade na voz que nos leva para um outro espaço. Cristalina, poética, sensível, real e profunda. Teresa Salgueiro, uma mulher, uma cantora a fazernos pensar através dos poemas que escreve e interpreta de uma forma muito própria e especial, sem nunca fugir às suas convicções e à sua forma de estar enquanto pessoa e cidadã. “O Horizonte”, o seu segundo álbum autoral, lançado no passado dia 30 de Setembro, é um olhar sobre essa linha longínqua que nos impele a empreender o caminho, ao encontro dos nossos sonhos, expresso aqui na crença da importância da criação de um repertório inteiramente original. Música e Palavras.

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Teresa Salgueiro dá-nos a esperança e fé de que é possível acreditar e lutar porque o Horizonte está lá para sonhar e fazer. Na digressão que de novo a levará aos mais prestigiados palcos de todo o mundo, onde, ao longo de quase três décadas, sempre foi recebida com um imenso carinho e apreço, Teresa Salgueiro apresenta-se com um novo espectáculo em que celebra a multiplicidade das suas facetas, trazendo-nos a interpretação de temas da sua autoria, de arranjos originais para canções portuguesas, não esquecendo a homenagem ao seu antigo grupo.

 

Teresa Salgueiro, acompanhada pela banda que formou desde 2012, desenha-nos um roteiro por um elaborado, delicado e profundo tecido de emoções em que nos demonstra, sem sombra de dúvida, a sua reputação de criadora de ambientes mágicos de uma beleza indiscutível.

Filho da Mãe… O concerto de encerramento de "Mergulho" no MUSICBOX

Existem poucos guitarristas em Portugal como Filho da Mãe. Em 2011 inicia o seu percurso a solo com “Palácio”, trabalho editado pela Rastilho Records. Em 2013 lança “Cabeça”, o seu segundo trabalho de estúdio, desta feita pela Lovers & Lollypops. Em ambos os trabalhos, Rui Carvalho compõe majestosas melodias que misturam composições clássicas com o blues ou o fado, demonstrando um virtuosismo impressionante.

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É na continuidade de “Cabeça” que Filho da Mãe se atira em queda livre para Mergulho. Fruto de uma residência proporcionada pela associação Encontrarte-Amares, em “Mergulho”, Rui Carvalho diluiu-se no tempo e no espaço, tornando permeável o registo que até então cunhava como algo só dele — o que partilhou retornou-lhe maduro, melodioso e doce, em contraste com as incursões mais intempestivas e desenfreadas de outros tempos.

É com este concerto, dia 10 de Novembro no MUSICBOX, que Filho da Mãe se despede deste disco, voltando em 2018 com novas composições.