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Glam Magazine

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‘Björk doesn't do drugs. Drugs do Björk’… “Utopia” a 24 de Novembro!

Utopia” é o 9º disco de originais de Björk e tem edição agendada para o dia 24 de Novembro via One Little Indian Records.

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O disco foi escrito por Björk e 5 das 14 faixas foram co-escritas por Arca e Sarah Hopkins. Para a gravação do disco, Björk formou uma orquestra de flautas, constituída por 12 mulheres islandesas, orquestra essa conduzida pela própria Björk na gravação de “Utopia

Björk conduziu igualmente Hamrahlíðarkórinn, um coro islandês liderado por Þorgerður Ingólfsdóttir. A capa do disco foi esboçada por Jesse Kanda juntamente com a própria Björk e a participação da makeup artist Hungry.

 

Acerca deste novo disco, Björk deixou as seguinte palavras…

“I am so overwhelmingly humble while announcing my album utopia is coming out end of nov . i can´t wait for you to hear it . this is the cover made by the warm extraordinary talented Jesse Kanda and was assisted by me , James Merry and Hungry . thank you for telepathically getting me !! over the moon and jupiter gratitudes to magical Arca for making the music of this album with me : what a profound and nourishing trip this has been !!! thousandfold appreciation and headbowing . hope you like it”

Tó Trips & João Doce encerram residência na ZDB

A par da presença nos Dead Combo, Tó Trips tem vindo a construir, a solo, uma muito singular e nobre discografia, sublimando e sublinhando a guitarra como meio da sua criação musical. É definitivamente um guitar-man, um incansável e espontâneo explorador das cordas, dos acordes, dos ecos e das melodias que esse instrumento esconde.

GLAM - To Trips+Joao Doce.jpgphoto: Paulo Homem de Melo 

 

Um artista que ressuscita, que transfigura memórias e tradições da música em obras novas. O rock, os ritmos e texturas africanas, os lamentos mais solitários e secos da guitarra clássica, as paisagens sonoras de uma certa América são e continuam a ser os elementos estreitam e abrem esse fazer. Escutam-se em discos como “Guitarra 66” (2010) “Guitarra Makaka – Danças a um Deus Desconhecido” (2015) e, no ano passado, em “Sumba”, álbum em que Trips acolheu a percussão de João Doce.

 

A dupla já existia reunida pela amizade em 2004, mas foi anos depois, ao fim de uma conversa no Cafetaria do Parque Ambiental do Buçaquinho, entre Esmoriz e Cortegaça, que colaboração musical se forjou. Desde então, os dois amigos têm levado o disco a vários lugares, dando a ouvir canções em que a melancolia se expande soprada pela energia da percussão do membro dos WrayGunn e colaborador de The Legendary Tigerman. É como se as notas de Tó Trips voassem, transformadas em quase riffs, ou se entregassem a uma dança tribal e festival. Entre os ritmos, ora serenos, ora agitados de João Doce, e a electricidade da guitarra, o par conjura, numa conversa sem palavras, uma liberdade poética em que a música se confunde com o júbilo. Neste concerto, no próximo dia 16 de Novembro, Tó Trips e João Doce apresentam-se, ao fim de vários dias de residência na Galeria Zé dos Bois, com a promessa de que essa liberdade se manifestará em palco. Em canções animadas pela energia que o espírito transmite ao fazer

O Gajo… no Vodafone Mexefest 2017

O Gajo, projeto musical de João Morais, que lançou o seu mais recente álbum "Longe do Chão" em maio deste ano, é uma das novas confirmações do Vodafone Mexefest. O artista atua no dia 25 de novembro pelas 20H00 no Palácio Foz, nos Restauradores.

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Depois de fazer uma digressão um pouco por todo o país, apresentando o seu "Longe do Chão", que conta com o single "Há uma festa aqui ao lado" e "Miradouro da Batucada", o Gajo volta a Lisboa, cidade que serviu de inspiração para o seu disco, para uma apresentação única numa das salas mais emblemáticas da cidade, o Palácio Foz. Este concerto acontece no âmbito do festival Vodafone Mexefest, que acontece de 24 a 25 de novembro em salas circundantes à Avenida da Liberdade.

