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Glam Magazine

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Catacumbas em Festa com a Fuse Records

Depois da épica matiné nas catacumbas do Liceu Camões, em Lisboa, no ano passado, a Fuse Records volta a repetir a proeza e promete apagar a escuridão com a melhor música e muita luz.  É já este sábado, 11 de Novembro, que o famoso Dj Hector volta a Lisboa para mostrar todo o seu talento e por a tribo Fuse ao rubro.

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Nascido no México, em Guadalajara, Hector descobriu muito cedo que seria a música a pautar-lhe a vida. Ainda novo muda-se para Londres onde começou a trabalhar na lendária loja de discos Phonica Records, uma experiência que lhe viria a mudar a vida. O contato com clientes como Luciano, Richie Hawtin, Loco Dice, entre tantos outros, fez com que Hector saltasse do balcão da loja, onde apenas sugeria discos, para a famosa discoteca londrina Fabric, onde se fez ouvir e despertou para o estrelato. Hoje é dono da sua própria editora, Vata Locos, e um dos mais promissores produtores do mundo. Faz-se ouvir este sábado depois de terem subido ao palco a Crew Fuse Records (Analodjica, DJ Nox e The Slum Vagabunds) e a dupla de Budapeste Monolite, da produtora parceira e amiga CityMatiné.

 

E já que 11.11 será sempre uma data marcante para a Fuse Records (celebram-se 6 anos sobre a segunda festa da marca) a festa tem de ser a dobrar. Por isso, o after party continua no Kremlin e será assegurado pelos Dj’s da CityMatiné, Dj Sobek e Captain Knucles. Para quem marca presença nas catacumbas a entrada será livre até à uma da manhã.

Está tudo pronto, a festa arranca às 16 horas no Liceu Camões, em Lisboa.

André Sampaio lança "Alagbe"

A música brasileira é naturalmente inundada pela polirritmia africana. É uma questão de DNA, das influências e referências que atravessaram os mares e fizeram surgir tantos ritmos brasileiros, caribenhos e norte-americanos. O músico André Sampaio acaba de dar uma remada diferente nessa navegação sem fim. Carioca de Vila Isabel, sua trajetória musical reúne elementos que se somam e oferecem uma diversidade própria da diáspora.

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Ex-integrante da banda de reggae Ponto de Equilíbrio (da qual fez parte por mais de 10 anos) e Ogan Alagbe (lê-se “Alabê” - guardião da música sagrada do candomblé) desde 2011 no terreiro que frequenta há mais de uma década no Rio de Janeiro, ele aponta sua guitarra para o afro-rock dos anos 70 em seu segundo disco solo, “Alagbe”. Assim como a África inspirou o surgimento do blues e do rock nos EUA, essa referência voltou ao continente nos anos 70 no trabalho de bandas como The Funkees (Nigéria) e Orchestre Poly-Rythmo de Cotonou (Benin), entre muitas outras, em um fértil encontro da música norte-americana com afrobeat e o afro-funk.

 

André Sampaio, em pleno ano de 2017, acrescenta um tempero brasileiro nessa receita com referências do candomblé (nos ritmos e nas letras) e traz diversidade ao cardápio do afro-rock. As distorções e solos de seu instrumento se destacam na sonoridade de “Alagbe”, que dispensa metais em sua instrumentação. No ritmo, sua mão direita procura os acordes com os movimentos de quem toca instrumentos de percussão. Com produção do também guitarrista Cris Scabello (integrante do Bixiga 70), o álbum reflete o momento do músico, agora inteiramente dedicado ao trabalho solo.

Ana lança "Um"

"Um" é o primeiro LP de Ana e é também a edição PLA:008 da Planalto Records. Foi apresentado pela primeira vez no passado dia 3 de Novembro no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães.

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"Um" foi produzido por Diogo Alves Pinto (mais conhecido como Gobi Bear) e apresenta-nos um Gabriel Salgado mais maduro e reflexivo, pintando temas com mais cores e com mais tonalidades.

A capa é da autoria da Katharina Leppert.

