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Glam Magazine

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José Cid regressa ao Campo Pequeno já este sábado

Já só faltam três dias para o grande concerto de José Cid no Campo Pequeno, em Lisboa, 12 de Dezembro.

Depois de vários concertos completamente esgotados e triunfais no Campo Pequeno, esta emblemática sala de espectáculos de Lisboa volta a ser palco, dia 12 de Dezembro, às 21h30, de um novo espectáculo de José Cid. Desta vez, e acompanhado pela sua Big Band, José Cid apresenta o mais recente álbum, “Menino Prodígio” mas não vai esquecer, naturalmente, alguns dos seus maiores sucessos e hinos absolutos da música portuguesa, compostos ao longo de mais de cinquenta anos de carreira.

cid.jpgUma carreira que começou em Coimbra, com os Babies, grupo pioneiro do rock'n'roll no nosso país, continuou em Lisboa com o Quarteto 1111, o mais inventivo e revolucionário grupo rock nacional dos anos 60 e 70, e com os Green Windows, que deram um novo brilho à pop do nosso país, e que culminou numa carreira a solo, iniciada em 1970, que já passou, sempre de forma interventiva, original e marcante, por vários géneros do rock (o hard-rock, o rock progressivo e sinfónico, o folk-rock…), a música tradicional portuguesa, o fado, o jazz, a música popular ou, tão simplesmente, o sincretismo de todos estes géneros que José Cid acarinha, numa linguagem única, pessoal e referencial para várias gerações de fãs em Portugal e no estrangeiro.

Imparável, cheio de energia e ainda e sempre um criador compulsivo, José Cid lançou em 2015 um novo álbum, “Menino Prodígio”, expôs a sua obra e as suas ideias na biografia “José Cid - O Lado B de um Provocador” (assinada por Miguel Gonçalves) e prepara para o futuro breve a edição de mais alguns discos de originais e da gravação ao vivo do seu emblemático espectáculo “10.000 Anos Depois entre Vénus e Marte”. No Campo Pequeno, a encerrar um ano em que também visitou muitos outros palcos de norte a sul do país, José Cid vai mostrar as canções de “Menino Prodígio” – das novas “Na Minha Guitarra”, “Menino Prodígio” ou “Aldeia Global” à releitura actual de temas dele e do Quarteto 1111 como “Blá! Blá! Blá”, “Monstros Sagrados” e “Rock Rural”, passando por uma versão pessoalíssima de “I Don't Wanna Miss A Thing”, dos Aerosmith – e também muitas outras do seu histórico acervo enquanto compositor e poeta.

 

Campo Pequeno (Lisboa)

12 de Dezembro 2015 | 21.30h