 

"Longe do Chão" é um trabalho de sombras vagas de final de tarde que povoam o universo do artista, e nos contam histórias da cidade oculta. É um voo sobre nós próprios embalados por uma Viola Campaniça que nos enche como a maré e nos inunda com sentimentos de naufrágio.

Música e cinema de ‘mão dada’ no Muvi 2017.

O único festival de cinema específico sobre música em Portugal ‘habita’ novamente o Cinema São Jorge, em Lisboa, durante a quarta edição, de 15 a 20 de novembro de 2017. Ao todo falamos de 200 filmes de mais de 25 países – entre longas, curtas, vídeos musicais e sessões especiais, algumas com a presença de convidados especiais –, seis concertos, um cine-concerto, três exposições e oito sessões ou apresentações gratuitas.

MUVI 2017

Em 2017 o Muvi arrumou duas atuações por dia na sexta-feira 17, sábado 18 e domingo 19 de novembro, às 23h30 na sexta e sábado e às 21h30 no domingo. Sexta, às 23h30, atuam as Clementine e às 00h45 os Lâmina. No sábado, às 23h30, apresenta-se Iguana Garcia e às 00h45 Electric Man. No domingo, um pouco mais cedo, às 21h30, atua Acid Acid e às 22h45 Homem em Catarse.

Harry Styles estreia novo vídeo… “Kiwi”

Harry Styles acaba de lançar o vídeo do novo single “Kiwi”.
Realizado pela aclamada dupla Us (Chris Barrett e Luke Taylor), o vídeo foi gravado no Reino Unido e conta com a participação da estrela-revelação, a actriz Beau Gadsdon (Rogue One: A Star Wars Story).

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Harry Styles lançou o seu primeiro álbum a solo, homónimo, em Maio de 2017, que entrou logo para o primeiro lugar do iTunes (Portugal). O registo, que esteve em #1 em mais de 55 países, conta com 10 faixas no alinhamento, incluindo o single de apresentação “Sign of the Times” e o mais recente “Kiwi”. A edição teve produção executiva de Jeff Bhasker, com produção adicional de Alex Salibian, Tyler Johnson e Kid Harpoon.

O álbum físico inclui um LP em vinil, CD digipak e também um CD de edição limitada que inclui um livro de capa rígida de 32 páginas, com fotografias exclusivas tiradas durante o processo de gravação do álbum.

Um LP em vinil branco especial foi disponibilizado em exclusivo em hstyles.co.uk bem como uma edição limitada do álbum + pacotes de litografias com a arte do álbum (até terminar o stock).

Após a estreia do álbum, Harry Styles estreou-se no cinema no aclamado filme de Christopher Nolan “Dunkirk” (Julho 2017). Styles encontra-se em digressão mundial com a Harry Styles Live on Tour, que arrancou em salas intimistas mas que se expandirá para arenas em 2018.

João Sala apresenta @senhor_internet

João Sala, anteriormente e presentemente conhecido como voz e teclado da banda Ganso, é o @senhor_internet.

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Prepare-se para ser elucidado com uma viagem pela música do século XX, para reviver os sons que mexeram corpos pelos quatro cantos do mundo. Verá que a música voodoo chegou às americas e que o disco chegou à India. É uma aula geográfica musical, e você é o aluno favorito.

 

Fábrica Musa (Lisboa)

10 de Novembro 2017 | 22.00h

“Prodigal Child”… A nova afirmação dos Bless The Mess

Os portugueses Bless The Mess mostram-nos um talento renovado, com o lançamento do seu terceiro single, “Prodigal Child”.

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Começaram com um ritmo característico de eternos jovens do rock, amanheceram num registo mais maduro e imponente. Como um filho pródigo, regressam agora com um estilo mais Indie Rock, onde juntam um toque psicadélico que fica facilmente no ouvido.

O EP “Low Blow” foi a primeira mostra que a Music For All deu a conhecer dos Bless The Mess, ao qual acrescenta agora este novo rumo, este novo ritmo. Os Bless The Mess estarão no Popular Alvalade dia 11 de novembro, a partir das 23h, para apresentação do novo single.

