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Glam Magazine

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A maior batalha de 2018 já está marcada… Red Bull Music Culture Clash

O Red Bull Music Culture Clash regressa no dia 2 de março ao Coliseu de Lisboa, com 4 crews, 4 palcos, 1 vencedor, onde a escolha pertence ao público. Com inspiração nos sound clash jamaicanos, estas batalhas sonoras têm deixado uma forte marca um pouco por todo o mundo. Inspirado nos famosos sound clash jamaicanos, o Red Bull Music Culture Clash tem percorrido o Mundo, de Londres a Nova Iorque, passando Toronto, Manchester ou Milão. Lisboa fez no ano passado a sua estreia, transformando por completo a paisagem do Coliseu dos Recreios com quatro palcos e quatro crews. Um conceito que tem já a sua continuidade assegurada para 2018 no mesmo espaço da cidade, com um cartaz fechado para o dia 2 de março.

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Carlão e Alex D’Alva Teixeira são os hosts de uma noite que promete animação até ao último suspiro ou batida. A configuração clássica do Coliseu dará origem a uma arena com quatro palcos, recebendo quatro crews compostas por mais de 30 artistas. A interação com o público é total, ficando nas suas mãos a decisão da vitória - um sonómetro vai traduzir em número de decibéis o entusiasmo com que cada crew é recebida. Daí o lema do Red Bull Music Culture Clash: “Apoia a tua crew. Quem manda aqui és tu.”

 

As crews que se irão defrontar para este desafio representam diferentes sonoridades e tendências na cena musical portuguesa. São elas Capicua e Guerrilha Cor de Rosa (Capicua, DJ D-One, M7 aka Beatriz Gosta, Ana Bacalhau, Eva Rap Diva, Marta Ren e Blaya); PAUS e Pedras (Joaquim Albergaria, Hélio Morais, Fábio Jevelim, Makoto Yagyu, DJ Glue, Mike El Nite, Holly Hood e Silk); Richie Campbell apresenta Bridgetown (Richie Campbell, Mishlawi, General Gogo, Luís Franco Bastos, Ben Miranda, Dengaz, Plutonio, DJ Dadda, Dodas Spencer e Afonso Ferreira). Já a quarta e última crew responde por Rui Pregal da Cunha apresenta Ultramar, com o histórico vocalista dos Heróis do Mar a juntar-se aos Capitão Fausto, Memória de Peixe e Throes + The Shine.

Portugal Deluxe Vol.3… Modernidade longínqua

Uma das tendências das cenas musicais dos últimos anos tem sido o trabalho de prospecção e reavaliação da música editada. Se por um lado a vertigem da “next big thing” continua a ser constante no mercado musical, por outro (o lado B…), a redescoberta da grande canção ou grande disco que terá passado ao lado ou permanecido obscuro nas sub-caves poeirentas de uma loja de discos da Moimenta da Beira, Kreuzberg, Caracas ou Austin, é uma das delícias de qualquer melómano ou digger que se preze.

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No fim do milénio passado, a Valentim de Carvalho mergulhou de cabeça no seu acervo histórico, qual arca perdida, com novos ouvidos à procura de música estimulante, diferente, exploratória, surpreendente,  em busca de reflexos do Rock’n’Roll e do Surf, dos Rhythm & Blues e da Soul, do Jazz e da Exótica na juventude de um país fechado, para quem tudo parecia longínquo. O resultado aqui está e, como se poderá verificar, não houve ditadura que nos tenha impedido de sentir o pulsar do tempo e de lhe dar corpo, à nossa maneira.

 

Da desbunda psicadélica pop com perfume magrebino do Quarteto 1111 que fará as delícias de Tarantino aos Strollers a “fazerem-se à estrada” conduzidos pelo jazzman José Duarte em 1’52 de swing, passando pela versão de “Sunny” enfunada pelo saxofone de José Lello, Portugal permanece Deluxe ao terceiro volume!

 

20 anos depois do lançamento do primeiro título, a Valentim de Carvalho reedita os dois primeiros volumes da série, o que numa época em que os cocktails voltaram à ordem do dia faz todo o sentido e consolida a ideia de que a música é intemporal, a sua recepção e apreciação é que muda com os tempos. Portanto, sai Um cocktail estereofónico e Um cocktail swingante, para ouvidos sedentos...