Tó Trips & João Doce… “Guitarra Makaka” em Setúbal

Cofundador de marcos da recente música nacional, como é o caso dos Lulu Blind ou Dead Combo, e membro da fase final dos Santa Maria Gasolina em Teu Ventre, Tó Trips lançou em 2009 o seu primeiro álbum a solo, “Guitarra 66”, pela Mbari, efusivamente recebido pela crítica. Lindo registo de música crua, aberta, generosa, de espírito nomádico, encaixa as pistas e materializações que Trips dava já nos Dead Combo. O meta-fado de Paredes, a música de fantasminhas da boémia lisboeta, a tradição cubana como vista por Marc Ribot, o lado mais lírico do western spaghetti de Ennio Morricone ou o encontro ibero-árabe do flamenco, deixando-nos com uma linguagem que entretece todos estes vocabulários e o torna uma língua sua, real como só os verdadeiramente bons e honestos o conseguem ser.

GLAM - To Trips+Joao Doce.jpgphoto: Paulo Homem de Melo

 

Guitarrista do melancólico e do luminoso, transforma em som um homem que é profundamente português, fascinado pelas viagens – reais, internas, imaginárias e impossíveis. Regressou nesta Primavera de 2015 com o novo disco “Guitarra Makaka – Danças a um Deus Desconhecido”. E mais uma vez não se deixa Tó prender a fórmulas, não obstante possuir, à guitarra, um estilo particularmente distinto. Isto é, o aparecimento de um novo disco a solo seu deve-se, antes de mais, à necessidade de documentar o desenvolvimento e exploração de uma nova linguagem.

 

Mais concretamente à guitarra Resonator, com os seus cones metálicos a ampliar de modo natural o som e raízes associadas a ícones como Tampa Red ou Bukka White. Não que Tó finja aqui ser quem não é – aliás, mais longe do blues do delta do Mississippi não podia estar. Afinal, o seu interesse na tradição será apenas por aquilo que – na acepção real do termo – ela possui de mais primitivo. Isto é, o seu projeto é efetivamente o da prossecução daquilo que, em rigor, nas cordas de aço, nunca existiu em lugar nenhum. Daí que se socorra da alegoria da “ilha imaginária”, embora trabalhe igualmente no sentido de evocar memórias específicas. No fundo, mais não se fala do que de uma música que soube fazer do isolamento uma fortaleza e da independência o melhor que tem a dar de si.

Ao vivo, na senda de levar o “Guitarra Makaka” pelo país fora, convidou e construiu um espetáculo cúmplice e entusiasmante com o percussionista João Doce, reputado músico angolano residente em Esmoriz, sobejamente (re)conhecido com o membro dos Wray Gunn e colaborador de The Legendary Tigerman.

 

Casa da Cultura (Setúbal)
17 de Novembro 2017 | 22.00h

Mário Laginha e Pedro Burmester ao vivo no Uruguai, Argentina e Brasil…

Mais de 20 anos depois de terem gravado um disco juntos, "Duetos" Mário Laginha e Pedro Burmester continuam a percorrer o mundo com o seu concerto para dois pianos. O próximo destino é a América Latina: dia 8 participam no Festival de Jazz de Montevideo, no Uruguai; a 11 actuam na Usina del Arte em Buenos Aires, Argentina; e dia 13 tocam no Teatro Bradesco, em Belo Horizonte, no Brasil.

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Do alinhamento deste concerto fazem parte obras de Aaron Copland, Astor Piazolla, Fréderic Chopin, Claude Debussy, Maurice Ravel e Mário Laginha.

 

Unidos por uma formação musical clássica e enorme cumplicidade, Mário Laginha e Pedro Burmester construíram carreiras distintas. O primeiro está mais próximo do jazz, da fusão e recriação das músicas do mundo; o segundo está mais orientado para a interpretação do repertório clássico nos seus vários formatos, do concerto a solo até actuações com grande suporte orquestral.

A primeira vez que uniram as suas inclinações musicais e experiências foi em 1994 quando gravaram "Duetos", disco que os levou em digressão por todo o mundo. No final de 2005, Bernardo Sassetti juntou-se a Mário Laginha e Pedro Burmester no projecto 3Pianos.