Virgul grava dueto com Ludmilla…

Virgul grava nova versão do single “Rainha” com Ludmilla (na foto), um dos maiores fenómenos da cena actual da música brasileira. A cantora de grandes êxitos, entre os quais o single “Cheguei” - o qual já marca presença nos tops portugueses – junta-se a Virgul para uma extraordinária versão que promete dar uma vida (ainda) maior a um tema que é já um dos grandes êxitos da música portuguesa deste ano.

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O single, gravado no Verão e que será dado a conhecer durante esta semana, estará disponível nas plataformas digitais no dia 24 de Novembro e integrará o álbum de estreia a solo de Virgul a ser editado antes do fim do ano.

 

“A Heartbeat is More Unique Than a Fingerprint”… novo single dos This Penguin Can Fly

A Heartbeat is More Unique Than a Fingerprint”, é o novo single de “Caged Birds Think Flying is a Disease”, primeiro longa-duração dos This Penguin Can Fly, editado este ano. O vídeo, produzido pelo colectivo GOYAS é uma viagem que nos fala sobre os afetos e as ligações que desenvolvemos. Da criança que nunca deixamos de ser na forma mais natural e inata que temos de criar laços com os outros. É essa a identidade humana e que nos torna únicos: a forma como sentimos, no prior da nossa índole espiritual.

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Gravado e produzido nos Estúdios Lobo Mau, em Guimarães, por José Pedro Caldas, “Caged Birds Think Flying is a Disease” é um trabalho pujante, sujo, ritmado e orgânico, onde o trio reinventa o rock instrumental patente no primeiro EP, e trazem vários elementos e novas sonoridades como floreados orientais de guitarra ou ritmos sul-americanos, sempre acompanhados por um baixo groovesco e presente. É assim, com todos estes condimentos que This Penguin Can Fly se apresenta, numa luta pela incessante busca de liberdade de parâmetros sonoros e cénicos, com um total de nove temas novos que vão beber aos quatro cantos do mundo.

É disto que este primeiro longa-duração vive; desta possibilidade de voar duma jaula, que personifica o constrangimento criativo e artístico. Não há convenções, padrões ou tabelas fixas.

Vodafone Mexefest com cartaz completo e horários…

O Vodafone Mexefest está de regresso à Avenida da Liberdade, em Lisboa, nos dias 24 e 25 de novembro, com a promessa de sempre: ser uma mostra privilegiada da melhor música da atualidade, com foco maior na novidade nacional e internacional, mas também na qualidade de talentos já firmados e com provas dadas, que continuam a ser pioneiros no desbravar da História da música contemporânea.

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A procura de música nova em uníssono com a descoberta de alguns dos espaços mais emblemáticos da cidade, faz do Vodafone Mexefest um Festival com um carisma inigualável e um ambiente tão dinâmico quanto o movimento do público se desloca de sala em sala. Movimento é, aliás, a palavra de ordem. O importante é não perder nada da edição de 2017, que se adivinha imperdível, como se comprova pelos nomes que completam o cartaz.

O hip hop ganha reforços com as confirmações de Eva RapDiva, a rainha ginga do rap angolano; e ainda CJ Fly e Nasty Niles, dois nomes fortes do coletivo de hip hop Pro Era, de Brooklyn, liderado por Joey Bada$$, que se tem afirmado como uma das mais vibrantes casas do hip hop norte-americano.

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A música nacional volta a ter um lugar de destaque no Vodafone Mexefest, que todos os anos leva a palco uma série de novos talentos da música portuguesa, bem como artistas de referência em géneros tão distintos como a pop, o rock, o hip hop, a eletrónica ou o fado. Este ano, as apostas das novas confirmações do Festival passam pela eletrónica de Surma e da dupla Haëma; o rock puro e duro dos Killimanjaro; o funk da dupla de DJs formada por André Granada e Tiago Pinto, Funkamente!; a distorção do trio Panado; a influência da Música Popular Portuguesa de Lavoisier; o projeto a solo de Filipe C. Monteiro, Tomara; o tropicalismo de La FLAMA Blanca; a viola campaniça de O Gajo de João Morais; a festa sempre bem vinda dos Kumpania Algazarra; o universo boémio do Conjunto Corona; a inspiração africana dos Fogo Fogo; o cruzamento da eletrónica com a estética do hip hop do DJ Slimcutz; a fusão musical dos Iguana Garcia, que junta loops de guitarra com beats eletrónicos; o ié-ié minhoto dos El Señor; o garage-pop de Vaiapraia e as Rainhas do Baile; o Cante Alentejano com o Grupo Coral e Etnográfico Os Camponeses de Pias; e a magia a capella das Sopa de Pedra, um dos segredos mais bem guardados da nova música portuguesa.

