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Glam Magazine

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Neopop Presents Paco Osuna no Hard Club

Que melhor forma de este ano dar por finda a saga Neopop Presents... do que com um dos mais aclamados artistas dos nossos tempos!?

Paco Osuna faz já parte da família Neopop. Presença regular dos eventos Neopop de há mais de 10 anos a esta parte, o Catalão continua a surpreender a cada nova prestação, dando consecutivamente motivos para o voltar a receber.

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No seu currículo, que conta com mais de duas décadas de carreira, encontramo-lo como residente das sessões ENTER de Richie Hawtin ou Music On de Marco Carola, embaixador da mixer PLAYdifferently MODEL1, programador do Club4 de Barcelona, fundador da editora Mindshake, sócio da agência B4bookings, música editada na Plus 8 Records e largas centenas de actuações um pouco por todo o mundo. Se o techno, em todas as suas formas, é hoje  uma linguagem universal e responsável por uma comunhão cada vez mais abrangente, muito se deve a nomes como o de Paco Osuna.

 

Juntam-se na sala 1, Gusta-vo e Pedro Vasconcelos.

Na sala 2 vão estar, Jiggy, Ruuar, Sepypes e Yassine.

Nosso Querido Figueiredo apresenta “Juventude”

Nosso Querido Figueiredo… Projeto musical idealizado por Matheus Borges em 2008, após uma decepção amorosa e o segundo turno das eleições municipais. Lançou cerca de 50 gravações (entre álbuns e EPs) em quase uma década de atividade. O som de Nosso Querido Figueiredo é caracterizado por sintetizadores digitais, linhas de baixo e baterias eletrônicas. Passeou pelo pós-punk, pelo samba eletrônico e pelo noise pop, sempre fiel à estética lo-fi da gravação caseira.

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A gravação do novo álbum, chamado “Juventude”, se deu na maior parte entre o outono e o inverno de 2017, um período de tédio e frio em que a umidade de Porto Alegre penetrava no teclado do meu computador. Eu acompanhava os acontecimentos do Brasil e do mundo nos noticiários, ao mesmo tempo em que lidava com minha própria ansiedade, minha própria depressão sazonal – não tão incomum entre os habitantes desta cidade que passa semanas sem receber ao menos um raio de sol nos meses de julho ou agosto.

Ansiedade: Perceber que estou envelhecendo, mas não necessariamente amadurecendo.

Amadurecer é uma condição anterior à velhice. Envelhecer é a resposta do corpo ao processo interno de aceitar a idade adulta.

Senso comum: Primeiro, a sabedoria. Depois, os cabelos brancos.

No entanto, tenho entradas na testa e ainda não me sinto sábio.

Moro debaixo de um teto e tenho animais de estimação. Tenho livros, muitos livros, tenho uma palavra atrás da outra para justificar um momento que não chega. Tenho um diploma e um grande passado pela frente.

Sim, esse é o fim da minha juventude. Mas isso não quer dizer que eu tenha amadurecido.

Afinal de contas, o que é a juventude?

É um recorte temporal na vida de alguém ou simplesmente um estado de espírito?

Ansiedade: Não tenho paciência para as perguntas. Quero inventar minhas próprias respostas.

 

Para ouvir e descarregar gratuitamente aqui

The Fall… O regresso aos discos e aos palcos

Com 41 anos de carreira os britânicos The Fall estão de regresso aos discos com “New Fast Emerge” editado no passado mês de julho e também aos concertos cuja tour promocional garante um concerto já este sábado, 18 de novembro, no Hard Club, Porto.

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A vasta discografia dos The Fall abrange mais de 30 discos de estúdio,  contando ainda com dezenas de singles e EPs, e vários álbuns ao vivo.

New Facts Emerge” é o 32º disco de estúdio da banda. A abertura do concerto fica a cargo dos portugueses 10.000 Russos que se encontram actualmente numa tour europeia com mais  de 60 concertos para apresentação do seu 2º album "Distress Distress" com selo da editora inglesa Fuzz Club Records.

LCD Soundsystem… Apresentação ao vivo do novo álbum “American Dream” em Lisboa

Nos próximos dias 19 e 20 de Junho, os LCD Soundsystem apresentam em Portugal o  novo álbum “American Dream”, que já se encontra disponível física e digitalmente. Os concertos estão agendados para o Coliseu de Lisboa e os bilhetes serão colocados à venda esta sexta-feira, 17 de Novembro.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

American Dream” chegou às lojas no passado dia 1 de Setembro. “tonite” é o nome do novo single do grupo que lançou recentemente o vídeo do tema.

Numa colaboração com os fãs, o colectivo criou uma experiência em vídeo com o tema “tonite” (tonite.dance). Nela, pode-se ir de quarto em quarto experimentando uma série de performances de dança criadas inteiramente pelos fãs. Usando uma nova tecnologia chamada WebVR, que funciona com várias plataformas, dando a oportunidade aos utilizadores de ter um papel diferente na experiência, dependendo do aparelho que estão a utilizar.

 

Adicionalmente, os LCD Soundsystem disponibilizaram um novo single para os fãs, intitulado “pulse version one”, que não se encontra no álbum “American Dream”.

Um cigarro, um whisky… Simone, O Musical…

"Simone O Musical” teve estreia no Porto na passada sexta-feira à noite no Coliseu. Contou com um grande elenco do qual faz parte Simone de Oliveira, FF, José Raposo, Maria João Abreu, Marta Andrino, Pedro Pernas, Salvador Nery, Sissi Martins e Soraia Tavares.