No ano passado, os dois pianistas voltaram a tocar ao vivo em duo nas principais salas e festivais internacionais. Para o início de 2018 está marcada a estreia de um novo espectáculo, com novo repertório.

Primeiro musical para turistas estreia no dia 5 de Dezembro

"The Portuguese – a Musical Comedy" é o primeiro musical em inglês dirigido aos milhares de turistas que nos visitam diariamente e já tem estreia marcada: dia 5 de dezembro, terça-feira.  A peça estará no ar três dias por semana, terças, quintas e sábados, às 18h30, no Auditório dos Oceanos do Casino de Lisboa.

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Acontecimentos e personagens marcantes da História de Portugal serviram de inspiração a Filipe Homem Fonseca e Rui Cardoso Martins - os autores da Conversa da Treta - que criaram um divertido enredo para aquele que será o primeiro musical português dirigido a quem nos visita. A esta dupla de autores juntaram-se a produtora Plano 6 e vários parceiros que partilham do sonho de colocar o teatro musical português na rota do consumo internacional.

 

The Portuguese – a Musical Comedy será uma peça integralmente interpretada em inglês e com um cunho humorístico muito próprio sobre vários factos que marcaram a História de Portugal, reencarnados por um elenco de atores portugueses, numa co-encenação de Sónia Aragão e Ana Brito e Cunha. A peça foi pensada para todos os milhares de turistas e estrangeiros que visitam o país em lazer ou negócios e que poderão assim consumir cultura de qualidade enquanto conhecem um pouco mais da História e estórias da terra de Camões.

 

Este é um projeto que nasceu perante a forte visibilidade que o país tem tido a nível internacional, bem refletida no aumento exponencial do fluxo de turistas nos últimos anos.  The Portuguese conta com o apoio do Turismo de Portugal.

 

“Songs for Takashi” de Raimund Hoghe na Culturgest

Depois de, em abril de 1997, ter apresentado o primeiro solo de Raimund Hoghe, Meinwärts, a Culturgest retomou o contacto com este coreógrafo alemão em 2006 e, desde então, tem mantido com ele uma relação privilegiada, apresentando Young People, Old Voices em setembro de 2006, Swan Lake 4 acts em fevereiro de 2008, Si je meurs laissez le balcon ouvert (que coproduziu) em fevereiro de 2011 e Pas de Deux em setembro de 2013.

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A Culturgest apresenta agora a peça Songs for Takashi, com o bailarino Takashi Ueno, um intérprete "poderoso e poético" como diz o próprio Raimund Hoghe e que o público de Lisboa terá o prazer de rever ou descobrir

 

Culturgest (Lisboa)

10 e 11 de Novembro 2017 | 21.30h

Da Chick Foxy Band em concerto único em Dezembro

A noite mais foxy do ano está marcada para dia 8 de Dezembro, para um concerto único no Lux em Lisboa, e a anfitriã não poderia ser outra que não... Da Chick. Em palco, a artista que lançou este ano o EP "Call me Foxy" estará em formato Live, no Lux, em Lisboa, com uma banda digna de referência. Gui Salgueiro (teclas), Pestana (baixo), Ariel (bateria), Sandro (trompete), Dinis (saxo), Cavalo (bombardino) e Mike El Nite (mc/host) juntam-se à voz e irreverência de Da Chick para uma noite única.

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A receita é simples, vestir o outfit mais vistoso que exista no guarda-fatos e  receber a "queen of funk" da melhor maneira: dançando até perder os sentidos. Se tudo isto não fosse suficiente, Teresa de Sousa, AKA Da Chick encarregou-se de convidar ilustres personalidades, anunciadas oportunamente, para tornar este espectáculo único.

