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Glam Magazine

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Verão Danado - A Festa no Lux Frágil...

Verão Danado, de Pedro Cabeleira (menção especial do júri no festival de Locarno), tem estreia nacional, no dia 30 de Novembro nas salas de cinema, com distribuição Filmin. Uma semana antes, a ante-estreia realiza-se no dia 23 de Novembro, no Lisbon & Sintra Film Festival e nesta mesma noite, há Verão Danado - A Festa, no Lux Frágil, a partir das 23:00.

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O filme leva-nos a noites infinitas onde há celebração da vida enquanto festa e estão todos convidados a celebrarem o filme nesta festa. Uma noite longa de euforia onde a ideia é continuar o percurso do filme pela noite dentro. Nesta noite, os personagens que livremente dançam no filme vão também fazer parte desta festa em carne e o osso.

 

Eis os intervenientes desta noite:

Afonso Mota , aquele que foi um dos olhares do filme e que tão de perto sentiu as suas vibrações, por vezes com a câmara ao ombro dançou juntamente com os personagens. Nesta noite, troca a câmara pelo seu alias de produtor e DJ Problemas, enquadra as várias problemáticas que unem questões de cruzamento sócio-cultural e artístico entre o techno, o house, a batida negra lisboeta e várias síncopes intercontinentais. Nessa busca concretizante acha métricas suas, incorpora texturas de outras geografias em ritmos indígenas cuja métrica ele personaliza, e só nesse trânsito já haveria pano para mangas.

 

DBER, duo de DJs composto por DJ Minoria e DJ PiriquitosMuitos. DBER (Disco Bailarico Ét(n)ico Ramicha) promete uma viagem por diferentes estilos musicais onde a imposição é dançar. Aquilo que tem vindo a ser um segredo do underground lisboeta vem apresentar um derradeiro set nesta noite sob o lema "o músculo também é um cérebro." Minoria aka Robalo é um dos personagens emblemáticos do filme e este set dá oportunidade de dançarem ao ritmo do guru do filme.

 

Sem precisar de apresentações, temos DJ Nigga Fox. Um nome mais que confirmado na cena electrónica europeia e que coloriu o final do filme com as sua batidas. Vem nesta noite dar continuidade ao percurso do filme mas desta vez presencialmente.

 

João Caldeira traz-nos o seu techno inventivo como DJ Cooper. No filme, injecta de energia uma das festas deixando os personagens a dançar até de manhã sobre o alias de Foreign. Aqui promete o mesmo nível de intensidade.

 

Seja para continuar com a energia de quem viu o filme no festival ou para abrir o apetite para a estreia em sala a partir de 30 de Novembro, Verão Danado - A Festa é a oportunidade de entrar na tela e sentir na pele a vida do filme.

 

A Festa Dupla dos 2 anos de Produções Incêndio a dinamizar a capital…

Celebra-se no Anjos70, nos dias 30 de Novembro e 1 de Dezembro com Showcases, Exposições, Curtas-Metragens, Concertos e outras surpresas, os 2 anos de Produções Incêndio

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30 Novembro | 18.00h

 

Inauguração de Exposições:

- Cláudia Guerreiro (Linda Martini) - Ilustração

- Vera Marmelo – Fotografia

Showcases:

- A Nuvem

- Arcanjo

- Vasco Ribeiro (Munro Records)

 

1 Dezembro | 18h00

Curtas-metragens (apresentadas pelas realizadoras):

- "Idiossincrasia" de Catarina Biscaia Rodrigues

- "O Senhor iPhone Tem Fome" (Pagárrenda) de Francisca Niny de Castro

Concertos:

- Jorge Barata (Watermelon Records)

- Filipe Sambado & Os Acompanhantes de Luxo (Spring Toast Records / Maternidade)

- Stone Dead (Lovers & Lollypops)

Nádia Schilling apresenta o álbum de estreia “Above The Trees”

Above the Trees” é o primeiro disco a solo de Nádia Schilling. Gravado ao longo de dois anos, contou com a participação de Filipe Melo (piano), João Hasselberg (baixo/contrabaixo), Bruno Pedroso (bateria), e de convidados como a cantora brasileira Marina Vello (Bonde do Rolê, Marina Gasolina, Madrid) e os guitarristas João Firmino e Mário Delgado, entre outros.