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Os momentos mais marcantes da carreira de Simone estão presentes no musical, mas histórias privadas ficam de fora. No entanto, desde a educação dos filhos enquanto mãe solteira, às vozes mais críticas durante a ditadura face às letras das canções, à perda de voz durante três anos, aos problemas oncológicos e às relações amorosas conturbadas, vários aspectos foram retratados em cena. Várias personagens foram passando em cena, Varela Silva com o qual esteve casada 23 anos, Ary dos Santos, Carlos do Carmo e David Mourão Ferreira.

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Simone demonstra em palco toda a autenticidade a que vem habituando o seu público que a recebe de braços abertos neste musical em nome próprio. Momentos arrebatadores foram muitos, muitos momentos em que Simone parou para deixar o seu público expressar a emoção e em que Simone também mostrou a sua própria emoção por ser tão bem recebida no Porto que tanto a adora.

Foi agraciada no final com rosas fazendo lembrar outros tempos em que as grandes artistas eram assim recebidas e com uma grande ovação final misto de lágrimas e risos de toda a plateia que não queria abandonar o coliseu sem deixar um grande agradecimento pela vida e obra de uma Grande Senhora dos nossos tempos Simone de Oliveira.

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Depois do Porto, o musical vai passar pelo Casino da Figueira da Foz a 17, 18 e 19 de novembro. O próximo ano traz mais sessões em Setúbal, Faro e Lisboa.

 

Texto: Sandra Pinho
Fotografias: Paulo Homem de Melo

 

Mais fotografias do musical nas galerias do facebook da Glam Magazine

Poesia Homónima por Júlio Resende e Júlio Machado Vaz" no Constantino Nery

Já falta pouco para que as ruas de Matosinhos voltem a ser invadidas pelos versos de mais uma edição da Festa da Poesia. Enquanto, porém, a celebração não começa, o Teatro Municipal de Matosinhos Constantino Nery vai acolher no próximo sábado, 18 de novembro, um espetáculo que junta a música de Júlio Resende, a poesia de Eugénio de Andrade e de Gonçalo M. Tavares, e a voz do psiquiatra, escritor e comunicador Júlio Machado Vaz. "Poesia Homónima” é uma espécie de (des)concerto que explora o olhar distinto dos dois Júlios sobre a poesia.

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O espetáculo nasceu de um desafio: Júlio Machado Vaz disse a Júlio Resende que ele devia compor alguma música para os poemas do seu amor literário, Eugénio de Andrade. O pianista respondeu que só o faria se fosse o psiquiatra a dizer os poemas. O sexólogo, não temendo tabus, aceitou. Os ensaios e desconcertos deram origem a um disco, do qual se fez um concerto que tem percorrido diversas salas do país.

 

Emotivo, emocionado e construído a partir dos afetos literários de Júlio Resende e Júlio Machado Vaz, "Poesia Homónima por Júlio Resende e Júlio Machado Vaz" junta um psiquiatra/sexólogo enamorado pelas palavras, autor de mais de uma dezena de livros, e um dos mais importantes músicos e compositores portugueses da nova geração, colaborador regular de nomes como Maria João, Aldina Duarte, António Zambujo, Ana Moura, Cristina Branco, Cuca Roseta, Ana Bacalhau, Manuela Azevedo, Moreno Veloso, Salvador Sobral ou Perico Sambeat, entre outros.

 

Homenagem a um dos maiores poetas da língua portuguesa e a um dos nomes mais reconhecidos da literatura contemporânea portuguesa, "Poesia Homónima por Júlio Resende e Júlio Machado Vaz" constitui um momento único de celebração e fruição da velha aliança entre a música e a palavra

Festival Porta-Jazz 2017… Programação Completa

Concertos, lançamentos de discos, oficinas e jam sessions, o Festival Porta-Jazz está de regresso com a maior edição de sempre.

De 2 a 9 de Dezembro, o Porto vai receber 70 músicos profissionais, 20 dos quais estrangeiros, numa programação composta por 17 concertos entre estreias e parcerias artísticas.

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O Rivoli, a Casa da Música, a FEUP (Faculdade de Engenharia da Univ. do Porto), o Passos Manuel e a Sala Porta-Jazz – sede da associação – vão ser os palcos da 8.ª edição do festival. Haverá ainda oficinas na ESMAE (Escola Superior de música, Artes e Espectáculo) e um encontro de escolas de jazz no Conservatório de Música do Porto.