 

1- Mafalda Sofia – Teach me tiger

2- Quarteto 1111 – Ababilah

3- Sheiks – Treat her right

4- Thilo’s Combo – Twistin’ the twist

5- Quinteto Académico + 2 – I feel good

6- Fernando Rueda – Diabo

7- The Strollers – Hit the road, Jack

8- Conjunto de Hélder Martins - Turiturá

9- Thilo’s Combo – The more I see you

10- Conjunto Sousa Pinto – Sunny

11- José Cid – Volkswagen blue

12- Banda 4 – Gotta start lovin’ you

13- Trio Barroco + Tyree Glenn Jr. & Van Dixon – You don’t know like I know 

14- Conjunto Académico João Paulo – O louco

15- Vickie com o Conjunto Académico João Paulo – Try a little tenderness

Cuca Roseta apresenta o seu novo álbum na FNAC…

Do fado, passando pelo pop rock português, até à música eletrónica, a FNAC oferece showcases, de entrada gratuita, das grandes novidades discográficas e para os fãs de todos os estilos musicais.  

cuca roseta apresenta novo álbum

A fadista Cuca Roseta promete deslumbrar com a apresentação do seu novo álbum, “Luz”, na FNAC Colombo. Este novo trabalho da artista, reflete, na plenitude, o seu fado pessoal e intransmissível. A atuação está marcada para domingo, dia 12 de novembro, às 17h00.  

Hands On Approach, uma das mais conhecidas bandas de pop rock portuguesas, sobe ao palco da FNAC Chiado, sexta-feira, pelas 18h30, para o lançamento do novo disco, “Hearts”, que assinala os seus 20 anos de carreira e marca o seu regresso depois de uma pequena pausa. Este será o primeiro showcase da tour que a banda irá fazer pelas FNAC.

 

Mas as atuações não ficam por aqui. Offtime, uma banda de rock alternativo, toca na FNAC Viseu no dia 11 de novembro pelas  21h. Vanessa Sassine, cantora e compositora luso-brasileira e libanesa apresenta o seu novo projeto, “Do Mundo”, recheado de ritmos brasileiros, africanos e portugueses, na FNAC NorteShopping no dia 11 de novembro, pelas 18h e no dia seguinte, 12 de novembro na FNAC Santa Catarina às 17h.

O projeto de música electrónica Daily Misconceptions vai à FNAC Coimbra, no dia 12 de novembro pelas 17h, apresentar as  suas melodias que remetem para a pop e que nos alertam para futuros estados de inconsciência.

 

10 de Novembro 2017:

- Hands on Approach - “Hearts” | FNAC Chiado - 18h30

- Madrepaz - “Panoramix” | FNAC Santa Catarina - 18h30 e FNAC NorteShopping - 22h

- Mata Bicho - música tradicional do Alentejo | FNAC Faro - 21h30

- Heylel | FNAC Mar Shopping - 22h

- L-Blues - “Blues and Rock and Roll” | FNAC Braga - 22h

- Camila Masiso - “Patuá” | FNAC Almada - 22h

- Cityspark | FNAC Gaia - 22h

 

11 de Novembro 2017:

- Matilde Carvalho | FNAC Alfragide - 16h

- Mata Bicho - música tradicional do Alentejo | FNAC Lagos - 17h

- Instrumentos de Cristal e Canto Harmónico, José Martins | FNAC Guimarães - 17h

- Larissa Lima | FNAC AlgarveShopping - 17h e FNAC Faro - 21h30

- Vozes da Rádio (quinteto vocal) - “Canções do Homem Comum” | FNAC GaiaShopping - 18h

- Vanessa Sassine - “Do Mundo” | FNAC NorteShopping - 18h

- Offtime | FNAC Viseu - 21h

- Instrumentos de Cristal e Canto Harmónico, José Martins | FNAC Braga - 22h

 

12 de Novembro 2017:

- Mata Bicho, música tradicional do Alentejo | FNAC AlgarveShopping - 15h30

- Daily Misconceptions - “Our Little Sequence of Dreams” | FNAC Coimbra - 17h

- Cuca Roseta | FNAC Colombo - 17h

- Três Bairros - “O Turno da Noite” | FNAC MarShopping - 17h

- Vanessa Sassine - “Do Mundo” | FNAC Santa Catarina - 17h

- Tiago Machado - “Soundlapse” | FNAC Alfragide - 17h

- Escola de Jazz do Porto, interpreta músicas de Wayne Shorter com letras de poetas portugueses | FNAC Guimarães - 17h

 

 

 

El Señor com novo vídeo para "Dragging Smiles"

O Cão da Garagem orgulha-se em apresentar o mais recente vídeo do conjunto musical ié ié fafense El Señor.