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As músicas deste álbum foram compostas numa velha guitarra acústica, após o período tumultuoso que se seguiu à morte da sua mãe. “Above the Trees” surge assim como um disco de uma escuridão subtil e invulgar, onde Nádia se expõe como forma de exorcismo de sombras e de catarse, mas também como um disco de memórias e um tributo. Talvez seja por isso que quem o ouve se sinta em transgressão perante algo tão pessoal e, no entanto, seja confrontado com uma força que se vai revelando a cada música e a cada detalhe. É apenas quando chega ao fim, que percebemos que fomos levados a suster a respiração em vários momentos.

Passando por referências do folk, mas também do rock e do jazz, as suas influências vêm de artistas como Beck, Nico, Elliott Smith, Cat Power, Bill Callahan, Jon Brion, Fiona Apple, Nick Cave, Portishead, Tom Jobim, Chet Baker e Blossom Dearie. “Sure Thing” é o segundo single de apresentação de “Above the Trees”, disco que será lançado no próximo dia 21 de Novembro, e que já se encontra disponível em pré-venda aqui

Ciclo "Jazz +351"… Beatriz Pessoa

A matéria-prima vem diretamente do jazz – ou melhor, é a do jazz –, mas o embrulho, o tipo de entrega, a comunicabilidade são as da pop. E porque assim é, Beatriz Pessoa revelou-se discograficamente (em 2016) não com um álbum mas um EP, “Insects”, e dele editou dois singles, “You Know” e “Disguise”, com videoclips a condizer.

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photo: Teresa Queirós

 

O formato canção não reconhece fronteiras, e quantas mais referências engloba (no caso as da soul, do rock e de alguma eletrónica), mais rico musicalmente resulta, sendo esse o propósito (a missão?) desta cantora e teclista que se formou na Escola Superior de Música de Lisboa, depois de ter passado pela Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal, e que teve a oportunidade de estudar com Greg Osby, Danilo Perez e Jorge Rossy. Os temas têm um registo intimista, fresco e suave, como se Beatriz nos sussurrasse ao ouvido. São de audição acessível, mas seguem especiais preocupações de estilo. São diretos nos efeitos pretendidos, mas contam com uma produção que não é habitual encontrar no jazz instrumental. Lianne La Havas e Laura Mvula são influências assumidas.

 

O acompanhamento está entregue a João Hasselberg (baixo elétrico), o músico que no nosso país mais tem contribuído para tornar o pop-jazz numa tendência (da pop e do jazz) esteticamente nobre, a João Lopes Pereira (bateria) e a Margarida Campelo (teclados, voz). Todos eles têm estado com Beatriz desde o início e todos eles contribuem decisivamente para o produto final. A composição e as letras, essas, são da própria, sempre com a particularidade de contarem histórias.

Dia 17 de Novembro ao vivo no pequeno auditório da Culturgest em Lisboa

Filho Único apresenta Salim e Lourenço Crespo

Lourenço Crespo tem pouco de estreante – conhecemo-lo pela voz e pelo baixo que galgavam caminho sempre a abrir nos (mais importantes que conhecidos) Kimo Ameba, pelas tão rebeldes e livres canções dos 100 Leio e, mais recentemente, conhecemos o inventivo teclista do Éme e o carismático vocalista dos Iguanas que têm posto toda a malta a dançar de um quarto até à pista do Lux. Desta vez está sozinho mas traz na bagagem todas estas qualidades e muitas mais. Aprendeu com o Fachada com quem já tantas vezes trabalhou, aprendeu com as colegas Pega Monstro ou com o Éme - a quem ofereceu as linhas de teclado que arquitectam a maior parte do “Último Siso” - e, em “Nove Canções”, tudo parece fácil para ele. O universo do Lourenço está fundado e pronto para quem quiser entrar. É só dele mas, por sorte, decidiu partilhar com todos nós.

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Sallim, com a voz límpida e vigorosa, partilha a sua procura constante de um lugar certo no mundo, entre letras tenras de vivências e angústias suas. Da atenção do artista aos pormenores nascem as composições com várias vozes da própria, e harmonias e ecos num espaço tridimensional. As imagens sonoras desembrulham paisagens lunares da intimidade da artista. “Isula” - o seu primeiro longa-duração, editado pela família - editora Cafetra - é uma obra una e circular de canções cuidadas das quais se fica cúmplice num ápice. A voz é acompanhada pela guitarra eléctrica e por sons de objectos quotidianos, aos quais se juntam os arranjos de guitarra do músico e amigo Yan-Gant Y-Tan. “Isula” é um disco que reúne cores torradas pelo sol num final de tarde à deriva pela cidade de Lisboa. E quando o sol se põe é também a vida em voo nocturno e a memória de um lugar na lua às tantas da madrugada onde Sallim olha para dentro de si própria