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De várias nacionalidades são os cantautores que este ano atuam no Festival. Nas últimas confirmações encontramos o britânico Hak Baker; o projeto nacional de Manuel Lourenço, Primeira Dama; e o brasileiro sediado no Porto Luca Argel. Do Brasil chega também o projeto Kastrupismo, do baterista, percussionista e produtor musical Guilherme Kastrup, também responsável pela direção geral do espetáculo “A Mulher do Fim do Mundo” de Elza Soares, que atuou na edição do ano passado do Vodafone Mexefest.

Um caldeirão de nacionalidades e sonoridades tão ricas quanto apaixonantes que ninguém vai querer perder em mais uma edição do Vodafone Mexefest, que promete ser a melhor de sempre.

 

Yann Tiersen regressa a Portugal…

Yann Tiersen, lenda viva do piano, compositor de alguns dos temas de Amélie (reputado filme francês), está de regresso a Portugal para um concerto no Coliseu do Porto a 13 de Março de 2018, para apresentar o seu mais recente álbum, "Eusa".

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O que era para ser um livro de partituras, que fosse um mapa da ilha Ushant (Eusa na linguagem local) localizada a 30 km da região mais a noroeste de França (Bretanha), tornou-se num disco e numa tour europeia por salas esgotadas, que chega, agora, ao Porto. Um concerto intimista, numa das salas mais emblemáticas do país e uma oportunidade de visitar, pelos sons de um dos mais conceituados músicos da actualidade, a sua terra natal.

Porto Best Of encerra o ano com Repórter Estrábico, Holy Nothing e Mirror People

O Porto Best Of, iniciativa da Câmara do Porto com curadoria de Miguel Guedes, regressa ao Rivoli dia 14 de Dezembro com Repórter Estrábico, Holy Nothing e Mirror People numa noite dedicada à vertente electrónica da música made in Porto.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

De regresso aos palcos, após um interregno de 10 anos, os Repórter Estrábico vão recordar na íntegra o emblemático "Mouse Music" do qual fazem parte os radiofónicos "Mamapapa", "Mnmónica", "Lolita", "Mnmónica" e "Kit (solução)". Editado em 1999, o quarto álbum de Luciano Barbosa, Anselmo Canha, Paulo Lopes e Manuel Ribeiro servirá de ponto de partida a uma viagem pela história musical dos Repórter Estrábico que conta com de 32 anos dedicados ao "tecno -pop-irónico".

 

Antes é a vez dos Holy Nothing de Pedro Rodrigues, Samuel Gonçalves e Nelson Silva darem a conhecer os caminhos da música electrónica que percorrem desde 2013. Depois do EP  "Boundaries" e do álbum de estreia, "Hypertext", editado em 2015, os Holy Nothing estão a trabalhar no próximo disco, a lançar em 2018, do qual já é conhecido o primeiro avanço, "Speed of Sound". Ao vivo, a banda mistura projecções com sintetizadores, sustenta a palavra com imagens impactantes e funde música e cinema numa realidade expressiva complexa.

 

Os primeiros a subir ao palco do Rivoli serão os Mirror People, o projecto de Rui Maia (X-Wife), que no segundo álbum, "Bring The Light", conta com a voz de Jonny Abbey. Com um universo musical que conjuga influências da pop electrónica dos anos 80 e sons actuais da música de dança, Mirror People estreou-se em 2015 com "Voyager" do qual fazem parte "Dance the Night Away" e "Come Over".

Balcony apresenta a primeira exposição individual de Binelde Hyrcan em Portugal

A galeria Balcony inaugura no dia 16 de novembro, pelas 22h, a segunda exposição do seu programa e a primeira individual do artista Binelde Hyrcan em Portugal. Com curadoria de Ana Cristina Cachola, a exposição fuck it’s too late reúne um conjunto alargado de trabalhos, na sua maioria inéditos e criados entre o atelier do artista em Luanda e a cidade de Lisboa.

