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Glam Magazine

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Mick Jagger revela novidades…

Mick Jagger acaba de fazer um retrato de Inglaterra através de duas novas canções que acabam de ser editadas.
Os temas, “Gotta Get A Grip” e “England Lost” são respostas urgentes ao que o próprio descreve como “a confusão e frustração com os tempos em que vivemos.”

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Mick afirma que as canções são o resultado da “ansiedade e do desconhecimento da mudança do contexto político.” O músico faz um comentário mordaz da atualidade através destas duas canções. Jagger tanto aborda a agressividade dos ciclos noticiosos, como questiona quem tem o poder, através de canções com drones de guitarras e beats enfáticos. “England Lost” transporta-nos para um jogo de futebol em que o próprio esteve presente e usa esse momento como uma analogia para um país que se encontra numa encruzilhada política. Em “Gotta Get A Grip”, Mick Jagger canta sobre questões como a guerra e os escândalos políticos.

Esta música vive do momento e consegue criar esse momentum de uma forma que só Jagger consegue, sendo o resultado elétrico, disruptivo e provocador.

 “Ostensivamente é sobre ver uma equipa de futebol de Inglaterra a perder, mas quando escrevi o título sabia que seria sobre mais do que só isso. É sobre aquele sentimento de estarmos a viver um momento difícil na nossa história. É sobre o desconhecimento de onde estamos e o sentimento de insegurança. Foi assim que me senti enquanto compunha. Claro que tem uma boa dose de humor porque não gosto de coisas demasiado diretas, mas também tem uma carga de vulnerabilidade sobre onde estamos enquanto país.” “Logo quando comecei a escrever ‘England Lost’, imaginei ter a participação dum rapper britânico… O Skepta apareceu e adorei o que ele fez.”

 

Sobre “Gotta Get A Grip” refere ainda… “Suponho que a mensagem seja: apesar de tudo o que está a acontecer, tens de tomar conta da tua própria vida, ser tu mesmo e tentar criar o teu próprio destino.”.  “Obviamente temos muitos problemas. Se sou otimista politiciamente? …Não.”

 

“Comecei a compar estas duas canções em abril e queria lança-las logo. Fazer um álbum inteiro demora muito tempo, mesmo depois de estar concluído, com todos os preparativos da editora e o preparar o lançamento global. É sempre entusiasmante conseguir ser criativo duma forma diferente e sinto-me a regressar a um tempo em que era mais livre e fácil gravar no momento e lançar quase de imediato. Não queria esperar até ao próximo ano e depois perder o impacto que estas canções possam ter e, assim, deixarem de ter um grande significado”.