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Retirado do EP de estreia, "Alvorada Beat", "Dragging Smiles" traz para o Outono a brisa saudosa do Verão e o sabor inconfundível do bagaço das tascas minhotas, bebido em noites de folia e de celebração da amizade.

A banda continuará a apresentar o seu trabalho de estreia, que tomou a cena musical portuguesa de surpresa, nas seguintes cidades:

 

18 Novembro 2017 - Black Bass Évora Fest, Évora

24 Novembro 2017 - Vodafone Mexefest Bus, Lisboa

1 Dezembro 2017 - Contemplarte, Joane

2 Dezembro 2017- Sé La Vie, Braga

7 Dezembro 2017- Tabacaria, Coimbra

8 Dezembro 2017- CCOB, Barcelos

23 Dezembro 2017- Bar Embora, Santiago de Compostela (SP)

12 Janeiro 2018 - Quina Das Beatas Caep, Portalegre

13 Janeiro 2018 - Aniversário Pointlist Damas, Lisboa

Rock in Rio anuncia Kit de Natal e bilhetes diários para Bruno Mars

O Rock in Rio-Lisboa prepara-se para lançar mais uma edição do seu já famoso Kit de Natal, que chega às lojas FNAC e à bilheteira online bilheteira.fnac.pt já amanhã! O kit, disponível pelo mesmo valor que os bilhetes diários, inclui um voucher “Eu Vou” (que assegura a entrada num dos dias do evento*) e uma mochila exclusiva inspirada no imaginário da cultura pop e dos seus principais ícones, levando os fãs a viajar pelo mundo dos super-heróis e das personalidades míticas da pop.

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Com este presente de natal antecipado, o Rock in Rio-Lisboa relembra os fãs que em junho de 2018 a Cidade do Rock vai estar recheada de grandes novidades, entre elas um novo espaço de puro entretenimento que terá, na edição portuguesa do evento, a sua estreia absoluta! Trata-se do Pop District, um quarteirão inteiramente dedicado à celebração da cultura pop, onde os visitantes vão poder encontrar os mais variados ícones que marcaram esta cultura nas últimas décadas, tanto na área do cinema, como na música, no gaming e até na arte. Entre games (do antigo arcade aos mais modernos), lojas com produtos alusivos aos maiores ícones culturais da pop, performances e demonstrações artísticas (desde exposições de pop art ao cosplay), a programação deste espaço promete transformá-lo no novo “hotspot” da Cidade do Rock, atraindo não só os apaixonados por esta cultura como todos aqueles que, diariamente, passam pelo recinto do festival.

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Está é já uma das prendas preferidas do Natal dos portugueses, ideal para todos aqueles que querem viver uma experiência única e diferenciadora e que poderão, assim, desfrutar de várias horas e conteúdos de puro entretenimento naquele que já é considerado um verdadeiro parque temático da música.  A organização do festival disponibiliza, também amanhã, bilhetes diários para o segundo dia do Rock in Rio-Lisboa: 24 de junho, o dia em que a plateia vai cantar em uníssono “That's What I Like”, com Bruno Mars a encerrar a noite.

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Além do Kit de Natal e dos bilhetes diários, os fãs do maior evento de música e entretenimento do mundo ainda podem adquirir passes para o primeiro fim-de-semana do festival que, depois do sucesso da venda antecipada, passa a estar disponível a 117€, uma oportunidade única que garante a entrada na Cidade do Rock nos dois primeiros dias de festival – 23 e 24 de junho. Os bilhetes diários e os weekend passes estarão disponíveis nas lojas FNAC e em bilheteira.fnac.pt, Blueticket.pt, Festicket e Ticketmaster.