 

2 Dezembro 2017

18h00 Sala Porta-Jazz - Gysler-Perez-Nick Trio (CH) - AMR

19h00 Sala Porta-Jazz - The Nada (PT)

22h00 Sala Porta-Jazz - Controvento (CH) - AMR

 

3 Dezembro 2017

11h00 Conservatório Música do Porto - Encontro Escolas (Oficina)

14h30 Conservatório Música do Porto - Encontro Escolas

21h30 Casa da Música - Coreto apresenta "Analog" (PT)

22h30 Casa da Música - In Love With de Sylvain Darrifourcq (FR)

 

5 Dezembro 2017

14h00 ESMAE - Oficina

21h30 Passos Manuel - Mirrors (Guimarães Jazz / Porta-Jazz #3) (PT, ES)

22h30 ESMAE - Jam Session

 

6 Dezembro 2017

21h30 FEUP - Ariel Bringuez Quarteto present "Jazzing the Classics" (CU, AG)

 

7 Dezembro 2017

21h30 Rivoli / Grande Auditório - Ricardo Toscano Quarteto (PT)

22h30 Rivoli / Grande Auditório - Eduardo Cardinho Group (PT, NL)

23h30 Rivoli / Café-Concerto - Gomes/Rosado/Monteiro (PT) + Jam Session

 

8 Dezembro 2017

18h00 Rivoli / Pequeno Auditório - AP Quarteto (PT)

19h00 Rivoli / Pequeno Auditório - LAMA (PT, CA)

21h30 Rivoli / Grande Auditório - Porto-Barcelona Connection feat. Marco Mezqui-da (PT, ES)

22h30 Rivoli / Grande Auditório - AXES (PT)

23h30 Rivoli / Café-Concerto - ESMAE Ensemble + Jam Session

 

9 Dezembro 2017

19h00 Sala Porta-Jazz - Bode Wilson apresenta "Lascas" (PT, AR)

22h00 Sala Porta-Jazz - Ricardo Formoso apresenta "Origens" (PT, ES)

Nuno Markl assina guião do musical de Natal “Alice e o País das Maravilhas no Gelo”

Um mundo maravilhoso e mágico está prestes a abrir-se não só para Alice, mas para todos os que assistirem ao próximo musical de Natal no Gelo. Nuno Markl, Mafalda Santos e Francisco Martiniano Palma são os autores do guião de “Alice e o País das Maravilhas no Gelo” que estreia a 24 de novembro no MAR Shopping Matosinhos. Uma produção da AM LIVE que promete: este Natal, ser um pouco louco pode até ser genial.

Pedro Gorgia, Sandra Celas e restante elenco2

Nuno Markl, Mafalda Santos e Francisco Martiniano Palma são os detentores da chave que abre a porta para o País das Maravilhas, e, com Alice, guiam-nos por um fantástico imaginário onde não faltam um coelho apressado, um gato misterioso, um chapeleiro louco, um rato guloso e uma rainha que corta cabeças.

Sandra Celas

Há anos que os três guionistas colaboram em projetos como “Herman 2010”, “As Divinas Comédias”, “Os Contemporâneos” ou “5 Para a Meia-Noite”. Humorista, escritor, locutor de rádio, apresentador de televisão e argumentista, Nuno Markl dispensa apresentações. Escreveu para vários programas de Herman José, “O Programa da Maria”, entre outros. Na rádio, criou as rubricas “O Homem Que Mordeu o Cão”, que celebra em 2017, os seus 20 anos no ar, “Há Vida em Markl”, “O Livro dos Porquês”, “Coisas Que Acontecem”, “Labora tolarilolela” e “A Caderneta de Cromos”. Apresentador de programas de TV como o “5 Para a Meia-noite” (RTP1), “Felizes Para Sempre”, “Telebaladas” (Canal Q) ou “Animais Anónimos” (RTP1), é ainda autor de vários livros e a sua voz dá vida a inúmeras personagens de animação.

Sandra Celas na maquilhagem

Como distinguir um sonho da realidade? Será isso importante, ou será a mistura dos dois que torna a vida um lugar mágico? Em “Alice e o País das Maravilhas no Gelo”, a protagonista é uma menina muito especial que dá espaço aos sonhos para que ganhem vida e a desafiem para lá da mais delirante imaginação. Esta encantadora Alice vai embarcar numa divertida e imprevisível aventura onde o impossível tem convite para entrar. Animais e flores falantes, poções mágicas, criaturas loucas, um exército ridículo, um Rato guloso num julgamento absurdo e uma Rainha de perder a cabeça, são algumas das personagens que a vão acompanhar nesta verdadeira epopeia à fantasia e ao riso!...

Pedro Gorgia

Um chapeleiro no mínimo excêntrico e uma rainha que comanda um exército de vários naipes e que a todos ameaça cortar a cabeça. São estas as personagens a que Pedro Górgia e Sandra Celas darão vida. João A. Guimarães e Joana Quelhas são responsáveis pela direção artística.

 

 

Música e cinema de mãos dadas no Muvi 2017...

O único festival de cinema específico sobre música em Portugal ‘habita’ novamente o Cinema São Jorge, em Lisboa, durante a quarta edição, de 15 a 20 de novembro de 2017.  Ao todo falamos de 200 filmes de mais de 25 países – entre longas, curtas, vídeos musicais e sessões especiais, algumas com a presença de convidados especiais –, seis concertos, um cine-concerto, três exposições e oito sessões ou apresentações gratuitas

MUVI 2017

 

Odisseias Musicais / 28 longas-metragens em competição
 
Na competição de longas metragens nacionais, batizada pelo festival de Odisseias Musicais Palco Nacional, a obsessão dos angolanos com o “swagger” é o foco de “Bangaologia” (Sala 3, 21h15, 18.11), do angolano Coréon Dú, Catarina Neves acompanha o processo criativo de Luís Miguel Cintra no regresso do diretor e encenador do Teatro da Cornucópia ao trabalho, lado a lado, com o maestro João Paulo Santos, no Teatro Nacional de São Carlos em “Diálogos ou como o teatro e a ópera se encontram para contar a morte de 16 carmelitas e falar do medo (Sala 3, 21h15, 16.11) e David Francisco e Nuno Calado partem em descoberta da vida e obra de Jorge Bruto (Capitão Fantasma), diagnosticado com Parkinson há cerca de uma década, no documentário “Fantasma Lusitano (Sala 3, 21h15, 17.11).
 
