Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Glam Magazine

Glam Magazine

Coração d’Ouro… da novela aos vinhos da Real Companhia Velha

A partir desta semana Coração d’Ouro, título da novela emitida em horário nobre na SIC, vai saltar do ecrã para a “boca” dos portugueses. Numa aposta conjunta e com o cunho de qualidade das duas empresas, a SIC e da Real Companhia Velha lançam dois vinhos com Denominação de Origem Controlada (DOC) Douro, um branco e um tinto com a marca ‘Coração d’Ouro’.

DSC_0067 (Cópia).jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

Uma iniciativa..., um produto que vai dar ainda mais vida ao grande sucesso que está a ser a novela exibida pela SIC: um drama familiar em torno de uma Quinta produtora de vinhos na região do Douro, precisamente a Quinta das Carvalhas, uma das propriedades da Real Companhia Velha, empresa bicentenária que coloca neste projecto toda a sua experiência e saber.

DSC_0907 (Cópia).jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

Os vinhos ‘Coração d’Ouro’ representam o espírito das gentes e das tradições do Douro, a mais antiga região demarcada do Mundo: “A demarcação da Região do Douro foi efectuada entre 1756 e 1761 pela Administração da então Majestática Real Companhia Velha”, assim se lê nos rótulos. A apresentação do produto decorreu ontem, 14 de Dezembro nas Caves da Real Companhia Velha em Vila Nova de Gaia com a presença de vários atores da novela em exibição e ainda o Presidente do Grupo Impresa, Dr. Francisco Balsemão, que enalteceu a parceria estabelecida com a Real Companhia Velha, recordando que foi um dos pioneiros em Portugal a lançar o projeto de navegabilidade do Rio Douro.

DSC_0025 (Cópia).jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

A Quinta das Carvalhas, pertença da Real Companhia Velha, empresa fundada em 1756 por alvará régio do Marquês de Pombal e a mais antiga de Portugal, com 259 anos de existência e actividade ininterrupta, é um dos “palcos” da novela Coração d’Ouro. Com uma localização e uma beleza ímpares é o local ideal para mostrar o Douro no seu esplendor, onde as paisagens vitivinícolas se cruzam com o soberbo rio que dá nome à região. Situada em pleno coração do Douro Vinhateiro no concelho de São João da Pesqueira, a Quinta das Carvalhas tem uma localização privilegiada: mesmo em frente ao Pinhão, ocupando três quilómetros da margem esquerda do rio Douro e toda a encosta até ao topo da montanha.

 

DSC_0927 (Cópia).jpg

(c) 2015 Paulo Homem de Melo 

 

A Quinta das Carvalhas cobre toda a colina e ocupa também uma parte da encosta superior da margem direita do rio Torto. É assim uma propriedade em forma de “cone”, onde a vinha com cerca de 120 hectares está distribuída em diferentes altitudes e exposições, representando assim um local complexo de produção vitícola. O ponto mais alto – onde está a “Casa Redonda” – está a 550 metros de altitude e é o local ideal desfrutar de uma paisagem a 360 graus. É, sem dúvida, o ponto de "excelência" para a observação da propriedade (e do Douro). Permite uma amostragem do território e do que mais belo o Douro tem para mostrar: dificilmente num outro local se consegue ver tanto em tão pouco tempo. Visitar a Quinta das Carvalhas é ver o Douro por dentro – com os trabalhos da vinha (como a poda, a escava ou a vindima), a apanha da azeitona ou a reconstrução dos tradicionais muros de xisto – e os melhores ângulos da sua paisagem. É ver vinhas com mais de 80 anos e encostas com 70 graus de declive; é admirar os rios Douro e Torto; é desfrutar de fauna e da flora em simbiose: pela Quinta das Carvalhas, para além de vinha, estão espalhadas zonas de mata, floresta, olival e jardins, construídos com pedras de granito antigas e esteiros de xisto e onde foram plantadas várias espécies de flores, plantas e ervas aromáticas. Uma propriedade de enorme beleza e espectacularidade cuja referência escrita mais antiga que se conhece data de 1759, embora tenha sido mais recente a sua expansão para os actuais 500 hectares, através da aquisição e posterior emparcelamento de diversas propriedades subjacentes. Integrou o portefólio de quintas da Real Companhia Velha na década de 1950