 

A 8.ª edição do Rock in Rio-Lisboa tem data marcada para 23, 24, 29 e 30 de junho de 2018 e conta, já, com o primeiro nome no seu cartaz. Bruno Mars foi a primeira confirmação do festival e sobe ao Palco Mundo na noite de 24 de junho. Mas as novidades desta próxima edição são muitas. Além de mais horas de entretenimento diário (com o recinto a abrir portas às 12h00 e a encerrar às 02h00), há uma nova Cidade do Rock, com novos espaços de entretenimento. Além do Pop District os festivaleiros vão poder assistir à programação de um novo palco - o Digital Stage -, cuja missão é trazer um pouco do mundo online para o offline recebendo, ao longo dos quatro dias, grandes fenómenos do entretenimento digital que terão, aqui, um contacto direto e próximo com os seus followers e subscribers. Muita animação é, também, o que se espera na Rock Street que, esta edição, é dedicada a África, celebrando a música de uma forma global e onde, através da arquitetura, dos espetáculos e das performances de rua, o público poderá perceber como a música africana influenciou todos os estilos musicais presentes nos outros palcos do festival. E em 14 horas de entretenimento diário, o que também não pode faltar é tempo e local para desfrutar de uma refeição. Neste sentido, a Cidade do Rock vai ter uma Gourmet Square, uma nova praça de alimentação que permitirá maior conforto aos seus visitantes, disponibilizando cerca de 500 lugares sentados e cerca de 10 food corners, num ambiente exclusivo e de acesso controlado.

 

Digressão “Hypersex” de Moullinex arrancou com três datas esgotadas…

Depois de esgotar o concerto no MAAT, o primeiro da digressão “Hypersex”, Moullinex seguiu para a mítica sala Razzmatazz, em Barcelona, esta também esgotada, culminando na Casa da Música na passada sexta feira, uma vez mais de lotação completa.

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O concerto, ainda que centrado no novo álbum, cruza temas dos três discos de Moullinex, com Ghetthoven a cruzar o drag com tecnologia (chroma) e direito a invasão de palco, com o público a dançar no ecrã verde e projectado em directo em palco. Best Youth e Marta Ren foram os convidados surpresa nos temas “Hidden Affection” e “Like a Man”.

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O espectáculo “Hypersex” na Casa da Música foi também uma festa Discotexas, em família, com Xinobi  a assegurar a primeira parte. Depois do concerto do Coliseu de LIsboa como convidados dos Metronomy, Xinobi mostrou em formato banda o seu novo álbum “On The Quiet”, acompanhado de Sequin, Jibóia e Vasco Cabeçadas.

 

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Fotografias: Paulo Homem de Melo

The Electric Howl apresentam o EP “Jungle Pop”

Escreveu, um dia, Charles Bukowski: “É preciso morrer algumas vezes antes de realmente viver”. É isto que os The Electric Howl pretendem transmitir com cada música que escrevem. Serve de catarse, individual e colectiva, simultaneamente. Não há nada planeado, mas existem sempre interstícios para preencher. Sim, é rock, mas num sentido muito lato, uma espécie de bar onde se serve punk, psicadélico, indie, alternativo, pop, blues ou folk.

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O 1º EP dos The Electric Howl, “Jungle Pop”, já saiu do casulo, no dia 2 de Novembro, estando para já apenas disponível para audição através do Bandcamp.

Gravado e misturado por Mário Ventura, com produção, também, de Mário Ventura e The Electric Howl, teve masterização nos Black Sheep Studios.

 

O concerto de apresentação de “Jungle Pop” será dia 10 de Novembro no Banco, em Lisboa, e contará com o apadrinhamento dos Igwana, que farão a 1ª parte. O evento serve também para assinalar o lançamento da edição física do EP.

Misty Fest 2017… Nathalie regressa a Lisboa

Nathalie não é estilismo ou arremedo globalizante: a fadista vive nos Estados Unidos e foi lá que o fado a apanhou, quando contava apenas 13 anos, prova de que há de facto uma razão para que este património tenha sido distinguido pela UNESCO - é que a sua dimensão é de facto universal. Carlos do Carmo, um dos grandes impulsionadores deste reconhecimento internacional do fado, aliás, viu também algo de especial em Nathalie, voz que tem feito questão de ter ao seu lado em vários concertos.

