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Glam Magazine

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Nobody’s Bizness a abrir o mês de Novembro em Ponte de Lima

O mês de Novembro no Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, arranca com o concerto dos Nobody’s Bizness com a presença de Pedro Oliveira, baterista como convidado especial, músico ligado a projectos bem conhecidos como peixe : avião, Dear Telephone e OZO.

nobody_s_bizness_4x3_.jpgOs Nobody’s Bizness, que já contam com cerca de 12 anos de existência, apresentam-se em palco com os seguintes elementos: Petra Pais (Voz), Jack Daniels (Outros comportamentos curiosos); Luís Ferreira (Espantosas guitarras e “dobros” e outros artefactos bizarros); Pedro Ferreira (Guitarras, banjo e coros angelicais. “O mais bonito da banda”); Luís Oliveira (Baixo, coros e muita paciência para aturar o resto da banda). Os Nobody’s Bizness lançaram o seu segundo álbum de estúdio no início de 2014. "Donkey" nasceu também da vontade da banda de ajudar a Burricadas – Associação para a Preservação do Burro. Se os blues nasceram nas margens do rio Mississippi, nos Estados Unidos, ou mais remotamente nas margens do rio Niger, na África Ocidental, é natural que mais tarde ou mais cedo acabassem, levados pelos ventos, pelas marés e pela vontade das sereias, por desaguar à boca do Tejo, na cidade de Lisboa. Foi da vontade de recriar esses blues, os de raiz, que os lisboetas Nobody's Bizness surgem em 2003, para resgatar ao pó dos tempos e às estrias de velhos 78 rpm, lendas dos blues como Robert Johnson, Tampa Red, Ida Cox, Alberta Hunter, Bessie Smith, Willie Dixon, Skip James ou Muddy Waters com os seus arranjos pessoais.

Após uma grande temporada de actuações que os foram levando de boca a orelha um pouco a todo o país, editam em 2006, através da Netlabel You Are Not Stealing Records, um EP gratuito, “Ao Vivo na Capela da Misericórdia” que viajou muito para além das fronteiras portuguesas, tendo ultrapassado já a marca dos 20.000 downloads oficiais. Em 2010 é editado o primeiro álbum de estúdio “It’s Everybody’s Bizness Now”, em que para além das versões a banda apresenta, pela primeira vez, temas da sua autoria marcando assim o início de uma nova sonoridade e de uma nova vontade. Continua a estar presente a essência da música que os inspirou, mas acrescida da sua própria criatividade e da visão de uns blues novos, cruzados com a folk norte-americana, o jazz ou a música country.

 

Teatro Diogo Bernardes (Ponte de Lima)

6 de Novembro 2015 | 21.30h