Na competição de longas metragens internacionais, a chamada Odisseias Musicais Palco Internacional (OMPI), destacam-se, este ano, as propostas brasileiras “Eu, Meu Pai e os Cariocas - 70 Anos de Música no Brasil” (filme de abertura, Sala Manoel de Oliveira, 21h30, 15.11, com a presença da realizadora), de Lúcia Veríssimo, tendo como fio condutor a carreira do maestro Severino Filho, fundador do grupo vocal Os Cariocas, conjunto fundador da bossa nova; "Sotaque Elétrico" (Sala Manoel de Oliveira, 21h30, 16.11), de Caio Jobim e Pablo Francischelli, uma investigação musical sobre a natureza da guitarra brasileira de meados do século 19 aos dias de hoje; "Morena dos Olhos Pretos" (Sala 3, 23h30, 15.11), de Isaac Dourado, que recupera a história de Clemilda, rainha do Forró e da música de duplo sentido, através de depoimentos, lembranças e raras imagens de arquivo; “Clara Estrela” (Sala 3, 23h30, 16.11), de Susanna Lira e Rodrigo Alzuguir, que narra, na primeira pessoa, a trajetória da cantora Clara Nunes; "Minha Boca, Minha Arma" (Sala 3, 23h30, 16.11), de Leonardo Vidigal e Delmar Mavignier, que debate o estado atual do reggae, tema de mais de 100 festivais anuais no Reino Unido, França, Itália, Espanha, Portugal ou Polónia; "Eu Sou o Rio" e "Interlúdio" (Sala 3, 18h15, 17.11), de Anne e Gabraz, com uma fotografia invulgar, apontam para Tantão, músico e artista plástico icónico do underground carioca desde os 80, quando fundou a Black Future, e para Vanessa e Duda, artistas em busca de paisagens sonoras para um novo projeto.
 
Ainda no plano internacional das Odisseias Musicais encontramos "Queen B, Birth of an Idol" (Sala Manoel de Oliveira, 21h30, 18.11), do francês Nicolas Maupied, sobre Barbra Streisand, da infância complicada em Brooklyn aos musicais na Broadway e a todo o sucesso granjeado pela cantora e atriz; "Solenzara" (Sala Manoel de Oliveira, 18h30, 18.11), de Stephan and Pascal Regoli, sobre a canção corsa solenzara, um êxito nos anos 60 repetido nos 80 graças a Iggy Pop, Emir Kusturica e Goran Bregovic em “Arizona Dream”; "Alacrán Soy Yo" (Sala Manoel de Oliveira, 18h30, 17.11), de Juan Sebastián Alvarez, no qual Santos, o diretor artístico do carnaval cubano luta por manter vivo um lendário grupo de dança fundado em 1908; "Bravo, Viruoso" (Sala Manoel de Oliveira, 21h30, 17.11), do arménio Levon Minasian, um raro thriller de humor negro e muita ação sobre Alik, um jovem clarinetista ‘virtuoso’ que é confundido com um assassino ‘virtuoso’; "Pachamanka" (Sala Manoel de Oliveira, 15h, 18.11), do austríaco Markus Toth, sobre as frágeis dinâmicas de um grupo que existe há mais de 40 anos; "Lute Electric" (Sala Manoel de Oliveira, 15h, 18.11), dos gregos Vassilis Dimitriadis e Mike Geranios, sobre o primeiro alaúde elétrico construído em Creta, ilha dos mil encantos e paisagens que a longa documenta; e "Sagre Balere" (Sala Manoel de Oliveira, 15h, 18.11), de Alessandro Stevanon, que, num documentário apresentado no incontornável Visions du Réel 2017, conta a história do carismático Omar e da sua digressão pelos salões e festas de rua em diversas localidades do norte da Itália.
 
Sonetos Cantados
12 curtas portuguesas e 14 internacionais em competição
 
78.4: Rádio Plutão”, de Tiago Amorim, “Cordas”, de Marta Gomes, “Ecos no Castelo”, de Raquel Gonçalves, “Escola do Rock Paredes de Coura 2016”, de João de Sá, “O Silêncio da Montanha”, de Paulo Lima, “Pôr a Minha Vida no Teu Ouvido”, de André C. Santos, “Por Quem Lá Tendes”, de António Ventura, “Rapsódia do Pandeiro”, de Sara Esteves, “Tu”, de Hugo Pinto, “The Miami Flu Vicious Pill”, de Mário Costa, "Tudo o que Imagino", de Leonor Noivo, e "Those Who Make It Happen", de José Dias e Pedro Santana são as propostas portuguesas dos Sonetos Cantados, as curtas-metragens em competição, que podem ser vistas antes das longas em competição.
 