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photo: João Serra de Almeida


A fadista deixou tudo em pratos limpos há uma década quando titulou o seu registo inaugural como “Corre-me fado nas veias”, registo que mereceu o Prémio Lusíada - Melhor álbum de Fado 2007, dos Artistas Unidos da América. Essa foi a primeira de várias distinções conquistadas do lado de lá do oceano Atlântico, incluindo a PALCUS Young Portuguese American Promessa Leadership Award, considerado como o mais importante prémio de reconhecimento e honroso das comunidades portuguesas nos Estados Unidos.

A estreia em Lisboa foi naquele que é talvez o maior evento do seu género, o Festival Caixa Alfama, ao lado do mestre da guitarra portuguesa José Manuel Neto. Os aplausos que aí lhe foram entregues são sinal claro do imenso potencial que possui e que agora se traduz num novo álbum que sucede a Fado Além, trabalho de 2016 com arranjos e produção de Ricardo Dias que mereceu elogios rasgados no Expresso e no Público. Ao Misty Fest, Nathalie virá apresentar um novo álbum que é igualmente o mais ambicioso registo da sua carreira até agora: ladeada por José Manuel Neto na guitarra portuguesa, Carlos Manuel Proença na viola e Bernardo Moreira no contrabaixo - um trio de absoluto luxo -, Nathalie mostra o fado na sua expressão mais pura, despido de quaisquer desvios à sua essência num olhar para a tradição mais funda que é afinal de contas uma projecção para o futuro. José Mário Branco, que tem sido responsável pela produção de boa parte da discografia de Camané, assegura aqui também a orientação de um álbum que vai certamente marcar o calendário musical português de 2017. Garantia de que algo muito especial está para chegar.

Poderão confirmar tudo no Misty Fest, dia 9 de Novembro no Centro Cultural de Belém

Misty Fest regressa a Espinho com Benjamin Francis Leftwich...

Dia 9 de Novembro o Misty Fest regressa a Espinho com um concerto de Benjamin Francis LetfTwich

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O The Guardian descreve “After The Rain”, o mais recente trabalho de Benjamin Francis Leftwich, como 'uma coisa delicada, preciosa e estranhamente reconfortante'. São palavras certeiras, a que a publicação britânica de referência dedica ao segundo álbum do cantautor criado no cenário campestre de Yorkshire e agora baseado na zona de Tottenham, em Londres. “After The Rain” é o som de Benjamin a encontrar paz dentro de si uma vez mais.

Apesar de estar formalmente perto da folk, Benjamin não é alheio a influências exteriores e confessa admiração pelo hip hop e por artistas como Drake, usa electrónica na base de algumas das suas criações, como a extraordinária “Mayflies”. Extraordinária, aliás, é toda a sua música que em palco parece ganhar uma vida ainda mais incrível e densa, puxando quem a ouve para dentro de um dos mais intrigantes universos pessoais gerados pelos cantautores contemporâneos.

 

Auditório de Espinho - Academia

9 de Novembro 2017 | 21.30h

 

Wait Until Dark lançam “Helical”…

Os Wait Until Dark são uma espécie diferente da nossa! Nascem do subsolo e aparecem diante de nós, pela noite, para tentar injectar na raça humana aquilo que tem vindo a ser descuidado: coração e cérebro.

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“Heart x Córtex” é uma projecção virtual de personagens que moldam à sua imagem. Trata-se de um álbum futurista com traços demarcados do rock industrial de Nine Inch Nails misturados com a aposta numa electrónica negra, pesada e enigmática. É um álbum extremamente sensorial complexamente trabalhado e coberto de efeitos a todos os níveis. A essência da banda baseia-se, fundamentalmente, nos focos visual e auditivo, criando ambientes eléctricos e electrizantes capazes de originar faíscas mentais que se tornam mais confortáveis à medida que o desconforto aumenta.

Os singles são apresentados em forma de trilogia com um storytelling especial. Na primeira história, “Higher”, mostram uma fuga constante às autoridades policiais por tentarem injectar heart e cortex a uma humanidade que caminha para um ciclo de espirais que os leva sempre a um destino: carneirada.

 

Em “Helical”, segundo single da trilogia e história, continuam a fuga deixada em aberto no primeiro video e, desta vez, confrontam-se com uma espécie de falso profeta que está a contribuir para danificar a mente e percepção da humanidade. Aqui, o objectivo é espalhar cortex por todos e tentar libertá-los do caminho dos carneiros.