Misty Fest apresenta…. Céu

A cantora brasileira Céu, vencedora de 2 Grammys Latinos, estreia na nova edição do Misty Fest canções inéditas que irão pertencer ao álbum sucessor do aclamado “Tropix” de 2016. Dia 6 de Novembro na Casa da Música (Porto) e dia 7 em Lisboa no Teatro Tivoli BBVA.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

O Brasil sempre misturou – samba com rock, bossa com electrónica, hip hop com MPB, jazz com morro, funk com praia... – e Céu é um produto dessa liberdade de pensar, de agir, de cantar e de dançar. Ao Misty Fest a aplaudida cantora brasileira que conta já com quatro álbuns de estúdio na sua agitada discografia – incluindo o mais recente “Tropix” que data de 2016 – pretende trazer já alguns sinais do que está a preparar para 2018.

 

Céu é filha de uma São Paulo de vistas largas e isso reflectiu-se em discos onde cruzou a electrónica, o dub, o hip hop e a MPB com mestreia e bom gosto, factores que lhe valeram elogios rasgados por parte da imprensa internacional e que, claro, sustentaram a inédita conquista de dois Grammys Latinos, incluindo o de Melhor Álbum de Pop Contemporâneo Brasileiro, sucedendo a artistas como Tulipa Ruiz, Ivete Sangalo ou Seu Jorge, que também arrecadaram distinções nessa categoria.

 

Ao vivo, Céu tem arrecadado aplausos internacionais pela forma original como se entrega às suas canções, com temas como “Perfume do Invisível”, um dos momentos mais destacados de Tropix, a provarem funcionarem na perfeição para audiências internacionais. Em 2015, Céu apresentou-se em Lisboa num concerto que ainda está guardado na memória de todos os que estiveram presentes. Agora, Céu promete desvendar-nos o seu próprio futuro num concerto em que além dos seus maiores sucessos interpretará também material inédito.

FNAC procura fotógrafo revelação

A FNAC promove a 15ª edição da iniciativa Novo Talento FNAC da Fotografia, que tem como objetivo descobrir jovens fotógrafos que se distingam pela sua originalidade, excelência técnica, coerência e capacidade narrativa. Este programa decorre no âmbito da missão FNAC de apoio e promoção da cultura portuguesa.

Novo Talento Fnac da Fotografia

O vencedor do concurso é premiado com uma máquina fotográfica da marca Canon, com um curso de fotografia até um ano no Instituto Português de Fotografia e uma assinatura anual da revista  “O Mundo da Fotografia”. O artista verá, ainda, os seus trabalhos expostos nos Fóruns FNAC pelo período mínimo de um ano. “O Novo Talento FNAC Fotografia é um programa que muito nos orgulha e que já conta com 15 edições. Durante todos estes anos tivemos o privilégio de contactar com centenas de jovens artistas, muito talentosos e de diferentes estilos, que tiveram a oportunidade de dar a conhecer os seus trabalhos. Convidamos todos os artistas nacionais a participar na edição de 2017”, reforça Inês Condeço, diretora de comunicação da FNAC.

 

A iniciativa destina-se a artistas nacionais com mais de 18 anos que apresentem um portefólio de fotografias originais, nunca submetidas a concurso. O anúncio do vencedor está agendado para 17 de Janeiro de 2018,  numa cerimónia de entrega de prémios com a presença dos júris do concurso: Augusto Brázio (Fotógrafo), Francisco Feio (professor de fotografia), Mário Cruz (fotojornalista da Lusa e vencedor do World Press Photo 2016, categoria Assuntos Contemporâneos) e Sérgio B. Gomes (jornalista do Público).

 

O período de inscrições termina a 17 de novembro. Os candidatos podem inscrever-se gratuitamente numa das 27 FNAC espalhadas pelo país ou através do site: www.culturafnac.pt .

 

CITEMOR… 39º Festival de Montemor-o-Velho

A 39ª edição do Festival de Montemor-o-Velho vai decorrer de 17 de Novembro a 9 de Dezembro, entre Montemor-o-Velho e as cidades de Coimbra e Figueira da Foz.  O Citemor, que é na sua génese um festival de verão, teve necessidade de adequar o calendário aos programas de apoio da DG Artes, o seu principal suporte, e realiza-se este ano no Outono.