No palco internacional da mesma secção encontramos “A Retirada Para Um Coração Bruto”, de Marco Antônio Pereira, “A Symphony for Rossini: Il Turco in Italia”, de Monica Manganelli, “Bülbül”, de Işıl Karataş, “Canta Um Ponto”, de Luciano Dayrell e João Paulo Silveira, “De Quando em Vez”, de Jáder Barreto Lima e Rafaella Pereira de Lima, “Eingemauert”, de Daniel Selke e Sebastian Selke, “House Sounds”, de Bruno Ramos Rodrigues, “Mensagens Para Gaia”, de Juliana Cavalcanti e Pablo de Moura, “Music. Coffee. Vinyl.”, de Mike Dobosh, “Music. Life. Passion”, de Vladimir Nepevny, “Misimpressions”, de Sinead Lau, “Ruído”, de Gabraz, "The Accompanying Dancer", de Johel (Karleener) Miteran, e “Uma Noite Para João Lemos”, de Lipe Canêdo, Ricardo Murad e Pedro Vasconcelos.
 
Canções Com Gente Dentro
42 vídeos musicais em competição
 
As Canções Com Gente Dentro, secção competitiva, inclui 42 vídeos musicais. Desses, 21 integram o palco nacional: 47 de Fevereiro - “In Extremis”, de Augusto Lado, Cassete Pirata - “Pó no Pé”, de Ricardo Oliveira, Debonoir - “Night In”, de Mário Costa, Duquesa - “Better Men” de Miguel Filgueiras, Electric Man - “Electric Domestique”, de Tito Pires, Electric Man - “Mother”, de Pedro Carruna, First Breath After Coma ft. André Barros - “Nagmani”, de Casota Collective, Her Name Was Fire - "Way to Control", de Tiago Lopes e Pedro Motta, Iguana Garcia - “60KF”, de João Garcia e Gonçalo Moleiro, J-K - “Despedida”, de Adriano Mendes, Mazgani - “The Poet's Death”, de Joana Linda, Mirror People - “Crime Scene”, de Vasco Mendes, Nice Weather For Ducks - “On The Sand By The Sea”, de Casota Collective, Nuno & The End - “The Fairies Song”, de Cristina Vieira, Samuel Úria - “Carga de Ombro”, de Ricardo Oliveira, Terra Livre - “Start a Revolution”, de Catarina Severino, Terrakota - “Social Insecurity”, de Rafael Espinel, The Wax Flamingos - "Road", de Ricardo Vieira Lisboa, Toques do Caramulo - “Pena Verde”, de Ana Filipa Flores, Vaiapraia e as Rainhas do Baile - “Snifa Cola / Kate Winslet”, André Marques, e Xinobi - “Far Away Place”, de Rui Vieira. A sessão, com entrada gratuita, tem lugar na Sala 2 do Cinema São Jorge, às 18h de 17 de novembro, sexta-feira.
 
No palco internacional contamos com Adina E - “Changing”, de Yoni Goodman, Anna.lee - "Vampire Love", de Andrei Zaitcev, Barro - “Ficamos Assim”, de Lorena Calábria e Mariana Zdravca, Dürerstuben - In Trow, de Marcus Hanisch, Dürerstuben - "Reanimation", de Marcus Hanisch, Femme - "Fire with Fire", de Ben Mahon, Gerre - “Sobreviver”, de Guido Assenza Parisi, Florencia Kazr e Christian Refay, Igloo - "Gigante", de Fran X. Rodríguez, Isan - “Parley Glove”, de Chan King Lam, Mui Cheuk Lam, Teo Qi Yu), Kleiton e Kledir - “Felizes Para Sempre”, de Mozart Albuquerque, Krist Zoubi - “Deniedeen”, de Hussien Amody, de Mark Lotterman - “Happy”, de Alice Saey, Obe Dve - “The Boy”, de Pavlo Buryak, Pepe Jara - "En la carretera slow return", de Alberto Valero Payá, de Shiran - “Zehere”, de Vadim Mechona, Sundayman - “Alive”, de Angeliki Hatzi, Taller de Retazos - "Caminos", de Juan Pablo  Rico, Unlove/Lucas Vidaur - "Instagram Witches & Brand New Grimoires", de Cristina  García Zarzosa, Vigarioz Crod Alien - “8 E poco”, de Catpee, Wonggoys - “Never Too Late”, de Vanessa Tee, e Zebra - “Tree Song”, de Marwan Abdalla. A sessão, com entrada gratuita, tem lugar na Sala 2 do Cinema São Jorge, às 18h de 17 de novembro, quinta-feira.
 
Os jurados do Muvi 2017
 
O produtor João Abreu, o assessor de imprensa João Pinho e a jornalista Margarida Caetano compõem o júri das Odisseias Musicais, palcos nacional e internacional, a secção de longas-metragens do Muvi.Nos Sonetos Cantados, palcos nacional e internacional, a secção das curtas-metragens, a escolha recaiu sobre o diretor de fotografia Carlos Isaac, o talentoso fotógrafo Mário Pires e o ator e radialista Paulo Lázaro. A jornalista Lia Pereira, o fotógrafo José Goulão e o realizador Paulo Prazeres receberam a tarefa de avaliar as Canções Com Gente Dentro, palcos nacionais e internacionais, a secção de vídeos musicais do Muvi -Festival Internacional de Música no Cinema.
 