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Com instalação, pintura, fotografia, vídeo e outros “mambos”, Hyrcan traz até à Balcony toda a “sua banda” – candongueiros, jacarés e artefactos “hidráulicos”, histórias de rua e vozes dos manos e manas que com ele criam economias de afetos na Luanda contemporânea. Entre os novos trabalhos, destaca-se a frase que dá título à exposição - fuck it’s too late, escrita a néon e que Hyrcan quer manter aberta à pontuação de cada visitante.

 

“fuck it’s too late para que um artista angolano possa enviar uma galinha para o espaço, uma história que só faz sentido se contada por Binelde Hyrcan em discurso directo. Contudo, Fuck is too late  refere também a  ambiguidade latente da ideia de tempo e temporalidades na sua relação com a dimensão sócio-local da economia. Partindo do contexto da Luanda contemporânea, aliás, da ilha de Luanda, onde Hyrcan reside com a sua família, o artista recupera diversas camadas biográficas, configuradas em conversas, visualidade vernácula, e um comércio benigno de afetos e produtos distintos. Hyrcan, que nunca abandona o registo tragicómico, traz à discussão uma economia angolana obliterada do discurso mediático: o comércio local, os candongueiros, as relações pessoais que permeiam as trocas ou as vontades comerciais”, descreve a curadora Ana Cristina Cachola.

 

Binelde Hyrcan, vive e trabalha em Luanda. Estudou artes plásticas no Mónaco e a sua produção cruza escultura, pintura, design, vídeo-arte e performance. Os diferentes suportes são os mecanismos utilizados pelo artista para refletir paradoxos e complexidades, de costumes e atitudes político-sociais, criticando, desta forma, estruturas de poder e vaidade humana. O artista tem vindo a desenvolver projetos artísticos em várias cidades por todo o mundo. Das suas exposições individuais, destacam-se a abertura da 2ª Trienal de Luanda - Angola (2016) e No Restriction, II Columbia Gallery, Mónaco (2014). Uma seleção das suas exposições coletivas inclui: How to Live Together, Kunsthalle Vienna - Áustria (2017); Gran Turismo no Centre Pompidou - Paris, França, Capital Debt – Territory – Utopia na Nationalgalerie im Hamburger Bahnhof - Berlin, Alemanha, (2016); 56ª Edição da Bienal de Veneza, artista representante de Angola com o tema, All the World ́s Futures (2015); No Fly Zone, no Museu Berardo - Lisboa, e Transit, na Bienal de São Paulo - Brasil (2013).

 

"Príncipe Regente" é o single de apresentação do álbum de estreia de Alice

Os Alice nasceram em 2013, fruto da vontade de escrever música em português. Apoiados na lírica e voz de Afonso Alves, Guilherme Baptista (guitarra), António Santos (baixo) e Vítor Martins (bateria) criaram os Alice com a ambição de escrever música nova, firmemente assente nos cânones do Rock mas sem barreiras criativas.

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Após uma tour por Portugal em 2015 que passou por locais como o Festival Mêda+, a Universidade Nova de Lisboa ou o concerto de estreia no Music Box, conheceram Vítor Teixeira (Kiwi) que viria a substituir um dos membros fundadores (Diogo Borges) no papel de guitarrista. A banda ficou assim completa e começou o seu trabalho no mais recente disco que agora apresentam. Depois de dois anos a construir o álbum de estreia, Alice regressam na sua máxima força com o single de apresentação para "Cinema Paraíso"… “Príncipe Regente”.

"Cinema Paraíso", o álbum de estreia de Alice que tem previsão de lançamento para a primeira metade de 2018, foi gravado em parte nos estúdios Black Sheep, e captado e misturado em Sintra por dois dos elementos da banda — Guilherme Baptista e Vitor Gomes Teixeira (Kiwi). A Master ficou a cargo de Tiago Carvalho dos Poison Apple Studios.

 

Realizado por Pedro Teixeira, o vídeo para o single de apresentação "Príncipe Regente" foi filmado em "one shot", ou seja, tudo filmado sem cortes. A ideia foi inspirada num sonho de um dos elementos da banda. A Produção ficou a cargo dos membros de ALICE e do próprio Pedro Teixeira e a edição e operação de câmera por Guilherme Cabral.  A Direcção de Fotografia ficou nas mãos de Nuno Melo.