 

Fábrica Musa (Lisboa)

17 de Novembro 2017 | 22.00h

Festa das Palavras em Lisboa…

No Museu de Lisboa – núcleos Teatro Romano, Santo António e Palácio Pimenta - celebramos a palavra, com três dias em que descobriremos as histórias que os livros, as canções, a cidade e o Museu nos contam. Histórias interpretadas ou encenadas por contadores de histórias profissionais,  cantadas por músicos como Mariana Norton, Luiz Caracol ou Rodrigo Costa Félix; e também por técnicos do Museu em visitas informais, jogos e atividades para todos.

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Histórias com Música que se revelam nas canções escritas e cantadas por Mariana Norton, que nos traz algumas estreias; nos fados lisboetas interpretados por Rodrigo Costa Félix com aspetos curiosos de Lisboa e das suas gentes, ou não fosse o Fado a mais querida canção lisboeta; e na voz e guitarra de Luiz Caracol, num passeio por lugares escondidos

 

Histórias Nossas curiosas, vindas de longínquas paragens e de tempos remotos, contadas pelos já familiares mediadores do Serviço Educativo. Escondidas em lendas, em velhos livros, em tantos objetos do Museu de Lisboa, estas histórias regressam agora, pela palavra feita voz, à imaginação de todos nós.

 

Histórias para Todos para miúdos e graúdos, narradas e interpretadas por contadores profissionais como Rodolfo Castro - autor de mais de dez livros que afirma ser o pior contador de histórias do mundo; Matia Losego - vindo de itália há muitos anos, mas ainda com sotaque, conta tudo o que lhe apetece, o que trouxer na mala ou na cabeça; e Cristina Taquelim - vinda do Alentejo, conta contos para pequenos que querem ser grandes e grandes que querem ser pequenos. Histórias tradicionais, contos de autor, lengalengas e ainda lendas de Alexandre Herculano.

 

Histórias a Jogar as verdadeiras que nos falam da nossa cidade, as inventadas que outrora alguém contou para revelar segredos ou aquelas que agora tu podes levar a cena com as verdadeiras que nos falam da nossa cidade, com as inventadas que outrora alguém contou, ou com as que agora os mais novos podem encenar

 

Histórias para gente Grande que vêm cheias de escárnio, algum mal dizer e algum pecado! De Nero (sem papas na língua) à Madre Paula, contada por Patrícia Muller (autora do livro e do argumento da série de televisão), passando até por um manifesto contra o Santo António

 

Histórias Dançadas com palavras que se lêem nos livros, mas que depressa fogem para os nossos pés e nos fazem dançar, com Ana Martins.

 

17 de Novembro 2017

18h30 - Teatro Romano | Histórias para todos por Rodolfo Castro

19h30 - Santo António | Histórias para gente grande O Manifesto contra o Santo António

21h - Teatro Romano | Histórias com música por Mariana Norton, acompanhada por dois músicos de jazz, André Santos (guitarra) e António Quintino (contrabaixo), Mariana Norton cantará principalmente temas da sua autoria e ainda algumas estreias.

 

18 de Novembro 2017

10h - Teatro Romano | Histórias a jogar: O Soldado Fanfarrão

11h - Santo António | Histórias para todos: por Matia Losego

12h - Santo António | Histórias a jogar: As profissões no tempo de Santo António

14h - Teatro Romano | Histórias nossas: Sileno, o companheiro de Baco

15h - Santo António | Histórias nossas: São Francisco de Assis, o mentor de Santo António

16h - Teatro Romano | Histórias para todos: por Matia Losego

16h30 - Santo António | Histórias a jogar: A Batalha de Lisboa

17h30 - Teatro Romano | Histórias para gente grande: Nero, o Imperador Romano

18h30 - Santo António | Histórias para todos: por Rodolfo Castro

19h - Partida: Teatro Romano | Histórias com música por Luiz Caracol que fará um concerto a solo (voz e guitarra) com partida no Teatro Romano, mas que partirá por lugares escondidos na cidade (a revelar no próprio dia).

21h - Santo António | Histórias com música por Rodrigo Costa Félix, convidada: Sandra Correia

 

O espectáculo "Histórias Cantadas de Lisboa” em Fado pretende ilustrar atraves da música alguns dos aspectos e características mais curiosas e peculiares de Lisboa e das suas gentes. Sendo o Fado a canção de Lisboa por excelência, é o género musical que melhor retrata a vida e os costumes da Capital Portuguesa.

