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Glam Magazine

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Festival Para Gente Sentada 2017 apresenta cartaz completo

De regresso a Braga, para a décima terceira edição, o Festival Para Gente Sentada leva uma dezena de actuações a vários espaços da cidade nos dias 17 e 18 de Novembro. Ao já confirmado Perfume Genius, junta-se, no Theatro Circo a 17 de Novembro, noiserv, de David Santos. O músico tem conseguido afirmar-se como um dos mais criativos projectos musicais em Portugal num percurso marcado por canções capazes de atingir cada indivíduo na sua intimidade através de uma viagem entre a realidade e o sonho.

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No dia seguinte, 18 de Novembro, será a vez de escutar a delicadeza carismática de Julien Baker e os portugueses Capitão Fausto que apresentamPontas Soltas, o documentário realizado por Ricardo Oliveira que registou os devaneios da gravação do terceiro disco de originais da banda. Um espectáculo que une as canções que se fazem ouvir aos momentos que estão na génese de cada uma delas.


Pelo GNRation vai passar a influência pós-rock dos First Breath After Coma, sonoridade que lhes valeu a nomeação para Álbum do Ano da IMPALA ao lado de nomes como Radiohead. Aos leirienses, junta-se o colectivo electrónico Holy Nothing numa viagem pela experimentação com sintetizadores, caixas de groove, ritmos tropicais e ambientes hipnóticos. No sábado, o espaço mítico da cidade de Braga será palco de Luís Severo que, depois de Cara d’Anjo (2015) editou um segundo álbum no qual prova o seu talento para a composição e continua a distribuir músicas inspiradas no amor e na paisagem, e Moullinex, o projecto a solo de Luís Clara Gomes também com novo registo: “Hypersex”, uma carta de amor colectiva de quem acredita que é possível dançar um caminho para um mundo melhor.


Além dos concertos em sala, o Festival Para Gente Sentada volta a levar a música até ao centro da cidade com concertos de Máquina del Amor, o quarteto que junta bateria, teclados e guitarras estridentes numa união de visões que tem como objectivo levar o público a uma experiência inclusiva e futurística, e os bracarenses Ermo que, a tocar em casa, mostram como pode ser difícil definir um género, numa combinação de voz, samples, guitarra e poesia que resulta numa surpreendente e peculiar criatividade.