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Tendo como base 8 propostas performativas — que evidenciam uma considerável diversidade de linguagens e de formatos — das quais quatro são desenvolvidas em residência de criação, o Citemor propõe um programa composto por dez espectáculos e uma instalação vídeo. Para a edição de 2017, o Citemor convocou criadores com uma relação já estabelecida com o festival (Elena Córdoba, Tiago Cadete, David Marques) e artistas com percursos relevantes e que temos vindo a acompanhar nas últimas edições (Rui Catalão, Miguel Bonneville, Dinis Machado). Pela primeira vez, integram o programa Lígia Soares, Edurne Rubio, Bruno Humberto.

Completam o programa as criações audiovisuais finalistas do Loops.Lisboa (Tiago Rosa-Rosso Carvalhas, Patrícia Almeida, Pedro Vaz) e os concertos de Lavoisier e First Breath After Coma, que marcam a abertura e o encerramento do festival.

O contacto com a criação artística proveniente de Espanha, uma referência do Citemor, é protagonizado pela apresentação do novo trabalho de Elena Córdoba e pela estreia nacional de Edurne Rubio.

 

O mês de Agosto foi dedicado às residências artísticas, uma das marcas do festival, de Miguel Bonneville e de David Marques com Tiago Cadete, em Montemor-o-Velho. Durante o mês de Novembro, decorrerá a residência e laboratório de Rui Catalão em Coimbra, um projecto aberto à participação da comunidade, e de Elena Córdoba, para encerrar o seu processo de criação e estrear na Figueira da Foz. O festival reinventa-se com os recursos possíveis, afirma a sua vitalidade e capacidade de renovação, adaptando-se constantemente às circunstâncias e respondendo a novos desafios, mantendo-se fiel às suas orientações programáticas.

A participação do Citemor na produção de novas obras, acolhendo os processos de criação e participando nas co-produções, é um contributo para um reportório contemporâneo e para tornar Montemor-o-Velho, por excelência, um lugar propício à criação.

 

Desenvolvendo um programa artístico partilhado com Coimbra e Figueira da Foz, o Citemor desenha uma ponte a ligar as duas cidades, com um pilar em Montemor-o-Velho. A ligação no território é natural e está bem definida, secularmente, pelo curso do Mondego. O Citemor foi pioneiro, no nosso país, na conjugação das práticas artísticas contemporâneas com o património edificado e paisagístico, e a propor a sua articulação com diversos sectores da actividade económica, nomeadamente o turismo.

Da relação orgânica, intensa e constante, que o festival mantém com o território que habita, resultou a ambição de influenciar a definição de estratégias para a região.

O Baixo-Mondego é uma sub-região com especificidades culturais que carece/necessita de um projecto estruturante e motivador.

 

Ozzy Osbourne celebra cinco décadas de atuações ao vivo… na Altice Arena

Na sua digressão mundial de despedida, Ozzy Osbourne, o cantor e compositor distinguido no Hall of Fame e vencedor de um Grammy, vai celebrar cinco décadas como intérprete (tanto como artista a solo, como vocalista dos Black Sabbath, formados em 1968). Lisboa vai receber o lendário Ozzy Osbourne dia 2 de julho, para um concerto único em nome próprio na Altice Arena. Os Judas Priest, um dos maiores nomes de sempre do Heavy Metal, são a banda convidada para se juntar a Ozzy nesta grande despedida.

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Esta tour, que conta levar Ozzy em digressão pelo mundo até 2020, ficará marcada como a despedida do lendário artista, embora ainda tenha em vista algumas atuações ao vivo pontuais e especiais. “As pessoas passam a vida a perguntar-me quando me reformo”, explica Ozzy. “Esta será a minha última digressão, mas não posso dizer que não vou fazer um espetáculo aqui ou ali”.

 

A tournée terá arranque em 2018 no México, antes de se dirigir para a América do Sul, com concertos em três países. De seguida o cantor parte para mais uma jornada, desta vez pela europa, onde passará por Portugal, dia 2 de julho, na Altice Arena. A digressão Norte-Americana virá de seguida com uma série de concertos que serão anunciados em 2018.

 

Nesta digressão, o músico contará com os colaboradores de longa-data Zakk Wylde (guitarra), Blasko (baixo), Tommy Clufetos (bateria) and Adam Wakeman (teclados).