 

19 de Novembro 2017 (Palácio Pimenta)

10h30 - Histórias para todos por Cristina Taquelim

11h30 - Histórias a jogar: A Glória de Lisboa

12h - Histórias dançadas com Ana Martins

12h30 - Histórias para todos: Lendas e narrativas de Alexandre Herculano

14h - Histórias para todos por Cristina Taquelim

15h - Histórias a jogar: Quem matou o jardineiro?

16h - Histórias para todos por Rodolfo Castro

16h30 - Histórias dançadas com Ana Martins

17h - Histórias para todos Lendas e narrativas de Alexandre Herculano

18h - Histórias para gente grande: A Madre Paula por Patrícia Muller / Autora do livro e do argumento da série de televisão Madre Paula

"Roberto Carlos Por Raquel Tavares"

Raquel Tavares está de regresso aos discos com um dos maiores projectos discográficos do ano,  “Roberto Carlos Por Raquel Tavares”.

Este álbum baseia-se em reportório da autoria de um dos maiores artistas de expressão portuguesa, o “Rei” Roberto Carlos, e estará disponível a partir de 24 de Novembro.Do alinhamento fazem parte algumas das canções mais populares do artista brasileiro tais como: “Como É Grande O Meu Amor Por Você”, “Detalhes”, “Fera Ferida”, “Olha” E “Emoções” Entre Outros. Caetano Veloso colabora com Raquel Tavares no tema “Debaixo Dos Caracóis Dos Seus Cabelos”, e o tema “De Tanto Amor” conta com a participação de Ana Carolina.

Roberto Carlos Por Raquel Tavares - Capa do Disco

 Este disco foi criado e produzido por Max Pierre (Produtor, Director de A&R, trabalhou com artistas como Maria Bethânia, Caetano Veloso, Ney Matogrosso, entre muitos outros) que propôs concretizar uma homenagem com temas clássicos de “Roberto Carlos” cantados em Português. Eis que surge naturalmente Raquel Tavares, fã incondicional do “Rei” e com uma vivência única das grandes canções de Roberto Carlos.

Nas palavras de Max Pierre que acompanhou de perto as gravações deste álbum tão especial, que decorreu entre os dois lados do Atlântico: “Na ida a Portugal, foram seguidas e maravilhosas as surpresas na gravação das vozes de Raquel Tavares (…). No charmoso estúdio Vale de Lobos, Raquel, com seu timbre único, esbanjou talento cantando maravilhosamente as músicas e imprimindo diferentes emoções em cada uma delas.”

 

Raquel”, o último disco de originais de Raquel Tavares foi editado em 2016 e atingiu o Galardão de Ouro.

Biografia de Ramalho Eanes editada pela Dom Quixote na próxima semana

A Dom Quixote anuncia a publicação, na próxima terça-feira, 14 de novembro, de "Ramalho Eanes, o Último General", biografia escrita pela jornalista Isabel Tavares. Trata-se de uma "biografia autorizada", já que a autora teve acesso a todo o arquivo documental do primeiro Presidente da República eleito democraticamente que autorizou a sua publicação.

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O livro é o resultado de quase 180 horas de conversas com cerca de 80 pessoas, entre amigos de infância, colegas de curso, camaradas da tropa, militares, opositores, políticos, ex-ministros, presidentes da República, gente com quem se cruzou ao longo da vida e, como não podia deixar de ser, Manuela Eanes, sua companheira de quase 50 anos. "Ramalho Eanes, O Último General" é o retrato de um homem que, em miúdo, quis ser médico, padre ou militar. Que esteve na Guerra do Ultramar, que matou e viu morrer. Que foi Presidente da República dez anos. Que puxa os punhos da camisa e endireita a lapela do casaco quando está nervoso. Que tem um grande sentido de humor. Que deixou criar um partido à sua imagem. Que se doutorou aos 71 anos. Que aos 82 anos continua a sonhar com o futuro.

 

Como afirmou Salgado Zenha: “Ramalho Eanes é um homem de uma só palavra, de uma só fé, de antes quebrar que torcer.” E é, muito para lá do general «poker face», uma pessoa de afectos. Isabel Tavares nasceu, em Lisboa, em 1969. É jornalista e fundadora do Diário Económico, jornal do qual foi chefe de redacção, bem como do Semanário Económico. Passou pelo Expresso, fez rádio e televisão. Este é o seu primeiro livro.