“Tropical” pela Elefante Elegante Teatro em Ponte de Lima

Esta sexta feira, 10 de Novembro, o Teatro Diogo Bernardes recebe o espectáculo “Tropical”, teatro visual baseado no gesto e no movimento, uma criação de Elefante Elegante Teatro, companhia oriunda da Corunha, em Espanha. “Tropical” é um espectáculo sensitivo, universal e evocador que mergulha no universo da viagem e na sua vasta riqueza de matizes e dimensões.

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Um navio habitado por viajantes com destinos cruzados. Turistas, migrantes, músicos e refugiados protegidos por uma vigilante e diligente tripulação. Do norte ao sul num cruzeiro seductor e do sul ao norte fugindo da fome e dos destroços. Desde a ironia e o absurdo, Tropical reflecte situações que se estão a produzir não muito longe do nosso cantinho de calma e tranquilidade. Em terra, paisagens de guerras e muros. No mar, infinitas histórias, desejos e sonhos que se cruzam. Ao ritmo das ondas, este barco convida a subir a bordo para navegar o presente com um novo olhar. Com uma linguagem visual baseada na imagem, no movimento, na música e na dança, Tropical é a procura da poética da viagem desde uma Europa que naufraga no Mediterrâneo.

 

O Elefante Elegante cria espectáculos de teatro visual baseados no gesto e no movimento. As suas criações visam a universalidade, surgindo da fusão de diferentes linguagens: o teatro físico, a dança, as artes plásticas e as artes visuais. A companhia, de origem galego-portuguesa, foi criada em 2007 por María Torres e Gonçalo Guerreiro e tem a sua sede na Galiza. Nasce para dar forma artística às suas inquietações sociais e existenciais.

 

O Elefante Elegante começou como um projecto experimental no ano 2000 com o nome de Teatro Escondido. Este projecto viajou durante sete anos entre a Galiza, a Bélgica e Portugal e dele faziam parte actrizes e actores de diferentes países europeus. A sua interpretação baseava-se no jogo corporal com o objectivo de desenvolver uma linguagem teatral universal. Estes anos de experimentação foram fundamentais para que pudesse nascer o Elefante Elegante. Os seus espectáculos têm sido acolhidos na Galiza, em Portugal, na Bélgica, na Suíça, em França e em Itália.

 

Autoria, Dramaturgia e Encenação: María Torres e Gonçalo Guerreiro

Antropologia: Carlos Díz

Interpretação: Marta Alonso Tejada, Ánxela Blanco, Fredi Muíño, Gonçalo Guerreiro e María Torres

Espaço cénico: María Torres e Gonçalo Guerreiro

Figurinos: Beatriz Clara

Música: Gonçalo Guerreiro, Antonio Romero, Rosalía Vázquez, Richi Casás, Iago Blanco, Kibitka, Juanma Ons e Manuel Ares

Desenho de Iluminação e Sonoplastia: Dani Pais

Adereços: Anahí Taraburelli

Técnico de cena: Javier Pérez Piñón

Produção e distribuição: Agustín Bolaños

Lisboa Dance Festival 2018… Novas confirmações e Primeiros Passes Esgotados…

Em menos de uma semana, esgotaram os Passes Early Bird para a 3ª edição do Lisboa Dance Festival que, em 2018, vai decorrer num novo local: o Hub Criativo do Beato. Aos primeiros nomes avançados – NAO, Nosaj Thing (Live), Joe Goddard (Live), Midland, Saoirse - junta-se agora Monoloc, a dupla escocesa JD Twitch e JG Wilkes, a.k.a. Optimo, e os portugueses Mirror People e Xinobi (DJ Set).

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DJ e produtor alemão sediado em Berlim, desde 2014, Monoloc é presença assídua nos melhores clubes e festivais na Europa (Melt, Fabric, Awakenings). A sua passagem pelo Lisboa Dance Festival era inevitável, mais cedo ou mais tarde! Reconhecido por produzir do mais sofisticado techno e house que se faz actualmente, é dono de uma vasta discografia editada nas mais proeminentes labels do género - CLR, Hotflush e, mais recentemente, Dystopian, através da qual editou o aclamado EP “The Untold Way”, the label's jewell in the crown, segundo a Mixmag.

