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Glam Magazine

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5º Indie Music Fest… Conjunto Corona… Uma das primeiras confirmações

Indie Music Fest volta ao Bosque do Choupal, em Baltar, nos dias 31 de Agosto, 1 e 2 de Setembro de 2017 e as primeiras confirmações estão aqui...  Corona é um Low-life Scumbag da baixa portuense que anda sempre em “cenas”, insatisfeito mas com ideias, inadaptado mas resistente. Não o queres ter à porta do teu estabelecimento com hálito a hidromel gabando-se das suas proezas porque o resto é uma “treta”.

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“Lo-Fi Hipster Sheat” é o nome do primeiro trabalho de Corona, um estilo musical per si, baseado no Rock Psicadélico/Progressivo dos anos 60 e 70. São onze faixas de… ninguém sabe bem, depende dos efeitos sob os quais Corona esteja. Juntaram-se ao seu psicadelismo nomes como: Thundercuts, Minus, Mike El Nite, Kron Silva e RealPunch.

A questão que se coloca é: Trazes cogumelos contigo?

Depois dos dois álbuns editados em 2014 e 2015 (“Lo-Fi Hipster Sheat” e “Lo-Fi Hipster Trip”), o conjunto Corona regressou em 2016 com o seu terceiro álbum em 3 anos. A “ópera Hip-Hop Psicadélica/Rock & Roll aditada por molho de francesinha” (como um dia foi apelidada por Álvaro Costa) continua neste capítulo com a narrativa a tomar lugar na tão portuense Rua de Cimo de Vila, reconhecida pelos seus distintos clubes noturnos de diversão. Só para recordar “Cimo de Vila Velvet Cantina” está no 22ª lugar da lista dos 30 melhores disco do ano de 2016 para a Glam magazine (recordar aqui)

 

Corona são dB e Logos, duas distintas personagens do HipHop nacional que uniram ideias em comum.

dB é o produtor de serviço e muito provavelmente o maior clepto...maníaco de samples em Portugal, tudo tem potencial para ser reutilizado nos seus beats. A sua discografia conta com três álbuns em nome próprio: “[Beat]erapia” (2012), “[Retro]activo” (2012) e “Black Cobra” (2014). Esteve também presente na compilação Novos Talentos da Fnac em 2012 e produziu recentemente a viral música de PZCara de Chewbacca”.

 

Logos é o rapper de serviço e muito provavelmente aquele com mais facetas em Portugal, quase camaleónica a forma como aborda cada música. A sua discografia é composta por três álbuns no grupo Raiz Urbana: “Renasce o Underground“ (2006), “Esfera em Guerra” (2008) e “Tempo de Vida” (2013); os trabalhos a solo “Subúrbio Envolve” (2007) e “L’s Kitchen” (2010); “Roulote Rockers” e o EP “Projecto de Sábado à Tarde” (2009), assim como Ollgoody’s e o álbum “Passeio” (2014)

Corona é a maturação non-sense de dois artistas sem limites.