"Living On Soul", “A Fábrica de Nada” e as restantes sessões não competitivas
 
Domingo, o dia não competitivo do festival, inclui "Living On Soul" (Sessão de Encerramento, Sala Manoel de Oliveira, 18h30, 19.11), de Cory Bailey e Jeff Broadway, filmado em ultra hd e com um som primoroso, este documentário constituí a derradeira oportunidade de assistir ao encontro de Charles Bradley e Sharon Jones no mítico Apollo Theater, em Nova Iorque; "A Fábrica de Nada" (Sala Manoel de Oliveira, 15h, 19.11), de Pedro Pinho, um convite à reflexão social do mundo que vivemos com um toque subtil de musical, um filme sublime que merece ser visto na sala principal do Cinema São Jorge, por um preço convidativo (4 euros; 3,5 euros para menores de 25 e maiores de 65; 2 euros para desempregados, tal como todas as restantes sessões pagas do Muvi); "Dentro da Casa 8" (Sala 3, 15h30, 19.11), de Nuno A. Rocha, com a participação de Rui Reininho, Ivo Canelas, Ana Ferrão Sara Ribeiro ou Tiago Pereira, o documentário aponta, com solidez, para o livro “CA8A”, da fotógrafa Margarida Rodrigues (MAR, autora de “With The Absolute Heart of the Poem of Life”, exposição em destaque no Muvi 2017); e “Dollar Llama: This Is Grand Union”, de José Dinis, um imperdível documentário sobre os 15 anos da banda rock lisboeta Dollar Llama.
 
Sessões gratuitas na sala 2
 
Nas sessões gratuitas, além das competições nacional e internacional de vídeos musicais (Canções Com Gente Dentro), incluem-se documentários produzidos no mundo inteiro com o melhor dos Festivais de Música em 2017 (Sala 2, 18h, 15.11), o melhor de 2017 na produção da Videoteca Bodyspace e do Canal 180 (Sala 2, 21h, 15.11), celebram-se os 15 anos da produtora icónica Droid I.D. (Sala 2, 21h, 16.11), com a exibição de documentários e um evento de vjing no foyer a partir das 23h30, e a difusão de “AZ-RAP: Filhos do Vento” (Sala 2, 18h, 19.11), curta que documenta o lado real do hip-hop numa cultura e identidade próprias, onde a insularidade açoriana é fonte de inspiração.    
 
No debate "Agora sim, damos a volta a isto - o ativismo no cinema e na música" (Sala 2, 21h, 17.11) haverá ativismo, cinema e música com moderação de Luís Humberto Teixeira e a participação especial da cantora Joana Barra Vaz, do radialista João Carlos Callixto e do músico Pedro Silva Martins. Na rubrica “O Músico e o Seu Instrumento” (Sala 2, 18h, 18.11) o fotógrafo Mário Pires convida os músicos Electric Man, Iguana Garcia e Tiago Saga para apresentarem os seus inseparáveis instrumentos.
 
A sessão especial “25 anos do álbum de estreia dos Sitiados” (Sala 2, 21h, 18.11) incluirá um debate e a transmissão de alguns dos principais registos videográficos desta singular – e para muitos fundamental e inesquecível - banda portuguesa.
 
Também na sala 2, domingo, às 16h, haverá um “Cine-concerto solidário”
de Charlie Mancini, autor da banda sonora do documentário “Mar de Sines”, que regressa ao Muvi para musicar "Seven Chances" (1925), de Buster Keaton. Recomenda-se um donativo de valor indefinido, uma vez que o cine-concerto tem o propósito solidário de auxiliar os refugiados que vivem em Lisboa.
 
Os concertos do Muvi 2017
 
Em 2017 o Muvi arrumou duas atuações por dia na sexta-feira 17, sábado 18 e domingo 19 de novembro, às 23h30 na sexta e sábado e às 21h30 no domingo. A entrada terá o mesmo custo de um bilhete de cinema, ou seja 4 euros (3,5 euros para menores de 25 e maiores de 65; 2 euros para desempregados). Sexta, às 23h30, atuam as Clementine e às 00h45 os Lâmina. No sábado, às 23h30, apresenta-se Iguana Garcia e às 00h45 Electric Man. No domingo, um pouco mais cedo, às 21h30, atua Acid Acid e às 22h45 Homem em Catarse.
 
As exposições do Muvi 2017
 
Desde a primeira edição o Muvi tem tido a preocupação de dar vida e cor aos bonitos expositores do Cinema São Jorge. 2017 não é exceção com “At the Movies”, da pintora Catarina Cesário, "As Lendas de 1967 - Portugal em Tons de Pop", do arquivista e radialista João Carlos Callixto e “Festival Músicas do Mundo de Sines - 20 anos, onde se combinam 40 imagens absolutamente incríveis do fotógrafo Mário Pires.
 
Motivos mais do que suficientes para visitar o Cinema São Jorge, em plena avenida da Liberdade, no centro de Lisboa, onde a música e o cinema terão abrigo, de 15 a 20 de novembro, na quarta edição do Muvi – Festival Internacional de Música no Cinema.

Triste in English from Spanish ganha vida na Culturgest

Triste in English from Spanish parte da tristeza da sua criadora para enfrentar as profundas relações entre a opressão das mulheres, a exploração do planeta e a manutenção de clivagens raciais e sociais. Neste novo espectáculo, Sónia Baptista vê-se acompanhada de seis mulheres com quem tenta deslindar e interpretar os aspectos da tristeza, da melancolia e da depressão através de explorações plásticas, físicas, metafóricas, filosóficas e pop.