 

Dupla de DJ formada por JD Twitch e JG Wilkes, com mais de 20 anos de experiência na arte do DJing, reconhecida internacionalmente após a edição da colectânea “How to Kill The Dj (part 2)”. Nos sets de Twitch e Wilkes não há regras quanto ao estilo ou género musical. O seu extraordinário bom gosto e conhecimento musical permite-lhes mixar sons do passado e do presente, proporcionando uma experiência verdadeiramente futurista em espírito, bem longe do que seria esperado de um DJ. A compilação “Fabric 52” e a residência mensal na londrina NTS ilustram bem o que vamos poder assistir no Lisboa Dance Festival 2018.

 

Mirror People surge no imaginário de Rui Maia, seu mentor, durante uma tour com os X-Wife pela América. Projeto com um universo musical que junta influências da pop electrónica dos anos 80 com sons atuais da música de dança. Depois do sucesso do álbum de estreia “Voyager”, um disco com várias colaborações, Rui Maia convidou o vocalista Jonny Abbey para juntos gravarem o seu sucessor. “Bring The Light” dá título ao segundo longa duração que os Mirror People vão apresentar no Lisboa Dance Festival 2018.

 

Xinobi é Bruno Cardoso, um adulto de coração jovem obcecado por música. Faz parte de uma geração que cresceu dentro da erupção dos blogs de música alimentada pela ética Do It Yourself. As suas influências são tão diferentes quanto a sua discografia, consequentemente, as suas atuações são ecléticas e versáteis: é essa a sua verdadeira marca. Remixes, edits e reworks para artistas como Sbtrkt, The Avener, John Grant, Toro Y Moi, Nicolas Jaar, Riva Starr, Agnes Obel e Kris Menace provam a habilidade de Xinobi para reorganizar música incrível em todo um novo universo. Fundador do selo Discotexas (a par com Moullinex), é hoje dos DJ portugueses mais requisitados.

 

Primeiros 16 oradores anunciados para o Talkfest'18

A 7ª edição do Talkfest - International Music Festivals Forum ocorrerá integralmente em Lisboa, nos dias 15 e 16 de março de 2018, anunciando-se os primeiros 16 oradores para as suas diferentes áreas de programação profissional. A gala dos Iberian Festival Awards, tem já recorde de candidaturas, faltando menos de 20 dias para finalizarem as inscrições dos festivais, marcas e media partners. O 2º dia do Talkfest'18 será marcado, na íntegra, por uma programação profissional com mais de 100 oradores entre: conferências, apresentações (profissionais e científicas) e seminários, a que acrescem outras áreas complementares: documentários, afterparty e exposições.

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São nas primeiras que hoje são partilhados os primeiros oradores presentes ao evento e que trabalham a nível nacional e internacional diretamente na gestão de festivais e na criação de formas de sucesso para os seus artistas e no conforto e informação para o público que os frequenta. Serão por certo, testemunhos atuais e modernos para um novo paradigma desta tipologia de eventos que virá nos próximos anos

 

1) Conferências

 

Moderadores:

- Miguel Franco de Andrade (jornalista Sic / Cartaz Cultural)

- Pedro Esteves (jornalista Observdor)

- Catarina Rodrigues (jornalista RTP / blogger Chicas Poderosas)

 

Orador internacional:

- Zack Sabban (CEO Festicket)

 

Oradores nacionais:

- Eurico João (Coord. Engenharia Rock in Rio)

- Pedro Machado (Presidente Turismo do Centro)

- Paulo Amaral (COO Neopop / The Bpm Festival)

- Tiago Martins (diretor Leiria Dancefloor)

- Selma Uamusse (artista musical)

- Catarina Cabral (Head of Marketing Cabify)

 

2) Apresentações profissionais (temas e oradores)

 

- Um novo mercado para artistas lusófonos (Karina Barbosa, diretora Step Music)

- Facilitação turística em festivais - o serviço de bengaleiro (Juliana Torres, manager The Biggest Cloakroom)

- Internacionalização de um artista - sinónimo de sucesso? (Bruno Horta, founder YouArtist)

 

3) Apresentações científicas (tema e orador)

 

- Millenials: novos comportamentos do consumidor aplicado ao setor de bebidas alcoólicas em Portugal (Tese ISCTE-IUL, João Amaral Brito, 2017)

 

4) Seminários (aula e oradores)

 

- Comunicação 360º aos artistas (Catarina Matos - Louder Music Branding / Alexandre Cardoso - Klasszik)

 

Deolinda Kinzimba álbum de estreia lançado esta sexta feira…

Depois do sucesso dos primeiros singles, “Primeira Vez” e o mais recente “More Than a 100”, é confirmado o lançamento do primeiro álbum de Deolinda Kinzimba, para esta sexta feira, dia 10 de novembro. Com apenas 22 anos e dona de uma voz arrebatadora, Deolinda Kinzimba revela finalmente as várias facetas do seu imenso talento neste álbum que, apropriadamente, se intitula de “Deolinda Kinzimba”, sendo um retrato belíssimo desta personalidade única da nova música portuguesa.