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Resultado de um processo de criação do qual fizeram parte mais de 30 participantes com assento num tumblr privado, Triste in English from Spanish mergulha no mundo do dia a dia que tem hoje morada certa nas redes sociais. Do íntimo para o público, do individual para o global (neste e no sentido contrário) este exercício inaugura uma psico-poética do browser, juntando fragmentos, frases, ideias, buscas que apontam uma reflexão sobre o estado do mundo, sobre o estado das pessoas em relação a ele, e em relação à terra, planeta cada vez menos natural. E se este não é o tempo do fim do mundo, este é o tempo do mundo que acaba todos os dias. Do mundo que é belo mas violento, do mundo que necessita de uma urgente e necessária digestão emocional.

 

A partir das raízes eco-feministas, eco-queer, holístico-filosóficas de Sónia Baptista, neste espectáculo desenterram-se preciosidades, muito ou pouco sérias, absurdas, vulneráveis, numa espécie de anatomia da tristeza como espaço gerador, como espaço de partilha, como espaço que gera a dor e a esperança. "Olhar a tristeza e a morte nos olhos não é fácil mas é necessário. Para melhor viver, senão tranquilamente, pelo menos de uma maneira interessante e desafiante. Entre o choque e o assombro diários." Sónia Baptista

 

Triste in English from Spanish ganha vida nos próximos dias 24, 25 e 26 de Novembro no Grande Auditório da Culturgest, em Lisboa.

Mike El Nite apresenta o espetáculo especial "Acidente"

Há males que vêm por bem, dizem eles. Depois de um aparatoso acidente de bicicleta, Mike El Nite, autor de “Ride A Bike”, “T.U.G.A.” e “Oliude”, quer celebrar o seu regresso à actividade com um concerto intimista, esta sexta-feira, 17 de Novembro, no Musicbox, do qual podemos esperar performance de músicas menos tocadas nos shows habituais e também alguns inéditos, com convidados como já é regra.

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A primeira parte fica a cargo de Genes, cujo disco de estreia colocou num lugar cobiçado por todos os jovens artistas a exercer atividade à menos de um ano. Com tour nacional quase a chegar ao fim, o miúdo sensação do Montijo tem nas mãos nova possibilidade de provar a toda a gente porque é um dos nomes mais entusiasmantes dos últimos anos, se é que já não o fez em primeira instância.

MICRO CLIMA… Festival de Música e Performance da Parede

Vai rolar um clima… Um micro clima…

É com muito orgulho, pompa e circunstância que a SMUP, Sociedade Musical União Paredense, tem a honra de apresentar o festival MICRO CLIMA. Uma curadoria partilhada por voluntários, colaboradores e amigos da SMUP, que se juntaram para proporcionar três lindas noites de concertos e artes performativas nas suas esplendorosas, e agora acusticamente perfeitas, instalações. Nestes 3 dias, a SMUP vai dar voz (o micro) a projetos embrionários e a outros que já têm um sólido caminho percorrido. Há representantes de várias zonas do país e de diferentes áreas musicais. Todos a caminho do estrelato.

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A SMUP é uma sociedade musical com 119 anos de existência que alberga uma banda filarmónica afinada, um grupo de teatro amador, um grupo de dança contemporânea, entre outras atividades ligadas à cultura e aprendizagem artística. A SMUP acolhe residências artísticas e tornou-se ponto de encontro de vários públicos, diferentes gerações, diversas áreas, conhecimentos e ideias. A SMUP tem acolhido diversos concertos com destaque para o jazz e música improvisada.

O trabalho em rede tem sido um dos principais motores da SMUP.

 

14 de Dezembro 2017

21.30h - Ensaio aberto da Banda Filarmónica da SMUP

23.00h - La Negra

 

15 de Dezembro 2017

21.30H – Hércules

Performance Aurora Pinho

22.30h – Bifannah

Performance Cláudia Oliveira e Cristiana Pardal

23.30h – Mighty Sands

02.00h - DJ set Luísa Tudela (Tony´s Bar)

 

16 de Dezembro 2017

18.00h - Sallim

19.00h – Faqs / Performance Daniela Serra e Alex Cortez

22.30h - Black Wizards

Performance Matilde Tudela e Gonçalo Pinela

23.30h - Pás de problème

02.00h - DJ set Incredible Padrada Boys Gang - (Tony´s Bar)

 

Lavoisier e First Breath After Coma no Citemor 2017…

A 39ª edição do Festival de Montemor-o-Velho conta com os concertos de Lavoisier e First Breath After Coma na abertura e encerramento, respectivamente, do festival que se realiza este ano em pleno outono. Do programa do Citemor 2017 fazem ainda parte oito propostas performativas, que evidenciam uma considerável diversidade de linguagens e de formatos, das quais quatro são desenvolvidas em residência de criação, e uma instalação video.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

A abertura do Citemor 2017 fica a cargo dos Lavoisier que, partindo do conhecido lema "na natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma", se inspiraram nas recolhas de Giacometti e no cancioneiro popular português para criarem as suas versões que respiram contemporaneidade. Patrícia Relvas e Roberto Afonso acabam de lançar o primeiro disco de originais, “É Teu”, que servirá de base ao concerto da próxima sexta-feira, 17 de novembro, no Teatro Esther de Carvalho em Montemor-o-Velho.