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A cantora, que se revelou ao país no concurso “The Voice Portugal”, do qual saiu vencedora em 2015, e que cantou este ano na final do Festival da Canção, a convite da compositora Rita Redshoes, mostra com este primeiro álbum como a sua voz única tanto dá corpo a canções de uma grande carga emocional que não deixam ninguém indiferente – é o caso dos inéditos “Fallen Angels”, “Brave New Heart” ou o já conhecido single “Primeira Vez” – como produz temas explicitamente pop e dançáveis, mas sempre com uma mensagem emotiva muito própria – oiça-se o single “More Than a 100” ou os novos “Runnin’”, “Easy Words” ou “Let It Be Me”.

O álbum foi produzido por Miguel Ferrador, exceto “Primeira Vez”, produzido por Diogo Piçarra.

Galeria Francisco Fino apresenta Demain Stabilisation de Adrien Missika

A exposição de Adrien Missika, Demain, Stabilisation, apresenta um conjunto de trabalhos que parte da reflexão continuada do artista sobre questões como ecologia, metabolismo e a nossa relação com o ambiente. A exposição inclui uma série de esculturas que operam enquanto estruturas narrativas, combinando estratégias artísticas várias que exploram o humor dentro dos limites da arte conceptual, a subtileza poética existencial através de esculturas diagramáticas de luz, propondo também uma revisão performativa de práticas arquivísticas como obra aberta.

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A instalação Better Safe Than Sorry assume a forma de um arquivo aberto composto por uma série de sacos de terra feitos em tela de betão, um material patenteado utilizado no revestimento de valas e na construção de encostas ou bunkers. Sugerindo a possibilidade de um arquivo contaminado suscetível a mutação, cada saco contém uma quantidade abundante de terra sendo que num deles encontramos também uma variedade de sementes de polinização livre que podem ser recolhidas pelos visitantes, incentivando ao cultivo e à propagação de sementes não-patenteadas.

 

The Relative Naive é um dispositivo mecânico para a estabilização climática que funciona através da condensação e dispersão de vapor. Uma garrafa de água está acoplada a um aparelho que faz a extração de humidade, representando assim um circuito fechado. A maquete deste humorístico protótipo de geoengenharia coloca em evidência a absurdez dos espaços climatizados, representando também as condições artificiais dos arquivos de conservação. Este engenho regula a humidade do espaço para 50%, oferecendo à galeria um alívio atmosférico uma vez chegada a época das chuvas.

 

Plus ou Moins (Psychometric Portrait) inclui doze esculturas de parede, em que higrómetros modificados têm inscritas diferentes emoções pessoais: desde ilusão, ansiedade e crença, a serenidade e empatia. Trocando a psicrometria - que se ocupa da medição da humidade - pela psicometria - a categorização de capacidades e processos mentais -, somos conduzidos pelo levantamento das nossas alterações de humor e fragilidades e suas flutuações devido às mudanças do tempo. Estes estados podem ser lidos em inscrições caligráficas na parte da frente dos higrómetros, através de uma leve marca da mão humana nesta peça de tecnologia industrial, onde os resultados das medições dependem, como por magia, da reação de um cabelo humano escondido.

 

Colony Collapse Disorder é uma série de esculturas em néon a partir de desenhos agitados que representam os movimentos coreográficos das abelhas quando comunicam a localização dos seus alimentos. Nesta série de desenhos que irradiam luz, os diagramas têm formas livres e irregulares, representando comprimentos de onda instáveis e mapas enviesados que lançam a sugestão de que a arquitetura social desta espécie poderá estar a colapsar.

 

Galeria Francisco Fino apresenta Demain, Stabilisation, exposição individual de Adrien Missika que inaugura dia 10 de Novembro às 22h00.