 

Os First Breah After Coma dispensam, cada vez mais, apresentações. O cruzamento da influência post-rock com o formato canção, que fez do disco de estreia uma surpresa auspiciosa, era apenas o início de uma viagem na qual o segundo capítulo – “Drifter” – lhes valeu uma nomeação da Associação Europeia de Editoras Independentes para melhor disco europeu lançado em 2016, numa lista de 25, ao lado de nomes como Agnes Obel, Radiohead ou Royal Blood. O disco, que contou com a colaboração de convidados como Noiserv e André Barros, levou-os a novas digressões com salas cheias em Leiria, Porto, Coimbra e Lisboa, e presença em festivais como Paredes de Coura e Reeperbahn em 2016 e Eurosonic ou Primavera Sound em 2017.

 

Para “Drifter” fecharam-se meses a fio a trabalhar de manhã à noite em experiências. Gravaram sons de quase tudo o que os rodeava, perderam-se nas discografias da evolução do rock e da música electrónica e o resultado carrega o dna dos First Breath After Coma mas aponta ainda mais caminhos para o presente e para o futuro desta jovem formação leiriense. "Salty Eyes”, o primeiro single com vídeo de Vasco Mendes, e ”Umbrae" farão com certeza parte do concerto que encerrará a 39ª edição do Festival de Montemor-o-Velho, dia 9 de dezembro, na Garagem Auto Peninsular na Figueira da Foz.

 

Para além da música o Citemor convocou, para a edição de 2017, criadores com uma relação já estabelecida com o festival (Elena Córdoba, Tiago Cadete, David Marques) e artistas com percursos relevantes que tem vindo a acompanhar nas últimas edições (Rui Catalão, Miguel Bonneville, Dinis Machado). Pela primeira vez, integram o programa do festival Lígia Soares, Edurne Rubio, Bruno Humberto.

Completam o programa as criações audiovisuais finalistas do Loops.Lisboa (Tiago Rosa-Rosso Carvalhas, Patrícia Almeida, Pedro Vaz).

"City Love" é o novo single de DJ Dayo

DJ Dayo acaba de editar novo tema dedicado à cidade do Porto. O experiente produtor aventura-se pela primeira vez no Hip-Hop, contando com a colaboração do cantor norte-americano Mavi.

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A parceria surgiu depois de várias conversas  entre os artistas sobre o Porto, cidade natal de DJ Dayo, a sua principal fonte de inspiração. "City Love" passa uma mensagem positiva, de acreditar, trabalhar e progredir, mesmo quando confrontados com adversidades.

DJ Dayo é o residente das famosas noites Dope e Snap na Kasa da Praia, Porto, com actuações regulares em vários clubes internacionais no Dubai, Inglaterra, Irlanda e Suíça. Hip-Hop, R&B, Dancehall e Afrobeat são os denominadores comuns dos sets de DJ Dayo, sempre com remisturas e mashups dos principais hits do momento.

Alphaville in Concert…

Um dos grupos mais populares nos anos 80 regressa a Portugal. Os alemães Alphaville, que em 1984 explodiram em todo o mundo com “Big In Japan”, “Forever Young” e “Sounds Like A Melody”, vão brindar o Campo Pequeno e o Coliseu Porto com a festa de dança e luz que carateriza os seus concertos. O grupo de Marion Gold tornou-se parte da iconografia dos anos 80 logo com o álbum de estreia “Forever Young” e os três singles que foram Top 20 em vários países. Foram mais de 2 milhões de discos vendidos numa das estreia mais auspiciosas de sempre da “pop” europeia, enquanto nos Estados Unidos chegaram ao 1º lugar da “dance chart” da Billboard.

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O segredo foi a fusão perfeita da faceta crooner de Bryan Ferry, a riqueza pop das canções dos Roxy Music e as batidas eletronicas dos compatriotas Kraftwerk, as principais influências dos fundadores Marion Gold e Bernard Lloyd, assíduos frequentadores e participantes do colectivo multimedia berlinense Nelson Community. O resultado foram canções épicas, fáceis de cantar e dançar, que invadiram as rádios e as pistas de dança de todo o mundo e puseram os Alphaville no circuito das grandes digressões mundiais de música eletronica ao lado e outros bastiões dos anos 80 como Dépèche Mode, Human League ou Ultravox.

 

Ao longo de 30 anos os Alphaville mergulharam a fundo na música eletronica e nos sintetizadores, produzindo discos cada vez mais ambiciosos que tanto os levaram a trabalhar com Klaus Schulze (Tangerine Dream) como com remixers de house e techno. Pelo caminho foram homenageados por artistas como Jay-Z, cuja versão “Young Forever” foi o 4º single de “The Blueprint 3”, o seu álbum de 2010 que venderia mais de 3 milhões de copias. São vários os concertos, inclusivé o de 2010 em Coachella em que a sua versão dos Alphaville é cantada em dueto com Beyoncé.

 

O experimentalismo levou-os a espaçar cada vez mais edições: 3 álbuns nos anos 80, 2 nos anos 90, 1 nos anos 00 e 2 na presente década, incluindo o editado em Abril de 2017 com selo da Universal, “Strange Attractor”. Mas a discografia cresceu com o crescimento da EDM: cíclicas compilações, discos de remisturas, DVDs e álbuns ao vivo gravados em concertos um pouco por todo o mundo, de Salt Lake City a Joanesburgo. Desde 2004 que os Alphaville estão na estrada com uma nova formação que acabou por evoluir para o modelo cássico: baixo, bateria, guitarra, teclas e voz. A voz, essa é a inconfundível de Marion Gold: “Sempre jovem” e “a soar a melodia”.